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	<title>Arquivos Cadeira de rodas - Instituto Giorgio Nicoli</title>
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	<description>Pólio e Pós-Pólio: Acredite na vida</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Apr 2026 17:15:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Neuralink: esperança real para sobreviventes da pólio?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/neuralink-esperanca-real-para-sobreviventes-da-polio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:15:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A notícia recente sobre um estudante paraplégico que recuperou parte da sua independência após o implante de um chip cerebral da Neuralink reacendeu uma pergunta importante: Essa tecnologia pode ajudar sobreviventes da pólio? O que exatamente o chip faz? O dispositivo implantado no estudante foi inserido no córtex motor, área do cérebro responsável pelo comando&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A notícia recente sobre um estudante paraplégico que recuperou parte da sua independência após o implante de um chip cerebral da <strong>Neuralink</strong> reacendeu uma pergunta importante:</p>



<p><strong>Essa tecnologia pode ajudar sobreviventes da pólio?</strong></p>



<p><strong>O que exatamente o chip faz?</strong></p>



<p>O dispositivo implantado no estudante foi inserido no <strong>córtex motor</strong>, área do cérebro responsável pelo comando dos movimentos.</p>



<p>Ele não faz o corpo voltar a se mover.</p>



<p>Ele faz algo diferente — e talvez igualmente revolucionário:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Capta a intenção de movimento diretamente do cérebro.</strong></li>



<li>Transforma essa intenção em comandos digitais.</li>



<li>Permite controlar computador, cursor, teclado virtual ou dispositivos eletrônicos apenas com o pensamento.</li>
</ul>



<p>Isso é chamado de <strong>interface cérebro-computador (BCI – Brain Computer Interface)</strong>.</p>



<p><strong>Mas… e no caso da pólio?</strong></p>



<p>Aqui está o ponto crucial.</p>



<p>A poliomielite não é uma lesão do cérebro.</p>



<p>Ela atinge principalmente os <strong>neurônios motores da medula espinhal</strong>, interrompendo a comunicação entre o cérebro e os músculos.</p>



<p>Ou seja:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O cérebro pensa o movimento.</li>



<li>O sinal sai do cérebro.</li>



<li>Mas não chega ao músculo.</li>
</ul>



<p>Nesse sentido, a lógica da Neuralink é interessante.</p>



<p>Se o cérebro continua gerando o comando — mesmo que o corpo não responda — esse sinal pode ser captado e utilizado para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Controlar próteses robóticas</li>



<li>Acionar cadeiras de rodas inteligentes</li>



<li>Operar dispositivos de assistência</li>



<li>Interagir com computadores e sistemas de comunicação</li>
</ul>



<p>Para sobreviventes da pólio com sequelas motoras importantes, isso poderia representar:</p>



<p><strong>Mais autonomia. Mais independência. Mais dignidade funcional.</strong></p>



<p><strong>Pode restaurar o movimento?</strong></p>



<p>Aqui precisamos ser realistas.</p>



<p>Até o momento:</p>



<p>A tecnologia <strong>não reconecta nervos destruídos pela pólio</strong>.<br>Não regenera neurônios motores da medula.<br>Não cura a Síndrome Pós Pólio.</p>



<p>O que ela faz é criar um <strong>atalho digital</strong>, não uma regeneração biológica.</p>



<p>É uma ponte tecnológica — não uma cura neurológica.</p>



<p><strong>Onde pode haver maior impacto?</strong></p>



<p>Para sobreviventes com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fraqueza severa nos membros superiores</li>



<li>Dificuldade de digitação ou comunicação</li>



<li>Limitações motoras progressivas</li>



<li>Dependência parcial de terceiros para tarefas digitais</li>
</ul>



<p>A tecnologia pode, no futuro, oferecer:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comunicação mais rápida</li>



<li>Controle de ambiente automatizado</li>



<li>Acesso facilitado ao mundo digital</li>



<li>Participação social ampliada</li>
</ul>



<p>E isso, no mundo atual, significa inclusão.</p>



<p><strong>Mas ainda é experimental</strong></p>



<p>É fundamental destacar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O estudo envolve apenas 21 voluntários.</li>



<li>Não há aprovação para uso médico amplo.</li>



<li>Os efeitos a longo prazo ainda são desconhecidos.</li>



<li>Não existem estudos específicos com sobreviventes da pólio até o momento.</li>
</ul>



<p>Estamos diante de um <strong>campo promissor</strong>, mas ainda em fase inicial.</p>



<p><strong>A pergunta mais profunda</strong></p>



<p>Talvez a grande reflexão não seja apenas tecnológica.</p>



<p>Ela é existencial.</p>



<p>A pólio ensinou uma geração inteira a desenvolver força mental, adaptação e inteligência estratégica para viver.</p>



<p>Agora surge uma tecnologia que amplifica exatamente isso:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A capacidade do pensamento.</li>



<li>A intenção consciente.</li>



<li>O comando mental.</li>
</ul>



<p>A mente continua ativa.<br>A intenção continua viva.<br>O cérebro ainda quer mover.</p>



<p>A tecnologia pode apenas aprender a escutar.</p>



<p><strong>Conclusão: esperança com lucidez</strong></p>



<p>Os chips da Neuralink <strong>podem sim, no futuro, ajudar sobreviventes da pólio</strong>, principalmente na ampliação da independência funcional digital.</p>



<p>Mas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não são cura.</li>



<li>Não substituem reabilitação.</li>



<li>Não anulam a importância da fisioterapia, da hidroterapia, da bioengenharia e do cuidado integral.</li>
</ul>



<p>Estamos assistindo ao início de uma nova fronteira.</p>



<p>E como sobreviventes sempre fizeram:</p>



<p>Com esperança.<br>Mas também com consciência.</p>



<p>Fonte:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-olhar-digital wp-block-embed-olhar-digital"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://olhardigital.com.br/2026/02/02/pro/neuralink-apos-implante-de-chip-estudante-paraplegico-ganhou-mais-independencia
</div></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>A lição de Itzhak Perlman!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/a-licao-de-itzhak-perlman/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Itzhak Perlman tinha apenas quatro anos quando a poliomielite paralisou suas pernas. Em um mundo que ainda engatinhava no tema da reabilitação, seu destino parecia definido: limitações severas, dependência e um futuro estreito. Mas Perlman mostrou ao mundo algo maior — o corpo pode impor limites, mas a mente é ilimitada. Sua história não é&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/a-licao-de-itzhak-perlman/">A lição de Itzhak Perlman!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Itzhak Perlman tinha apenas quatro anos quando a poliomielite paralisou suas pernas. Em um mundo que ainda engatinhava no tema da reabilitação, seu destino parecia definido: limitações severas, dependência e um futuro estreito. Mas Perlman mostrou ao mundo algo maior — <strong>o corpo pode impor limites, mas a mente é ilimitada</strong>. Sua história não é apenas sobre música. É sobre consciência, identidade e a força de um “eu” que vai além da matéria.</p>
<p>A pólio tirou a mobilidade das pernas de Perlman, mas não tocou sua inteligência, sua sensibilidade, seu espírito e seu amor pela música. Os médicos avisaram que ele jamais voltaria a andar. Mas ninguém conseguiu impedir que ele sonhasse.</p>
<p>Ele nunca se definiu pela paralisia — e sim pelo violino!</p>
<p><strong>A mente como território de liberdade</strong></p>
<p>Durante anos, Itzhak enfrentou tratamento doloroso, sessões intermináveis de fisioterapia e a realidade dura de uma infância com muletas. Mas, enquanto o corpo tinha limites, a mente não tinha nenhuma barreira. Ele sonhava, estudava, imaginava novas possibilidades.</p>
<p>Com cinco anos, retomou o violino. As mãos — fortalecidas pela reabilitação — encontraram nas cordas um caminho para expressar tudo o que o corpo não podia fazer. A música se tornou extensão de sua mente, não de suas pernas.</p>
<p>Aos 13 anos, brilhou no programa de Ed Sullivan.<br />
Aos 18, estreou no Carnegie Hall.<br />
Depois, percorreu o mundo, venceu Grammys, tocou na Casa Branca, participou de trilhas sonoras premiadas, deu aulas na Juilliard e se tornou um dos maiores violinistas vivos.</p>
<p>Tudo isso… <strong>sentado</strong>.</p>
<p>Seus concertos tinham algo mágico: assim que ele tocava o primeiro acorde, as muletas desapareciam dos olhos do público. O corpo ficava em segundo plano.</p>
<p>Perlman é a prova viva do que <strong>**Você não é seu corpo!</strong></p>
<p>Você é quem habita seu corpo.**</p>
<p>A pólio pode ter tirado movimentos, mas não leva:</p>
<ul>
<li>seu talento</li>
<li>sua inteligência</li>
<li>sua criatividade</li>
<li>sua sensibilidade</li>
<li>sua força interior</li>
<li>sua capacidade de imaginar futuros</li>
<li>sua consciência — onde reside sua verdadeira identidade</li>
</ul>
<p>Como disse Perlman, em campanhas globais de vacinação:</p>
<p><strong>“A pólio rouba movimentos, mas não sonhos.”</strong></p>
<p>A ciência moderna mostra que emoções, pensamentos e estados internos moldam o corpo. Mas a história de Perlman mostra outra camada: <strong>a consciência pode transformar o destino, mesmo quando o corpo apresenta limites permanentes</strong>.</p>
<p>Perlman não venceu a pólio. Ele transcendeu seus efeitos.<br />
E essa é uma verdade profunda para todos os sobreviventes:</p>
<p><strong>A pólio marca o corpo, mas não marca quem você é!</strong></p>
<p>Fonte:</p>
<p><a href="https://www.morasha.com.br/biografias/itzhak-perlman.html">https://www.morasha.com.br/biografias/itzhak-perlman.html</a></p>
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		<title>Andador, Bengala, cadeiras gratuitamente: Veja Como e Onde Pedir!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/andador-bengala-cadeiras-gratuitamente-veja-como-e-onde-pedir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 12:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você ou alguém da sua família precisa de um andador, bengala ou cadeira de rodas e não tem condições de comprar, saiba que é possível conseguir esses equipamentos de forma gratuita por meio do SUS, ONGs ou projetos sociais. Neste artigo, vamos mostrar onde solicitar, quais documentos são necessários e como facilitar o acesso&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Se você ou alguém da sua família precisa de um andador, bengala ou cadeira de rodas e não tem condições de comprar, saiba que é possível conseguir esses equipamentos de forma <strong>gratuita</strong> por meio do SUS, ONGs ou projetos sociais. Neste artigo, vamos mostrar <strong>onde solicitar, quais documentos são necessários</strong> e como facilitar o acesso a esse direito essencial para sua mobilidade e qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Clube da Bengala – Assumme (Associação Para Um Mundo Melhor)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empréstimos gratuitos de bengalas, andadores, cadeiras de banho, cadeiras de rodas e outros equipamentos.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Funciona por <strong>empréstimo temporário (até 6 meses, renovável)</strong>, ideal enquanto aguarda itens pelo SUS.</li>
<li><strong>Como solicitar</strong>: acessar o site <a href="http://www.assumme.org.br">www.assumme.org.br</a>, preencher o <strong>Cadastro Beneficiário</strong> ou enviar WhatsApp para (11) 97087‑7122 para receber o link de inscrição.</li>
<li><strong>Documentação</strong>: não é exigida receita médica; apenas cadastro online e aceitação do Termo de Compromisso. Não há custo, mas o empréstimo tem prazo definido<strong>. </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto Antônia Maria (Minas Gerais)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Banco ortopédico que recebe doações e realiza empréstimos de cadeiras de banho, andadores, muletas e outros itens.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A rede articula parceiros para fazer empréstimos entre doadores e quem precisa</li>
<li><strong>Como acessar</strong>: visite o site da Rede Ibero‑Americana (riaam‑minas.org.br) e procure por “banco ortopédico”, preencha formulário ou busque local de atendimento. <a href="https://www.riaam-minas.org.br/banco-ortopedico/">https://www.riaam-minas.org.br/banco-ortopedico/</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto Cadeira Solidária – Instituto Federal de Goiás (IFG)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empréstimo de cadeiras de banho, muletas, andadores e bengalas, com prazo de até <strong>1 ano</strong>, podendo ser estendido conforme necessidade.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Como pedir</strong>: acesse <a href="https://www.facebook.com/cadeirasolidariaSBC/">https://www.facebook.com/cadeirasolidariaSBC/</a></li>
<li>Preencha o cadastro e aguarde contato.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ideal para quem mora em Goiás ou região central do Brasil.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Grupo SAF (Serviço de Assistência Familiar – Nordeste)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">✔️ Empréstimo gratuito de cadeiras de banho, cadeiras de rodas, andadores e bengalas por até 90 dias por unidade.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Como acessar</strong>: entre na área de “Empréstimo de Equipamentos” no site do Grupo SAF ou ligue para os contatos disponíveis no site para verificar unidade mais próxima <a href="https://www.gruposaf.com.br/equip">https://www.gruposaf.com.br/equip</a>?</li>
<li>Adequado para quem reside próximo às unidades distribuídas, especialmente no Nordeste.</li>
</ul>
<p><strong>ABBR &#8211; Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (SUS e particular &#8211; Rio de Janeiro)</strong></p>
<p>A ABBR presta atendimento de reabilitação a crianças, jovens, adultos e idosos com limitação de atividade motora e atua, primordialmente, no Estado do Rio de Janeiro, em função da multidisciplinaridade e integralidade de seus programas de tratamentos. Possui oficina ortopédica.</p>
<p>Telefones para contato:  (21) 3528-6363 e (21) 3040-8250. Site:<a href="https://abbr.org.br/"> https://abbr.org.br/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E o SUS? Saiba como obter gratuitamente pelo sistema público!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Sistema Único de Saúde (SUS)</strong> oferece <strong>órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção (OPM)</strong> — como bengalas, andadores, cadeiras de banho e cadeiras de rodas — <strong>totalmente gratuitos e sob medida em 45 oficinas ortopédicas espalhadas por todo o Brasil.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Das 45 oficinas existentes no SUS, oito são itinerantes, ou seja, viajam em carretas pelo Brasil levando esperança de uma vida com maior inclusão e qualidade à população. Geralmente, essas unidades atendem regiões mais afastadas, ou remotas, que não têm o serviço de produção próprio. Essas oficinas fazem o primeiro atendimento, realizam provas dos dispositivos nos pacientes, dos equipamentos a quem necessita. Contudo, a confecção é sempre feita em uma oficina fixa. Importante salientar que cabe as secretarias estaduais e municipais de saúde indicarem suas necessidades para esse serviço.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>COMO TER ACESSO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os interessados nas órteses, próteses ou meios auxiliares de locomoção, precisam, em primeiro lugar, procurar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). <strong>“Esse paciente vai ser encaminhado para um Centro Especializados em Reabilitação (CER). A partir do momento em que ele está sendo atendido pelo centro, ele está em um programa de tratamento e, neste programa, um profissional vai verificar se é preciso alguma órtese ou prótese. Caso seja necessário, o paciente vai ser encaminhado para uma oficina ortopédica”,</strong> afirmou o coordenador geral de Saúde da Pessoa com Deficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de serem atendidas nas oficinas, os interessados passam por um dos 248 Centro Especializados em Reabilitação (CER) espalhados pelo Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informação:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/outubro/sus-oferece-gratuitamente-orteses-e-proteses-sob-medida">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/outubro/sus-oferece-gratuitamente-orteses-e-proteses-sob-medida</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que significa a sigla CER?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As Coordenações de Emergência Regional (<strong>CER</strong>) são um novo modelo de atendimento de urgência e emergência clínica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tipos de  CER </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CER II</strong> &#8211; composto por duas modalidades de reabilitação; ▪ <strong>CER</strong> III &#8211; composto por três modalidades de reabilitação e ▪ <strong>CER</strong> IV &#8211; composto por quatro modalidades de reabilitação.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Centros Especializados em Reabilitação (CER) integram as diversas modalidades de reabilitação (física, auditiva, intelectual e visual) e contam com equipe multidisciplinar que realiza diagnóstico, tratamento, concessão, adaptação e manutenção de Tecnologia Assistiva, constituindo-se em referência para a rede de atenção à saúde no território.</p>
<p style="text-align: justify;">Links Interessantes para São Paulo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diretrizes para indicação e reposição de cadeira de rodas, banho, adequação</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/DIRETRIZES_CR_AP_ALMOF_2022(1).pdf">https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/DIRETRIZES_CR_AP_ALMOF_2022(1).pdf</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Centros Especializados em Reabilitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/CER_REAB_jun24.pdf">https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/CER_REAB_jun24.pdf</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Protocolo de Acesso aos CER</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/Anexo_I_ACESSO_CER_2023(1).pdf">https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/Anexo_I_ACESSO_CER_2023(1).pdf</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Unidade Básica de Saúde (UBS) &#8211; São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/">https://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais informação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://prefeitura.sp.gov.br/web/saude/w/atencao_basica/pessoa_com_deficiencia/16314">https://prefeitura.sp.gov.br/web/saude/w/atencao_basica/pessoa_com_deficiencia/16314</a></p>
<p style="text-align: justify;">Para outros locais, entrem em contato através do site da prefeitura da cidade ou estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dicas importantes</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Verifique disponibilidade</strong>: muitas ONGs atualizam em grupos ou sites se há estoques disponíveis (como o Clube da Bengala no Facebook).</li>
<li><strong>Agende consultas</strong> com médicos ou fisioterapeutas para obter laudo detalhado, especialmente se for solicitar via SUS.</li>
<li><strong>Documente tudo</strong>: mantenha fotos do equipamento que recebe em empréstimo e guarde comprovantes — isso é exigido em alguns termos de responsabilidade da ONG.</li>
<li><strong>Divulgue</strong>: compartilhe essas informações em redes sociais e grupos de apoio. Muitas pessoas não sabem que esses recursos existem.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Se este artigo fez sentido para você, compartilhe com outros sobreviventes. Juntos, seguimos mais fortes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fadiga ou Ansiedade???</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/fadiga-ou-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 12:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pergunta de uma Sobrevivente da Pólio! “Tenho lutado com uma bagagem emocional pesada ultimamente. Tenho sentido muita ansiedade. Não diria que estou isolada, mas meus problemas pós-pólio tornaram cada vez mais difícil sair e me locomover. Por causa disso, comecei a usar uma scooter para me locomover. Não tenho vergonha, por si só, de ser&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pergunta de uma Sobrevivente da Pólio!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Tenho lutado com uma bagagem emocional pesada ultimamente. Tenho sentido muita ansiedade. Não diria que estou isolada, mas meus problemas pós-pólio tornaram cada vez mais difícil sair e me locomover. Por causa disso, comecei a usar uma scooter para me locomover. Não tenho vergonha, por si só, de ser vista usando-a, mas isso faz com que ir a qualquer lugar pareça muito mais difícil. Muitas vezes me pego dizendo: &#8220;Prefiro ficar em casa&#8221;. Parece tanto um obstáculo mental quanto físico. Você tem alguma dica prática ou insights para ajudar a lidar com esse fardo e começar a me sentir mais à vontade comigo mesma?”</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6e0909;"><strong>Resposta da Dra.  Rhoda Olkin, (Professora de psicologia clínica na California School of Professional Psychology em São Francisco, diretora executiva do Institute on Disability and Health Psychology e sobrevivente da poliomielite):</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Entendo muito bem esse problema, me sinto ansiosa e às vezes não quero me incomodar com o quanto é mais difícil sair do que antes. E fica mais fácil dar uma desculpa para não sair de casa. Tenho algumas dicas sobre a logística e algumas considerações importantes para a saúde mental.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Primeiro, logística: </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você tem mais probabilidade de ir a lugares com a scooter se ela for muito, muito, fácil de transportar. Se você tiver que colocá-la em um elevador na parte de trás do carro, ficar de pé enquanto aperta o botão que levanta a scooter e depois caminhar até o assento do motorista, isso pode parecer mais esforço do que vale a pena. Se você tem dois ou mais lugares para ir, é muita energia gasta apenas transportando a scooter. Se você consegue dirigir a scooter por uma rampa até uma van, isso é mais fácil, mas você ainda tem que se transferir para outro assento. Quando eu tinha uma scooter na parte de trás do meu carro, era muito cansativo colocá-la para cima e para baixo e caminhar até o assento do motorista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Considere se há algo que tornaria a saída mais fácil.</strong> <strong>Dependendo da sua mobilidade, às vezes ser deixado bem na frente de algum lugar (como um restaurante) e usar um andador pode ser menos desgastante. Se possível, não desperdice energia com coisas que não o alimentam emocionalmente.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E em relação a saúde mental?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sair de casa toda semana (mesmo 2 a 3 dias por semana) é muito importante para a saúde mental. Digo isso como uma pessoa caseira e introvertida que prefere muito ficar em casa. <strong>No entanto, sei o quanto me sinto melhor quando saio de casa. Até mesmo um passeio de scooter ao redor do quarteirão pode ajudar. Pode ser difícil dizer se é logística e fadiga, ou ansiedade, que faz você querer ficar em casa.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aconselho a falar com um psicólogo a respeito. Isso vai ajudar a clarear onde realmente está o problema. <strong>O que pode já fazer é pensar em estratégias que facilitem a sua saída de casa, e contar com uma rede de apoio pode ajudar bastante!</strong></p>
<p>Fonte:<br />
Post-Polio Health Vol. 40, No. 2 Spring 2024 <a href="http://www.post-polio.org">www.post-polio.org</a></p>
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		<title>9 maneiras de domar sua dor crônica!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/9-maneiras-de-domar-sua-dor-cronica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 12:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser um sobrevivente da pólio é um símbolo de força e resiliência. É a história de uma pessoa que enfrenta desafios diários e, ainda assim, encontra maneiras de florescer e viver com qualidade. O autocuidado é a chave para viver plenamente, e algumas práticas podem fazer uma grande diferença no bem-estar. Confira as dicas a&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Ser um sobrevivente da pólio é um símbolo de força e resiliência. É a história de uma pessoa que enfrenta desafios diários e, ainda assim, encontra maneiras de florescer e viver com qualidade. O autocuidado é a chave para viver plenamente, e algumas práticas podem fazer uma grande diferença no bem-estar. Confira as dicas a seguir:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Respire fundo</strong>. O adulto médio respira de 8 a 16 vezes por minuto. Diminuir para 5 ou 6 respirações profundas que realmente encham seus pulmões ajudará você a relaxar, o que pode diminuir seu desconforto.</li>
<li><strong>Tenha uma boa noite de sono</strong>. Sem descanso suficiente, os gatilhos da dor podem piorar. Então, quanto sono é o suficiente? Varia de pessoa para pessoa, mas a maioria dos adultos precisa de 7 a 8 horas por noite. A resposta simples: o quanto você precisa para acordar descansado e rejuvenescido.</li>
<li><strong>Exercite-se regularmente.</strong> Coloque os 3 grandes — alongamento, fortalecimento e atividade aeróbica — na sua rotina de 3 a 5 dias por semana por pelo menos 30 minutos. O alongamento mantém os músculos flexíveis e os tendões alongados. Fortalecer os músculos centrais nas costas, pélvis, quadris e abdômen ajuda no equilíbrio e na estabilidade. A atividade aeróbica trabalha o músculo mais importante, o coração, e estimula a circulação.*</li>
<li><strong>Enfrente seu hábito de fumar.</strong> Fumar cigarros ou charutos diminui a circulação, agrava condições médicas, aumenta a sensibilidade à dor e pode interferir na medicação para dor. O mesmo vale para mascar tabaco.</li>
<li><strong>Pratique a “meditação mindfulness”.</strong> Isso envolve observar sua dor em vez de suprimi-la. Parece loucura, mas ao relaxar e aceitar o desconforto, você pode tolerá-lo melhor. Então, por 20 minutos por dia, sente-se ou deite-se em uma posição confortável em um local tranquilo e apenas esteja ciente, momento a momento, de sua respiração, do desenrolar das sensações (incluindo dor) e de seus pensamentos e sentimentos.</li>
<li><strong>Coma uma dieta integral à base de vegetais</strong>. Uma dieta saudável promove a circulação, reduz a inflamação e pode aliviar dores musculares e articulares. Baseie as refeições em alimentos integrais ou minimamente processados, como vegetais, grãos 100% integrais, legumes e frutas. Comece abandonando os piores infratores: carnes processadas, carnes vermelhas e carboidratos refinados, como açúcar, pão branco e macarrão.</li>
<li><strong>Experimente ioga.</strong> A ioga pode acalmar sua respiração, reduzir a tensão muscular e energizar seu corpo e mente, tudo isso pode aliviar a dor. E você não precisa ser um mestre de ioga para colher recompensas.</li>
<li><strong>Entregue-se aos seus hobbies</strong>. Participe de atividades que lhe dão prazer, seja jardinagem, pesca, passeios em vendas de garagem ou entalhe em madeira. Há um hobby para todos que pode reduzir o estresse e tirar a mente da dor.</li>
<li><strong>Seja social.</strong> Pessoas que interagem com outras tendem a reduzir a ansiedade e a controlar melhor a dor crônica. Então, almoce com colegas de trabalho, faça um projeto especial em grupo, torça pelo seu neto em um jogo de futebol ou vá a um festival de artes.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOTA: Estas são apenas diretrizes, que devem ser adaptadas para suas necessidades individuais como sobrevivente da pólio. Trabalhe com um fisioterapeuta qualificado para determinar suas capacidades!</strong></p>
<p>Fonte:<br />
<a href="http://www.my.clevelandclinic.org/-/scassets/files/org/anesthesiology/pain-management/infographics/pain-wellness-infographic.ashx">www.my.clevelandclinic.org/-/scassets/files/org/anesthesiology/pain-management/infographics/pain-wellness-infographic.ashx</a></p>
<p><a href="https://polionetwork.org/archive/cmjoswr5fmaie3aj9rtuaj46x70bpt">https://polionetwork.org/archive/cmjoswr5fmaie3aj9rtuaj46x70bpt</a></p>
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		<title>SPP – Como melhorar a Qualidade de Vida?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-como-melhorar-a-qualidade-de-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 12:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A síndrome pós pólio é uma condição complexa que afeta sobreviventes da poliomielite muitos anos após a recuperação inicial da doença. A Dra. Carol Van Den Acker, uma especialista na área, destaca a importância de uma gestão abrangente que não só trata os sintomas primários, mas também identifica e aborda patologias subjacentes que podem complicar&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A síndrome pós pólio é uma condição complexa que afeta sobreviventes da poliomielite muitos anos após a recuperação inicial da doença. <strong>A Dra. Carol Van Den Acker, uma especialista na área, destaca a importância de uma gestão abrangente que não só trata os sintomas primários, mas também identifica e aborda patologias subjacentes que podem complicar a condição. Essa abordagem é essencial para otimizar a saúde e promover o bem-estar geral dos sobreviventes.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Avaliação Individualizada: Um Caminho para a Qualidade de Vida</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cada sobrevivente de pólio tem uma história única e desafios específicos. Portanto, o plano de tratamento deve ser personalizado, começando com uma avaliação médica detalhada. Esta avaliação inclui o histórico médico, os problemas de saúde atuais, os medicamentos em uso e um exame físico minucioso, com ênfase em testes musculares. Essa análise cuidadosa é crucial para identificar não só as consequências diretas da pólio, mas também as condições associadas que podem exacerbar os sintomas da síndrome pós pólio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reconhecendo e Abordando Condições Associadas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, sobreviventes da pólio desenvolvem condições médicas adicionais que podem agravar a síndrome pós pólio, como artrite ou problemas respiratórios. Reconhecer e tratar essas condições é essencial para evitar o agravamento dos sintomas. Durante o tratamento, é importante discutir as prioridades do paciente, garantindo que o foco esteja no que realmente importa para ele, proporcionando uma abordagem de tratamento centrada no paciente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Objetivos do Tratamento: Alívio dos Sintomas e Otimização da Função Corporal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora a cura da síndrome pós pólio não seja possível, o tratamento visa minimizar os sintomas e otimizar a mecânica corporal para melhorar a qualidade de vida. As ferramentas de tratamento incluem uma combinação de exercícios específicos, modificação de atividades diárias, uso de órteses e terapias complementares, como acupuntura e terapia cognitivo comportamental. O manejo eficaz desses sintomas, especialmente da fadiga e da dor, é um dos principais objetivos para garantir que os pacientes possam viver de forma mais confortável e ativa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gerenciamento da Dor e Fadiga</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A dor e a fadiga são sintomas comuns entre os sobreviventes da pólio, e seu manejo requer uma abordagem cuidadosa. A dor muscular, muitas vezes causada pelo uso excessivo dos músculos enfraquecidos, deve ser abordada através de estratégias que evitem a sobrecarga muscular. A gestão da fadiga, embora desafiadora, pode ser feita por meio de estratégias de conservação de energia e manutenção de um peso corporal ideal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>Importância do Exercício Controlado e das Terapias Complementares</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O exercício físico, quando monitorado adequadamente, pode ser altamente benéfico para os sobreviventes da pólio. Uma combinação equilibrada de fortalecimento muscular, condicionamento aeróbico e alongamento é recomendada para melhorar a função física. No entanto, é crucial reconhecer sinais de sobrecarga muscular, como dor, cãibras ou espasmos, para evitar lesões adicionais. Além disso, terapias alternativas, como acupuntura e yoga, também podem desempenhar um papel significativo na gestão da dor crônica e na melhoria do bem-estar geral.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Promoção do Bem-Estar: Um Pilar Essencial</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Promover o bem-estar é um aspecto fundamental da gestão da síndrome pós pólio. Cuidados médicos adequados, hábitos saudáveis, como boa nutrição, sono reparador e exercícios regulares, são essenciais para manter a energia e a funcionalidade dos pacientes. Para aqueles mais severamente afetados, até mesmo as atividades diárias podem servir como exercício suficiente. Além disso, o apoio emocional, seja por meio de grupos de apoio ou do envolvimento da família, é vital para garantir que os pacientes recebam o suporte necessário para enfrentar os desafios diários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão: Um Olhar Cuidadoso para o Futuro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A gestão da síndrome pós pólio exige uma abordagem cuidadosa e multidisciplinar. Com uma avaliação individualizada, tratamento personalizado e uma forte ênfase no bem-estar físico e emocional, é possível melhorar significativamente a qualidade de vida. Embora não haja cura, uma gestão eficaz pode minimizar os sintomas e permitir que os pacientes vivam suas vidas com mais conforto, dignidade e bem-estar.</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Rn4u70HuZZQ">https://www.youtube.com/watch?v=Rn4u70HuZZQ</a></p>
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		<title>SPP – Como lidar com a dor emocional?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-como-lidar-com-a-dor-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 12:00:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lidar com a dor emocional trazida pelas perdas relacionadas à poliomielite e à Síndrome Pós Pólio (SPP) é um processo complexo, mas há maneiras práticas e positivas de enfrentá-lo. Vamos chamar esse processo de &#8220;luto&#8221;, pois se trata de deixar para trás um sonho ou um aspecto da vida que não é mais possível realizar!&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Lidar com a dor emocional trazida pelas perdas relacionadas à poliomielite e à Síndrome Pós Pólio (SPP) é um processo complexo, mas há maneiras práticas e positivas de enfrentá-lo. Vamos chamar esse processo de &#8220;luto&#8221;, pois se trata de deixar para trás um sonho ou um aspecto da vida que não é mais possível realizar!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O luto envolve aceitar que, mesmo que tenhamos conquistado certas coisas no passado, a vida está em constante mudança, e precisamos nos adaptar. Se você costumava andar de bicicleta e, agora, precisa recorrer a um andador ou cadeira de rodas, é importante lembrar que ainda pode estar em contato com a natureza e desfrutar de momentos ao ar livre, mesmo que de forma diferente.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6e0909;"><strong>Aqui estão algumas dicas práticas sobre o que NÃO fazer e o que PODE ajudar nesse processo:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que não deve ser feito:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Evasão através de hábitos prejudiciais:</strong> Evitar a dor emocional com distrações, como o uso excessivo de álcool, drogas, alimentação descontrolada ou sobrecarga de trabalho, pode piorar a situação a longo prazo.</li>
<li><strong>Isolamento social:</strong> Retirar-se completamente do convívio social e evitar falar sobre suas emoções leva a um estado de desconexão, dificultando o processo de cura.</li>
<li><strong>Fixação em um único estado emocional:</strong> Sentir-se constantemente triste, com raiva ou culpado é normal, mas é importante não ficar preso a esses sentimentos, pois eles podem obscurecer a forma como você enxerga a vida.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que pode ser feito:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Permitir-se sentir:</strong> Reconheça e aceite suas emoções. Não reprima sentimentos como medo, tristeza ou raiva. Lidar com essas emoções, em vez de evitá-las, é parte fundamental do processo de cura.</li>
<li><strong>Abraçar suas habilidades:</strong> Concentre-se no que você ainda pode fazer e em como suas experiências até agora lhe fortaleceram. A SPP não afeta sua mente ou seu coração – você ainda é você, e continua crescendo.</li>
<li><strong>Pedir ajuda:</strong> É natural precisarmos de apoio. Lembre-se de como você se sente ao ajudar outras pessoas; permita que outros experimentem esse mesmo sentimento ajudando você. Pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim de força e autocompaixão.</li>
<li><strong>Cultivar uma atitude positiva:</strong> Embora manter uma atitude positiva todo o tempo seja desafiador, permitir-se momentos de fragilidade pode ajudá-lo a se reerguer mais forte. Aprender a abraçar as emoções desconfortáveis pode ser libertador.</li>
<li><strong>Enxergar o processo como aprendizado:</strong> O luto pelas perdas nos conecta com nossas experiências passadas, mas não significa que estamos regredindo. Somos diferentes a cada nova perda e ganhamos resiliência. Entender que isso faz parte de nossa jornada pode ajudar a lidar com as emoções de maneira mais leve.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma nova perspectiva:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O luto não é um estado permanente. À medida que permitimos que nossas emoções aflorem e que enfrentamos nossas perdas, emergimos mais fortes. Perder algo ou alguém pode ser doloroso, mas ao aceitar essa dor como parte natural do viver, abrimos espaço para novas formas de satisfação e bem-estar!</strong></p>
<p>Fonte:<br />
Spring 2024 Vol. 40, No. 2<br />
<a href="https://post-polio.org/">https://post-polio.org/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entendendo a dor no Sobrevivente da Pólio!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/entendendo-a-dor-no-sobrevivente-da-polio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 12:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gestão da dor após a poliomielite e Síndrome Pós Pólio, pode ser um desafio complexo e muitas vezes frustrante. No entanto, existem maneiras de lidar com essa condição e melhorar a qualidade de vida. Vamos abordar alguns pontos importantes que podem ajudá-lo nessa jornada. Sua percepção da dor é única! Fatores como experiências traumáticas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A gestão da dor após a poliomielite e Síndrome Pós Pólio, pode ser um desafio complexo e muitas vezes frustrante. No entanto, existem maneiras de lidar com essa condição e melhorar a qualidade de vida. Vamos abordar alguns pontos importantes que podem ajudá-lo nessa jornada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sua percepção da dor é única!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fatores como experiências traumáticas do passado, como internações hospitalares na infância, podem influenciar a forma como você sente e lida com a dor. Entender esse aspecto é fundamental para encontrar as melhores soluções.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crenças e comportamentos também desempenham um papel importante!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos sobreviventes da poliomielite têm uma atitude determinada, muitas vezes ignorando os sinais de dor para continuar trabalhando. Embora essa atitude seja admirável, é importante encontrar um equilíbrio saudável entre atividade e descanso. Os profissionais de saúde reconhecem que a abordagem para lidar com a dor em sobreviventes da poliomielite é diferente daquela para outras condições, como a fibromialgia. Eles levarão em conta seus aspectos psicológicos e culturais para desenvolver estratégias de tratamento personalizadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A dor persistente e a dor crônica!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A dor persistente, muitas vezes, não está associada a uma causa física clara. Ela pode ser impulsionada por um processo crônico no sistema nervoso. Compreender essa natureza da dor é essencial para encontrar maneiras eficazes de aliviá-la. Muitas vezes, a causa da dor crônica é difícil de identificar. Isso pode levar a mudanças significativas em sua vida e até mesmo ao isolamento social. A equipe de saúde precisará adotar uma abordagem cuidadosa e contínua para ajudá-lo a lidar com essa situação. Os medicamentos para dor nervosa podem afetar todo o seu sistema nervoso, causando efeitos colaterais indesejados, como sonolência e confusão mental. É importante trabalhar com seu médico para encontrar a melhor opção de tratamento farmacológico. Além disso, questões biomecânicas e ergonômicas podem afetar sua dor. Ajustes posturais, uso de órteses e adaptações no ambiente podem ajudar a aliviar a sobrecarga em suas articulações e músculos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sua personalidade!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ela também influencia a forma como você lida com a dor. Embora a determinação seja admirável, é importante aprender a respeitar os limites do seu corpo, especialmente à medida que você envelhece. Abordagens abrangentes, como fisioterapia, terapia ocupacional e apoio psicológico, podem ser muito benéficas. Elas visam reduzir o estresse nas articulações, melhorar sua funcionalidade e ajudá-lo a lidar melhor com os desafios emocionais. Em alguns casos, cirurgias ortopédicas avançadas podem oferecer novas opções de tratamento. É importante escolher cuidadosamente seus médicos, buscando profissionais experientes nessa área.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, a gestão da dor em sobreviventes da poliomielite requer uma abordagem personalizada e multifacetada. Trabalhar em conjunto com sua equipe de saúde, considerando aspectos físicos, psicológicos, comportamentais e ambientais, é fundamental para melhorar sua qualidade de vida. Não desista e mantenha-se positivo &#8211; existem soluções disponíveis para ajudá-lo a enfrentar esse desafio!</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=uAsvAQKqUN4&amp;t=2s">https://www.youtube.com/watch?v=uAsvAQKqUN4&amp;t=2s</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/entendendo-a-dor-no-sobrevivente-da-polio/">Entendendo a dor no Sobrevivente da Pólio!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
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		<item>
		<title>Uso de Óleos Essenciais na SPP: Uma Perspectiva Integrativa!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/uso-de-oleos-essenciais-na-spp-uma-perspectiva-integrativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A poliomielite, uma doença viral que afeta o sistema nervoso, pode deixar sequelas duradouras nos sobreviventes, incluindo a Síndrome Pós Pólio (SPP). Esta síndrome é caracterizada por fraqueza muscular progressiva, dor nas articulações, fadiga e problemas respiratórios, surgindo anos ou até décadas após a recuperação inicial da poliomielite. Embora não haja cura, o manejo dos&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A poliomielite, uma doença viral que afeta o sistema nervoso, pode deixar sequelas duradouras nos sobreviventes, incluindo a <strong>Síndrome Pós Pólio (SPP)</strong>. Esta síndrome é caracterizada por fraqueza muscular progressiva, dor nas articulações, fadiga e problemas respiratórios, surgindo anos ou até décadas após a recuperação inicial da poliomielite. Embora não haja cura, o manejo dos sintomas é essencial para melhorar a qualidade de vida. Nesse contexto, os <strong>óleos essenciais</strong> vêm ganhando atenção como uma abordagem complementar para aliviar os sintomas da SPP.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como os Óleos Essenciais Podem Ajudar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os óleos essenciais, extraídos de plantas aromáticas, são conhecidos por suas propriedades terapêuticas, e pesquisas sugerem que alguns desses óleos podem ajudar a mitigar sintomas físicos e emocionais associados à SPP. Vamos explorar algumas das principais formas como os óleos essenciais podem ser utilizados no cuidado de sobreviventes da poliomielite:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="color: var(--wpex-text-2);">Redução da Dor e Inflamação Muscular e Articular</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A dor nas articulações e músculos é um dos principais sintomas da SPP. Diversos óleos essenciais possuem propriedades anti-inflamatórias e analgésicas que podem auxiliar no alívio da dor. O óleo essencial de <strong>alecrim</strong> (Rosmarinus officinalis), por exemplo, é conhecido por seus compostos bioativos, como o <strong>ácido rosmarínico</strong> e o <strong>cineol</strong>, que têm propriedades anti-inflamatórias e estimulantes da circulação sanguínea. Um estudo publicado no <em>Journal of Medicinal Food</em> em 2015 demonstrou que o óleo de alecrim pode ajudar a aliviar dores musculares crônicas e a rigidez articular . Para sobreviventes da pólio, a aplicação tópica de uma mistura diluída de óleo de alecrim em áreas doloridas pode ajudar a reduzir a inflamação e proporcionar alívio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="color: var(--wpex-text-2);">Melhoria da Qualidade do Sono e Redução da Ansiedade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A fadiga e os distúrbios do sono são comuns em indivíduos com SPP. Estudos científicos indicam que o <strong>óleo essencial de lavanda</strong> (Lavandula angustifolia) pode ser eficaz no manejo de insônia e ansiedade, ajudando os pacientes a ter uma melhor qualidade de sono e reduzindo o cansaço durante o dia. Uma revisão de 2019 no <em>International Journal of Psychiatry in Clinical Practice</em> destacou que a inalação do óleo essencial de lavanda foi eficaz na redução da ansiedade e na promoção do relaxamento . Para os sobreviventes da pólio que sofrem de insônia ou ansiedade relacionada à sua condição, o uso de difusores de óleo essencial com lavanda antes de dormir pode ser benéfico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="color: var(--wpex-text-2);">Alívio de Sintomas Respiratórios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns sobreviventes da poliomielite apresentam dificuldades respiratórias, principalmente devido à fraqueza muscular que afeta a função do diafragma. Óleos essenciais como o de <strong>eucalipto</strong> (Eucalyptus globulus) são conhecidos por suas propriedades expectorantes e podem ser úteis no alívio de sintomas respiratórios. O principal composto do eucalipto, o <strong>cineol</strong>, tem ação descongestionante e pode ajudar a melhorar a respiração. Estudos sugerem que o uso de óleo de eucalipto pode aumentar a capacidade pulmonar e reduzir a inflamação das vias respiratórias, promovendo uma respiração mais eficiente .</p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="color: var(--wpex-text-2);">Estimulação da Circulação e Alívio da Fadiga</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A fadiga é outro sintoma importante da SPP, e alguns óleos essenciais podem ajudar a estimular a circulação e melhorar os níveis de energia. O <strong>óleo essencial de hortelã pimenta</strong> (Mentha piperita) contém <strong>mentol</strong>, que tem um efeito revigorante e estimulante sobre o sistema nervoso. Em um estudo publicado no <em>Journal of the International Society of Sports Nutrition</em>, o óleo de hortelã pimenta demonstrou potencial para aumentar a resistência física e mental, o que pode ser particularmente útil para aqueles que lidam com fadiga crônica .</p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="color: var(--wpex-text-2);">Melhoria do Bem-Estar Emocional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos sobreviventes da pólio enfrentam desafios emocionais, como depressão e frustração, devido às limitações físicas impostas pela SPP. O óleo essencial de <strong>bergamota</strong> (Citrus bergamia) é conhecido por suas propriedades antidepressivas e ansiolíticas. Uma pesquisa publicada no <em>Phytotherapy Research</em> em 2017 mostrou que a inalação do óleo de bergamota reduziu significativamente os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, promovendo sentimentos de bem-estar . Incorporar o óleo de bergamota em práticas diárias de autocuidado, como aromaterapia, pode ajudar os sobreviventes da pólio a manterem um equilíbrio emocional mais saudável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como Utilizar Óleos Essenciais de Forma Segura</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora os óleos essenciais possam oferecer benefícios, é importante utilizá-los com cautela. Sempre dilua os óleos em um óleo carreador, como óleo de coco ou jojoba, antes de aplicar na pele. Além disso, recomenda-se consultar um profissional de saúde ou aromaterapeuta antes de iniciar o uso, especialmente em indivíduos com condições crônicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os óleos essenciais apresentam um potencial significativo como parte de uma abordagem integrativa no cuidado de sobreviventes da poliomielite. Com suas propriedades anti-inflamatórias, analgésicas, ansiolíticas e revitalizantes, eles podem ajudar a aliviar muitos dos sintomas da Síndrome Pós Pólio, melhorando a qualidade de vida. No entanto, seu uso deve ser complementado por outras formas de tratamento e sempre sob a supervisão de profissionais qualificados. Consulte seu médico a respeito, para verificar possíveis efeitos adversos a medicamentos que normalmente utiliza!</p>
<p>Referências:</p>
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<li><strong>&#8220;Anti-inflammatory and Analgesic Effects of Rosemary Essential Oil in Musculoskeletal Pain&#8221;</strong>, <em>Journal of Medicinal Food</em>, 2015.</li>
<li><strong>&#8220;Lavender Essential Oil in the Treatment of Anxiety Disorders&#8221;</strong>, <em>International Journal of Psychiatry in Clinical Practice</em>, 2019.</li>
<li><strong>&#8220;Eucalyptus Oil in Respiratory Health&#8221;</strong>, <em>Phytomedicine</em>, 2018.</li>
<li><strong>&#8220;The Effect of Peppermint Oil on Physical and Mental Fatigue in Chronic Fatigue Syndrome&#8221;</strong>, <em>Journal of the International Society of Sports Nutrition</em>, 2019.</li>
<li><strong>&#8220;Bergamot Essential Oil in Mood Enhancement: A Review&#8221;</strong>, <em>Phytotherapy Research</em>, 2017.</li>
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		<title>Qual cadeira de rodas é mais adequada?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/quando-e-como-utilizar-cadeira-de-rodas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 12:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cadeira de rodas é essencial para proporcionar conforto, segurança e posicionamento adequado, garantindo maior funcionalidade e independência ao usuário. Uma cadeira de rodas adequada é aquela que atende às necessidades específicas do usuário, considerando fatores como força, equilíbrio, coordenação e habilidades cognitivas. Além disso, deve fornecer suporte postural adequado, ajustado ao ambiente do usuário,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A cadeira de rodas é essencial para proporcionar conforto, segurança e posicionamento adequado, garantindo maior funcionalidade e independência ao usuário. Uma cadeira de rodas adequada é aquela que atende às necessidades específicas do usuário, considerando fatores como força, equilíbrio, coordenação e habilidades cognitivas. Além disso, deve fornecer suporte postural adequado, ajustado ao ambiente do usuário, e permitir fácil manutenção e reparos quando necessário. Existem diferentes modelos de cadeiras de rodas, cada um com suas características específicas.</p>
<p><strong>Cadeiras de rodas com estrutura em X. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estas ca<img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5905 size-thumbnail alignleft" style="color: var(--wpex-text-2);" src="https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/02/cadeira-em-X-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/02/cadeira-em-X-150x150.jpg 150w, https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/02/cadeira-em-X-300x298.jpg 300w, https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/02/cadeira-em-X.jpg 531w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><span style="color: var(--wpex-text-2);">deiras possuem um sistema de fechamento em X, o que facilita o armazenamento e o transporte em porta-malas. Podem ter um X simples ou duplo, sendo este último capaz de suportar pesos maiores. Geralmente, possuem apoios de pés rebatíveis, facilitando a transferência em alguns casos. No entanto, devido à sua estrutura mais pesada, a propulsão pode ser difícil para pacientes com pouca força muscular nos membros superiores. Além disso, exigem mais manutenção devido ao grande número de eixos e parafusos. Essas cadeiras são indicadas para idosos que percorrem longas distâncias, pes</span><span style="color: var(--wpex-text-2);">soas com tetraplegia sem bom controle de tronco, algumas paraplegias e aqueles que dependem de cuidadores para a propulsão.</span></p>
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<p><strong>Cadeiras de rodas com estrutura em monobloco: </strong></p>
<p style="margin: 0 0 var(--wpex-el-margin-bottom);"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5906 size-thumbnail alignleft" style="color: var(--wpex-text-2); text-align: justify;" src="https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/02/cadeira-monobloco-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/02/cadeira-monobloco-150x150.jpg 150w, https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/02/cadeira-monobloco-300x300.jpg 300w, https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/02/cadeira-monobloco.jpg 569w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p style="text-align: justify;">As cad<span style="text-align: justify; color: var(--wpex-text-2);">eiras de rodas com estrutura em monobloco são aquelas que possuem uma estrutura sólida, onde apenas o encosto pode ser abaixado sobre o assento. Esta configuração resulta em uma cadeira mais robusta e com menor necessidade de manutenção. Elas são mais leves para serem impulsionadas, possuem apoios de pés fixos em plataforma, o que significa que não podem</span><span style="text-align: justify; color: var(--wpex-text-2);"> ser removidos. </span><span style="text-align: justify; color: var(--wpex-text-2);">Essas cadeiras são indicadas para pessoas que perderam parte de sua autonomia ou que têm graves dificuldades de locomoção, mas que ainda mantêm controle sobre o tronco e têm habilidade e força suficientes para impulsioná-la de forma independente. Por serem mais leves, portáteis e terem uma mecânica mais favorável à propulsão e manobras, proporcionam maior independência ao usuário na transferência e transporte. Além disso, exigem menos esforço para serem conduzidas e ajudam a prevenir lesões por sobrecarga nos membros superiores.</span></p>
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<p><strong>Cadeira de rodas motorizada: </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5907 size-thumbnail alignleft" src="https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/02/cadeira-motorizada-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Essas são cadeiras de rodas motorizadas equipadas com controle por joystick. Embora tendam a ser pesadas, são construídas para suportar o peso do usuário. A prescrição dessas cadeiras envolv<span style="color: var(--wpex-text-2);">e diversos fatores que precisam ser considerados durante a avaliação. </span><span style="color: var(--wpex-text-2);">É importante avaliar se as dimensões e a disposição do ambiente domiciliar permitem a circulação e manobra da cadeira. Além disso, deve-se verificar se o ambiente oferece condições adequadas para a locomoção. </span><span style="color: var(--wpex-text-2);">Essas cadeiras são recomendadas para pacientes que não têm capacidade funcional para propulsão manual, devido a ausência de controle de tronco, fraqueza muscular significativa ou fadiga anormal nos membros superiores. Também são indicadas para indivíduos sem membros superiores, com rigidez articular que impeça a propulsão manual, ou com comprometimento cardiorrespiratório grave que impossibilite o uso de uma cadeira de rodas convencional. Para serem prescritas, é necessário que haja boa função cognitiva do usuário e condições ambientais adequadas para o uso seguro e eficaz do equipamento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Outras informações:</strong></p>
<p><strong>Estrutura em Aço ou em Alumínio?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao optar entre uma estrutura de aço ou alumínio para a cadeira de rodas, é importante considerar o peso do equipamento. Ambas as estruturas são robustas e seguras, porém o alumínio tende a ser mais leve que o aço. Se a mobilidade diária é uma preocupação, o peso da cadeira se torna um fator relevante. Existem também outras opções de materiais, como titânio, magnésio e carbono, com características distintas do alumínio e do aço, geralmente encontradas em cadeiras de rodas de alta qualidade.</p>
<p><strong>Rodas Traseiras Grandes ou Pequenas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A escolha entre rodas traseiras grandes e pequenas depende da capacidade do usuário de manejar a cadeira de forma independente. Rodas traseiras grandes são adequadas para usuários que podem manobrar a cadeira sozinhos. Já rodas traseiras pequenas (ou rodas de trânsito) são preferíveis para usuários que precisam ser empurrados, pois tornam a cadeira mais compacta e fácil de transportar.</p>
<p><strong>Pneus Pneumáticos ou Pneus Maciços?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A principal diferença entre pneus pneumáticos e pneus maciços está na presença de uma câmara de ar nos pneus pneumáticos, que precisa ser inflada regularmente. Enquanto pneus pneumáticos oferecem maior conforto ao absorverem os impactos do terreno, pneus maciços são mais práticos para uso interno, pois não requerem manutenção constante. Em resumo, pneus pneumáticos são mais adequados para uso externo, enquanto pneus maciços são preferíveis para uso interno.</p>
<p><strong>Travão de Acompanhante (Cuidador)?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O travão de acompanhante é um componente essencial quando a cadeira de rodas é conduzida por terceiros. Ele proporciona maior controle sobre a cadeira, garantindo segurança durante deslocamentos externos, especialmente em terrenos íngremes e ao superar obstáculos como degraus e rampas.</p>
<p><strong>Encosto Traseiro Dobrável?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Algumas cadeiras oferecem a opção de encosto traseiro dobrável, o que pode ser útil para facilitar o transporte em veículos de pequeno porte. Optar por essa característica torna a cadeira mais compacta e fácil de manusear ao longo do dia.</p>
<p><strong>Largura do Assento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao considerar a largura do assento da cadeira de rodas, é essencial garantir um ajuste preciso à cintura do usuário. Evitar folgas laterais no assento é crucial, pois estas resultam na perda de energia durante a propulsão da cadeira.  A noção de deixar espaço extra para a possibilidade de aumento de peso do usuário pode prejudicar o posicionamento adequado e até mesmo causar deformidades estruturais. Além disso, aumentar a largura do assento amplia a cadeira como um todo, o que pode ser inconveniente.</p>
<p><strong>Largura Total da Cadeira de Rodas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É crucial considerar a largura total da cadeira para evitar dificuldades de acesso a locais com portas estreitas, como em habitações antigas, onde portas com dimensões inferiores a 70/75 centímetros são comuns. Antes da compra, é importante verificar as medidas dos locais onde a cadeira será utilizada para garantir a acessibilidade no dia a dia. É importante observar que a largura total da cadeira é diretamente relacionada à largura do assento. Ou seja, quanto maior a largura do assento, maior será a largura total da cadeira.</p>
<p><strong>A Importância das Dimensões Corretas da Cadeira de Rodas para o Conforto e a Independência</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para indivíduos que dependem de uma cadeira de rodas, ter as dimensões corretas é fundamental para o conforto, a independência e a prevenção de complicações de saúde. Uma cadeira de rodas bem ajustada não só proporciona conforto, mas também promove a independência do usuário. Optar por uma cadeira mal ajustada pode causar desconforto, lesões na pele e até problemas respiratórios.</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="https://www.clinicalamari.com.br/post/muleta-bengala-andador-e-cadeira-de-rodas-saiba-quando-usar-cada-um-dos-auxiliares-de-marcha">https://www.clinicalamari.com.br/post/muleta-bengala-andador-e-cadeira-de-rodas-saiba-quando-usar-cada-um-dos-auxiliares-de-marcha</a></p>
<p><a href="https://www.iacess.pt/blog/9-dicas-para-escolher-uma-cadeira-de-rodas-standard/">https://www.iacess.pt/blog/9-dicas-para-escolher-uma-cadeira-de-rodas-standard/</a></p>
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<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/quando-e-como-utilizar-cadeira-de-rodas/">Qual cadeira de rodas é mais adequada?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
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