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	<title>Arquivos Casa e Acessibilidade - Instituto Giorgio Nicoli</title>
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	<description>Pólio e Pós-Pólio: Acredite na vida</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Sep 2026 18:01:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Tecnologia pode ajudar você a andar melhor?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/tecnologia-pode-ajudar-voce-a-andar-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 15:22:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento para o Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Órteses, novos materiais e recursos de mobilidade estão evoluindo. Para quem teve pólio, tecnologia pode significar gastar menos energia e preservar autonomia. Quando ouvimos falar em tecnologia na reabilitação, pensamos logo em robôs, inteligência artificial ou equipamentos futuristas. Mas, para quem teve pólio, uma inovação muito mais simples pode fazer uma grande diferença: caminhar com&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Órteses, novos materiais e recursos de mobilidade estão evoluindo. Para quem teve pólio, tecnologia pode significar gastar menos energia e preservar autonomia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando ouvimos falar em tecnologia na reabilitação, pensamos logo em robôs, inteligência artificial ou equipamentos futuristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, para quem teve pólio, uma inovação muito mais simples pode fazer uma grande diferença:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>caminhar com mais segurança e gastar menos energia para isso.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E às vezes essa tecnologia está em uma órtese, numa bengala adequadamente indicada ou em um equipamento de mobilidade melhor adaptado ao corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A órtese também evoluiu</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos sobreviventes da pólio conheceram aparelhos pesados e desconfortáveis durante a infância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, voltar a falar em órtese pode despertar resistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas esses dispositivos mudaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje existem órteses produzidas com materiais mais leves, como <strong>fibra de carbono</strong>, além de novas possibilidades de fabricação e personalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da necessidade, uma órtese pode ajudar a estabilizar tornozelo e joelho, controlar o pé que arrasta e tornar a marcha mais segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão deixa de ser:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Preciso voltar a usar aparelho?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">e passa a ser:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Existe hoje algum recurso que possa tornar meu movimento mais eficiente?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia também pode economizar energia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem vive com os efeitos tardios da pólio, esse ponto é fundamental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se cada passo exige compensações excessivas, músculos e articulações podem trabalhar mais do que deveriam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma órtese ou um recurso auxiliar corretamente indicado pode, em determinadas situações, <strong>reduzir esforço, melhorar estabilidade e ajudar a prevenir tropeços e quedas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso muda nossa maneira de enxergar bengalas, andadores, órteses e cadeiras de rodas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles não precisam representar o fim da independência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podem ser ferramentas para <strong>preservá-la</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O melhor recurso é o mais moderno?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É aquele adequado ao seu corpo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma tecnologia sofisticada, mas mal indicada, pode não trazer benefício. Uma órtese precisa considerar força muscular, articulações, deformidades, equilíbrio e a maneira particular como aquela pessoa caminha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo vale para bengalas, andadores e cadeiras de rodas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, copiar o equipamento utilizado por outra pessoa com SPP nem sempre funciona.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A história da pólio é individual. A solução também precisa ser.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Faça o “Check-up da sua Mobilidade”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas perguntas podem ajudar a perceber se chegou a hora de reavaliar os recursos que você utiliza:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Meu pé está arrastando mais?</li>



<li>Meu joelho parece falhar durante a caminhada?</li>



<li>Estou tropeçando ou caindo?</li>



<li>Caminhar está consumindo energia demais?</li>



<li>Sinto mais dor depois de andar?</li>



<li>Minha órtese é antiga ou está desconfortável?</li>



<li>Minha bengala ou andador ainda atende às minhas necessidades?</li>



<li>Estou deixando de sair porque caminhar ficou difícil?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se respondeu <strong>sim</strong> a algumas delas, talvez valha conversar com um profissional sobre uma nova avaliação da sua mobilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E o futuro?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sensores de movimento, análise digital da marcha, impressão 3D, materiais mais leves e dispositivos cada vez mais personalizados estão ampliando as possibilidades da reabilitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que todas essas tecnologias já estejam disponíveis ou comprovadas especificamente para pessoas com SPP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas existe uma mudança importante acontecendo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>a tecnologia está aprendendo a se adaptar cada vez mais à pessoa — e não apenas exigir que a pessoa se adapte ao equipamento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem passou décadas fazendo o corpo se adaptar para continuar andando, essa mudança merece ser acompanhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Independência também é saber usar ajuda</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez o maior avanço não esteja apenas nos equipamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está na maneira como olhamos para eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Usar uma órtese, uma bengala ou outro recurso quando necessário <strong>não apaga tudo o que você conquistou depois da pólio</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se uma tecnologia permite gastar menos energia, caminhar com mais segurança ou continuar participando das atividades que são importantes para você, ela pode estar cumprindo exatamente o seu papel:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ajudar você a preservar liberdade, mobilidade e autonomia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importante:</strong> órteses e dispositivos de mobilidade devem ser avaliados individualmente por profissionais capacitados. Este conteúdo é educativo e não substitui avaliação profissional.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Continue se informando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se este assunto é importante para você, veja também:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/andador-bengala-cadeiras-gratuitamente-veja-como-e-onde-pedir/"><strong>Andador, Bengala, Cadeiras Gratuitamente: Veja Como e Onde Pedir!</strong></a></li>



<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/sindrome-pos-polio-intervencao-e-tratamento/"><strong>Síndrome Pós-Pólio — Intervenção e Tratamento!</strong></a></li>



<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/quando-e-como-utilizar-cadeira-de-rodas/"><strong>Qual cadeira de rodas é mais adequada?</strong></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes utilizadas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Post-Polio Health International — Orthotic Devices for Post-Polio Syndrome: An Orthotist&#8217;s Perspective</strong><br><a href="https://post-polio.org/living_with_polio/orthotic-devices-for-post-polio-syndrome-an-orthotists-perspective/"><strong>https://post-polio.org/living_with_polio/orthotic-devices-for-post-polio-syndrome-an-orthotists-perspective/</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Post-Polio Health International — Orthotics</strong><br><a href="https://post-polio.org/living_with_polio/orthotics/"><strong>https://post-polio.org/living_with_polio/orthotics/</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Post-Polio Health International — Navigating the Seating and Mobility World with Post-Polio</strong><br><a href="https://post-polio.org/living_with_polio/navigating-the-seating-and-mobility-world-with-post-polio/"><strong>https://post-polio.org/living_with_polio/navigating-the-seating-and-mobility-world-with-post-polio/</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tropeçou de novo? Atenção!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/tropecou-de-novo-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 15:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Sinais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quedas não acontecem “só por causa da idade”. Descubra o que pode estar mudando no seu equilíbrio e na sua maneira de caminhar. Foi apenas um tropeço. Depois outro. Talvez você tenha começado a arrastar um pouco o pé, apoiar-se mais nos móveis ou prestar muito mais atenção ao chão enquanto caminha. Para quem teve&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quedas não acontecem “só por causa da idade”. Descubra o que pode estar mudando no seu equilíbrio e na sua maneira de caminhar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi apenas um tropeço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você tenha começado a arrastar um pouco o pé, apoiar-se mais nos móveis ou prestar muito mais atenção ao chão enquanto caminha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem teve pólio, essas pequenas mudanças <strong>podem trazer informações importantes sobre o corpo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, uma queda raramente começa no momento em que a pessoa cai.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O tropeço pode ser o primeiro aviso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o envelhecimento, equilíbrio, visão, força muscular e velocidade de reação podem mudar. E quedas tornam-se mais frequentes com a idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o sobrevivente da pólio, outros fatores podem se somar: fraqueza muscular, diferenças entre as pernas, alterações nos pés, compensações desenvolvidas durante décadas e fadiga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, se você começou a tropeçar mais, vale perguntar:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“O que mudou na minha maneira de caminhar?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em que momento você tropeça?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa pergunta pode revelar muito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine duas situações:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Você começa o dia caminhando bem, mas passa a arrastar o pé depois de algumas horas de atividade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode existir uma relação com fadiga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora imagine:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O pé está arrastando desde o início do dia e isso vem piorando nos últimos meses.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É outra história — e merece avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, mais importante do que contar quantas vezes tropeçou é perceber <strong>quando e como isso acontece</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Faça o “Mapa do Tropeço”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se os tropeços estão se repetindo, observe durante alguns dias:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Acontecem mais no final do dia?</li>



<li>Surgem depois de caminhar determinada distância?</li>



<li>Meu pé está arrastando?</li>



<li>Uma perna parece falhar?</li>



<li>Estou perdendo o equilíbrio ao mudar de direção?</li>



<li>Tropeço mais em tapetes, degraus ou pisos irregulares?</li>



<li>Comecei a evitar lugares por medo de cair?</li>



<li>Minha bengala, órtese ou calçado continuam adequados?</li>



<li>Houve alguma mudança recente na minha força ou mobilidade?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se puder, anote.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você estará criando <strong>a história do seu tropeço</strong>, informação que pode ajudar muito numa avaliação profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não espere a primeira queda</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma diferença importante entre:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Eu caio muito.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">e</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Estou começando a tropeçar mais.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo momento pode ser justamente a oportunidade de agir <strong>antes que aconteça uma queda com consequências maiores</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma avaliação pode observar força, equilíbrio, postura, marcha, pés, órteses e a necessidade de recursos auxiliares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o ambiente merece atenção: iluminação insuficiente, tapetes soltos, fios, degraus e móveis no caminho podem transformar uma pequena instabilidade em queda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bengala ou órtese significam perda de independência?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não necessariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um ponto especialmente importante para quem passou a vida lutando para manter sua autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes existe resistência em usar bengala, órtese, andador ou outro recurso porque ele parece representar uma perda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas podemos inverter a pergunta:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E se esse recurso permitir caminhar com mais segurança, gastar menos energia e continuar fazendo aquilo que é importante para você?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse caso, ele não está retirando autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Está ajudando a preservá-la.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tropeçar não é motivo para medo. É motivo para atenção.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todo tropeço significa que existe um problema novo. Todos tropeçamos ocasionalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que merece atenção é <strong>a mudança do padrão</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você começou a tropeçar com maior frequência, percebe que o pé está arrastando, sente a perna falhar ou passou a ter medo de caminhar, converse com o profissional que acompanha você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não espere o corpo precisar falar através de uma queda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Observe antes. Investigue antes. Previna antes.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque continuar se movimentando com segurança também é uma forma de preservar <strong>liberdade, confiança e autonomia.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Continue se informando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se este assunto é importante para você, veja também:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/fadiga-intermitente-quando-o-corpo-fala-em-silencio/"><strong>Fadiga Intermitente: Quando o Corpo Fala em Silêncio!</strong></a></li>



<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/como-os-pes-sao-afetados-pelos-efeitos-tardios-da-poliomielite/"><strong>Como os pés são afetados pelos efeitos tardios da poliomielite?</strong></a></li>



<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/quando-e-como-utilizar-bengalas/"><strong>Quando e como utilizar: Bengalas!</strong></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes utilizadas</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>World Health Organization — Falls<br></strong><a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/falls?utm_source=chatgpt.com"><strong>https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/falls</strong></a></li>



<li><strong>PubMed — Falls in Post-Polio Patients: Prevalence and Risk Factors<br></strong><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34827103/?utm_source=chatgpt.com"><strong>https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34827103/</strong></a></li>



<li><strong>Post-Polio Health International<br></strong><a href="https://post-polio.org/"><strong>https://post-polio.org/</strong></a></li>
</ul>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IA e Reabilitação: o futuro começou?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/ia-e-reabilitacao-o-futuro-comecou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento para o Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante décadas, a reabilitação foi baseada principalmente na experiência dos profissionais e no esforço diário dos pacientes. Hoje, uma nova aliada está transformando esse cenário: a Inteligência Artificial (IA). Mas será que isso é apenas tecnologia do futuro? A resposta é não. O futuro da reabilitação já começou. A Inteligência Artificial já está sendo utilizada&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante décadas, a reabilitação foi baseada principalmente na experiência dos profissionais e no esforço diário dos pacientes. Hoje, uma nova aliada está transformando esse cenário: a Inteligência Artificial (IA).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas será que isso é apenas tecnologia do futuro?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta é não.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O futuro da reabilitação já começou.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Inteligência Artificial já está sendo utilizada para analisar movimentos, acompanhar exercícios em casa, personalizar programas de fisioterapia, prever riscos de quedas e até auxiliar no controle de exoesqueletos e robôs de reabilitação. Em vez de substituir os profissionais de saúde, a IA funciona como uma ferramenta que amplia sua capacidade de avaliar cada paciente de forma muito mais precisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine realizar um exercício e receber, em tempo real, a informação de que seu movimento está sendo executado de forma inadequada. Ou utilizar sensores capazes de identificar pequenas alterações na marcha antes mesmo que elas sejam percebidas pelo fisioterapeuta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso já acontece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sistemas inteligentes conseguem comparar milhares de movimentos, identificar padrões individuais e adaptar os exercícios conforme a evolução de cada pessoa. O resultado é uma reabilitação cada vez mais personalizada e segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E na Síndrome Pós Pólio?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora ainda existam poucos estudos específicos para a Síndrome Pós-Pólio, as tecnologias desenvolvidas para outras doenças neurológicas, como AVC, lesão medular e doença de Parkinson, poderão beneficiar também os sobreviventes da pólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A IA poderá ajudar, por exemplo, a:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">• monitorar a fadiga durante as atividades;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• ajustar automaticamente a intensidade dos exercícios;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• identificar precocemente sinais de sobrecarga muscular;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• acompanhar a evolução funcional ao longo dos meses;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• permitir que parte da reabilitação seja realizada em casa, com supervisão remota da equipe de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Brasil também participa dessa revolução</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, pesquisadores brasileiros vêm contribuindo para esse avanço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho do neurocientista <strong>Miguel Nicolelis</strong> tornou-se conhecido mundialmente pelo desenvolvimento de interfaces cérebro-máquina e do exoesqueleto apresentado na abertura da Copa do Mundo de 2014. Mais recentemente, novas pesquisas do <strong>Projeto Andar de Novo (Walk Again Project)</strong> continuam explorando a combinação entre neurociência, realidade virtual, robótica e inteligência artificial para ampliar a recuperação funcional de pessoas com lesões neurológicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra referência nacional é a <strong>Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação</strong>, que há muitos anos utiliza tecnologias avançadas em programas de reabilitação neurológica e continua incorporando soluções digitais e inteligentes para melhorar a avaliação e o acompanhamento dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A tecnologia nunca substituirá o ser humano!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de todo esse avanço, existe algo que nenhuma Inteligência Artificial consegue substituir: a relação entre paciente e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A motivação, o acolhimento, a experiência clínica e o olhar humano continuam sendo fundamentais no processo de reabilitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A IA não veio para ocupar esse espaço.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Veio para potencializá-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem convive com a Síndrome Pós Pólio, essa é uma excelente notícia. A ciência continua evoluindo e novas ferramentas surgem para tornar a reabilitação cada vez mais individualizada, segura e eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Talvez a Inteligência Artificial não faça alguém voltar a caminhar sozinha.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas ela poderá ajudar milhares de pessoas a preservar movimentos, reduzir limitações, ganhar autonomia e viver com mais qualidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E isso já representa uma verdadeira revolução.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer saber mais?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Brasil</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Projeto Andar de Novo (Walk Again Project): <a href="https://walkagainproject.org">https://walkagainproject.org</a></li>



<li>Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação: <a href="https://www.sarah.br">https://www.sarah.br</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudos científicos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lee MH et al. <em>Enabling AI and Robotic Coaches for Physical Rehabilitation Therapy</em> (2021).</li>



<li>Anton D et al. <em>A Telerehabilitation System for the Selection, Evaluation and Remote Management of Therapies</em> (2024).</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/ia-e-reabilitacao-o-futuro-comecou/">IA e Reabilitação: o futuro começou?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exoesqueletos: Esperança para Doenças Neuromusculares?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/exoesqueletos-esperanca-para-doencas-neuromusculares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 14:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento para o Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia que começa a transformar a reabilitação! Durante muito tempo, muitos sobreviventes da pólio ouviram:“não há muito o que fazer”. Mas a tecnologia começa lentamente a mudar esse cenário. Uma das áreas mais promissoras da reabilitação moderna é o desenvolvimento dos exoesqueletos robóticos — equipamentos criados para auxiliar movimentos e reduzir o desgaste físico&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A tecnologia que começa a transformar a reabilitação!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante muito tempo, muitos sobreviventes da pólio ouviram:<br>“não há muito o que fazer”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a tecnologia começa lentamente a mudar esse cenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das áreas mais promissoras da reabilitação moderna é o desenvolvimento dos exoesqueletos robóticos — equipamentos criados para auxiliar movimentos e reduzir o desgaste físico de pessoas com limitações motoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são exoesqueletos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">São estruturas robóticas vestíveis que ajudam o corpo durante a marcha e determinados movimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Utilizam sensores e sistemas computadorizados para auxiliar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>equilíbrio;</li>



<li>postura;</li>



<li>caminhada;</li>



<li>distribuição de carga muscular;</li>



<li>redução do esforço físico.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eles podem ajudar sobreviventes da pólio?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, sim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores já estudam o uso dessas tecnologias em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Síndrome Pós-Pólio;</li>



<li>lesões medulares;</li>



<li>ELA;</li>



<li>distrofias musculares;</li>



<li>doenças neuromusculares degenerativas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo não é apenas fazer a pessoa andar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É reduzir desgaste energético, preservar articulações e ampliar qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Limitações atuais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda existem desafios importantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>custo elevado;</li>



<li>acesso limitado;</li>



<li>necessidade de centros especializados;</li>



<li>adaptação individual.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, a área avança rapidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O futuro da reabilitação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos exoesqueletos, novas tecnologias vêm ganhando espaço:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>órteses inteligentes;</li>



<li>neuroestimulação;</li>



<li>fisioterapia robótica;</li>



<li>sensores corporais;</li>



<li>inteligência artificial aplicada à reabilitação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro da neurologia e da reabilitação começa a ser redesenhado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A esperança também faz parte do tratamento</strong>!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por muitos anos, sobreviventes da pólio sentiram-se esquecidos pela ciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, o mundo começa novamente a olhar para qualidade de vida, autonomia e envelhecimento neuromuscular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E isso representa esperança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9367113">https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9367113</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://golifeward.com/">Lifeward &#8211; Redefine Possible</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38669435/">Robotic exoskeletons and total knee arthroplasty: The future of knee rehabilitation and replacement &#8211; A meta-analysis &#8211; PubMed</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que a Bioengenharia e a hidroterapia podem auxiliar nas sequelas da Pólio?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/o-que-a-bioengenharia-e-a-hidroterapia-podem-auxiliar-nas-sequelas-da-polio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 11:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reabilitação de quem vive com sequelas da poliomielite (e também com Síndrome Pós Pólio – SPP) está ficando mais eficiente e menos desgastante quando une duas frentes: Bioengenharia (tecnologia assistiva) → para andar com mais segurança e gastar menos energia Hidroterapia (fisioterapia aquática) → para reduzir dor e fadiga e treinar movimentos com menos&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reabilitação de quem vive com sequelas da poliomielite (e também com Síndrome Pós Pólio – SPP) está ficando mais <strong>eficiente e menos desgastante</strong> quando une duas frentes:</p>
<ul>
<li><strong>Bioengenharia (tecnologia assistiva)</strong> → para <strong>andar com mais segurança e gastar menos energia</strong></li>
<li><strong>Hidroterapia (fisioterapia aquática)</strong> → para <strong>reduzir dor e fadiga</strong> e treinar movimentos com menos sobrecarga</li>
</ul>
<p><strong>Bioengenharia:</strong> é <strong>tecnologia sob medida</strong>, para dar <strong>segurança + eficiência</strong>, sem aumentar a exaustão.</p>
<p>A bioengenharia cria dispositivos que <strong>ajudam a mover, sustentar ou alinhar o corpo</strong> quando há fraqueza, instabilidade ou assimetria.</p>
<p><strong>O que isso pode fazer por você:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Dar mais estabilidade ao quadril/joelho/tornozelo</strong></li>
<li><strong>Diminuir o risco de quedas</strong></li>
<li><strong>Evitar arrastar o pé</strong></li>
<li><strong>Reduzir o “custo” do caminhar</strong> (menos gasto de energia e menos fadiga)</li>
<li><strong>Aliviar a sobrecarga nos braços e ombros</strong> em quem usa muletas</li>
</ul>
<p><strong>Exemplos:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Órteses mais modernas</strong> (mais leves e bem ajustadas)</li>
<li><strong>Órteses com auxílio de movimento</strong> (alguns modelos usam sistemas pneumáticos, como “músculos artificiais”)</li>
<li><strong>Controle por sinal do próprio músculo</strong> (em alguns casos, sensores captam um “sinal” residual do músculo para acionar o suporte, gerando movimento mais natural)</li>
</ul>
<p><strong>Hidroterapia: menos impacto, mais movimento, menos dor</strong></p>
<p>Na SPP, é muito comum haver <strong>fraqueza progressiva, dor e fadiga</strong>. A água ajuda porque “tira peso” do corpo e permite treinar com menor ação da gravidade.</p>
<p><strong>Benefícios mais percebidos:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Menos sobrecarga nas articulações</strong> (água “sustenta” parte do peso)</li>
<li><strong>Menos dor</strong> e mais relaxamento, especialmente em <strong>água aquecida</strong></li>
<li><strong>Menos fadiga</strong> quando o treino é bem dosado</li>
<li><strong>Melhora de equilíbrio e marcha</strong> com segurança</li>
<li><strong>Condicionamento físico</strong> com menor impacto (ex.: movimento de “pedalar” na água)</li>
</ul>
<p><strong>Água aquecida:</strong> em geral, temperaturas por volta de <strong>33,5°C a 34°C</strong> costumam favorecer relaxamento e analgesia.</p>
<p><strong>Quando essa combinação faz mais diferença?</strong></p>
<p>Pode ser especialmente útil se você sente:</p>
<ul>
<li><strong>Dor frequente</strong> (muscular e/ou articular)</li>
<li><strong>Cansaço desproporcional</strong> para tarefas simples</li>
<li><strong>Quedas, instabilidade ou medo de cair</strong></li>
<li><strong>Sobrecarga em ombros/punhos</strong> por uso de muletas</li>
<li><strong>Piora da marcha</strong> (arrastar o pé, assimetria, tropeços)</li>
</ul>
<p><strong>Checklist rápido: o que perguntar ao seu fisioterapeuta/médico</strong></p>
<p><strong>Sobre bioengenharia/órteses</strong></p>
<ul>
<li>“Minha marcha está gastando energia demais? Dá para medir isso?”</li>
<li>“Uma órtese pode <strong>reduzir fadiga e quedas</strong> no meu caso?”</li>
<li>“Meu alinhamento (quadril/joelho/pé) está sobrecarregando alguma articulação?”</li>
<li>“Existe opção mais leve, mais confortável e ajustada para mim?”</li>
</ul>
<p><strong>Sobre hidroterapia</strong></p>
<ul>
<li>“Qual a frequência ideal para eu melhorar sem piorar a fadiga?”</li>
<li>“Quais exercícios devo evitar para não sobrecarregar músculos já enfraquecidos?”</li>
<li>“Como controlar a intensidade para não ter piora no dia seguinte?”</li>
</ul>
<p><strong>Atenção: reabilitação na SPP precisa ser “inteligente”, não “no limite”</strong></p>
<p>Na Síndrome Pós Pólio, o objetivo não é “forçar para ganhar”. É <strong>proteger o que funciona</strong>, reduzir dor, manter independência e <strong>evitar sobrecarga</strong>. Se a terapia deixa você pior por dias, algo precisa ser ajustado.</p>
<p><strong>Fonte:<br />
</strong><a href="https://www.ufmg.br/congrext/Tecno/Tecno12.pdf">https://www.ufmg.br/congrext/Tecno/Tecno12.pdf</a></p>
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		<title>Andador, Bengala, cadeiras gratuitamente: Veja Como e Onde Pedir!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/andador-bengala-cadeiras-gratuitamente-veja-como-e-onde-pedir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 12:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você ou alguém da sua família precisa de um andador, bengala ou cadeira de rodas e não tem condições de comprar, saiba que é possível conseguir esses equipamentos de forma gratuita por meio do SUS, ONGs ou projetos sociais. Neste artigo, vamos mostrar onde solicitar, quais documentos são necessários e como facilitar o acesso&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Se você ou alguém da sua família precisa de um andador, bengala ou cadeira de rodas e não tem condições de comprar, saiba que é possível conseguir esses equipamentos de forma <strong>gratuita</strong> por meio do SUS, ONGs ou projetos sociais. Neste artigo, vamos mostrar <strong>onde solicitar, quais documentos são necessários</strong> e como facilitar o acesso a esse direito essencial para sua mobilidade e qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Clube da Bengala – Assumme (Associação Para Um Mundo Melhor)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empréstimos gratuitos de bengalas, andadores, cadeiras de banho, cadeiras de rodas e outros equipamentos.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Funciona por <strong>empréstimo temporário (até 6 meses, renovável)</strong>, ideal enquanto aguarda itens pelo SUS.</li>
<li><strong>Como solicitar</strong>: acessar o site <a href="http://www.assumme.org.br">www.assumme.org.br</a>, preencher o <strong>Cadastro Beneficiário</strong> ou enviar WhatsApp para (11) 97087‑7122 para receber o link de inscrição.</li>
<li><strong>Documentação</strong>: não é exigida receita médica; apenas cadastro online e aceitação do Termo de Compromisso. Não há custo, mas o empréstimo tem prazo definido<strong>. </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto Antônia Maria (Minas Gerais)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Banco ortopédico que recebe doações e realiza empréstimos de cadeiras de banho, andadores, muletas e outros itens.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A rede articula parceiros para fazer empréstimos entre doadores e quem precisa</li>
<li><strong>Como acessar</strong>: visite o site da Rede Ibero‑Americana (riaam‑minas.org.br) e procure por “banco ortopédico”, preencha formulário ou busque local de atendimento. <a href="https://www.riaam-minas.org.br/banco-ortopedico/">https://www.riaam-minas.org.br/banco-ortopedico/</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto Cadeira Solidária – Instituto Federal de Goiás (IFG)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empréstimo de cadeiras de banho, muletas, andadores e bengalas, com prazo de até <strong>1 ano</strong>, podendo ser estendido conforme necessidade.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Como pedir</strong>: acesse <a href="https://www.facebook.com/cadeirasolidariaSBC/">https://www.facebook.com/cadeirasolidariaSBC/</a></li>
<li>Preencha o cadastro e aguarde contato.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ideal para quem mora em Goiás ou região central do Brasil.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Grupo SAF (Serviço de Assistência Familiar – Nordeste)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">✔️ Empréstimo gratuito de cadeiras de banho, cadeiras de rodas, andadores e bengalas por até 90 dias por unidade.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Como acessar</strong>: entre na área de “Empréstimo de Equipamentos” no site do Grupo SAF ou ligue para os contatos disponíveis no site para verificar unidade mais próxima <a href="https://www.gruposaf.com.br/equip">https://www.gruposaf.com.br/equip</a>?</li>
<li>Adequado para quem reside próximo às unidades distribuídas, especialmente no Nordeste.</li>
</ul>
<p><strong>ABBR &#8211; Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (SUS e particular &#8211; Rio de Janeiro)</strong></p>
<p>A ABBR presta atendimento de reabilitação a crianças, jovens, adultos e idosos com limitação de atividade motora e atua, primordialmente, no Estado do Rio de Janeiro, em função da multidisciplinaridade e integralidade de seus programas de tratamentos. Possui oficina ortopédica.</p>
<p>Telefones para contato:  (21) 3528-6363 e (21) 3040-8250. Site:<a href="https://abbr.org.br/"> https://abbr.org.br/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E o SUS? Saiba como obter gratuitamente pelo sistema público!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Sistema Único de Saúde (SUS)</strong> oferece <strong>órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção (OPM)</strong> — como bengalas, andadores, cadeiras de banho e cadeiras de rodas — <strong>totalmente gratuitos e sob medida em 45 oficinas ortopédicas espalhadas por todo o Brasil.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Das 45 oficinas existentes no SUS, oito são itinerantes, ou seja, viajam em carretas pelo Brasil levando esperança de uma vida com maior inclusão e qualidade à população. Geralmente, essas unidades atendem regiões mais afastadas, ou remotas, que não têm o serviço de produção próprio. Essas oficinas fazem o primeiro atendimento, realizam provas dos dispositivos nos pacientes, dos equipamentos a quem necessita. Contudo, a confecção é sempre feita em uma oficina fixa. Importante salientar que cabe as secretarias estaduais e municipais de saúde indicarem suas necessidades para esse serviço.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>COMO TER ACESSO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os interessados nas órteses, próteses ou meios auxiliares de locomoção, precisam, em primeiro lugar, procurar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). <strong>“Esse paciente vai ser encaminhado para um Centro Especializados em Reabilitação (CER). A partir do momento em que ele está sendo atendido pelo centro, ele está em um programa de tratamento e, neste programa, um profissional vai verificar se é preciso alguma órtese ou prótese. Caso seja necessário, o paciente vai ser encaminhado para uma oficina ortopédica”,</strong> afirmou o coordenador geral de Saúde da Pessoa com Deficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de serem atendidas nas oficinas, os interessados passam por um dos 248 Centro Especializados em Reabilitação (CER) espalhados pelo Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informação:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/outubro/sus-oferece-gratuitamente-orteses-e-proteses-sob-medida">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/outubro/sus-oferece-gratuitamente-orteses-e-proteses-sob-medida</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que significa a sigla CER?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As Coordenações de Emergência Regional (<strong>CER</strong>) são um novo modelo de atendimento de urgência e emergência clínica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tipos de  CER </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CER II</strong> &#8211; composto por duas modalidades de reabilitação; ▪ <strong>CER</strong> III &#8211; composto por três modalidades de reabilitação e ▪ <strong>CER</strong> IV &#8211; composto por quatro modalidades de reabilitação.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Centros Especializados em Reabilitação (CER) integram as diversas modalidades de reabilitação (física, auditiva, intelectual e visual) e contam com equipe multidisciplinar que realiza diagnóstico, tratamento, concessão, adaptação e manutenção de Tecnologia Assistiva, constituindo-se em referência para a rede de atenção à saúde no território.</p>
<p style="text-align: justify;">Links Interessantes para São Paulo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diretrizes para indicação e reposição de cadeira de rodas, banho, adequação</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/DIRETRIZES_CR_AP_ALMOF_2022(1).pdf">https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/DIRETRIZES_CR_AP_ALMOF_2022(1).pdf</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Centros Especializados em Reabilitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/CER_REAB_jun24.pdf">https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/CER_REAB_jun24.pdf</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Protocolo de Acesso aos CER</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/Anexo_I_ACESSO_CER_2023(1).pdf">https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/Anexo_I_ACESSO_CER_2023(1).pdf</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Unidade Básica de Saúde (UBS) &#8211; São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/">https://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais informação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://prefeitura.sp.gov.br/web/saude/w/atencao_basica/pessoa_com_deficiencia/16314">https://prefeitura.sp.gov.br/web/saude/w/atencao_basica/pessoa_com_deficiencia/16314</a></p>
<p style="text-align: justify;">Para outros locais, entrem em contato através do site da prefeitura da cidade ou estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dicas importantes</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Verifique disponibilidade</strong>: muitas ONGs atualizam em grupos ou sites se há estoques disponíveis (como o Clube da Bengala no Facebook).</li>
<li><strong>Agende consultas</strong> com médicos ou fisioterapeutas para obter laudo detalhado, especialmente se for solicitar via SUS.</li>
<li><strong>Documente tudo</strong>: mantenha fotos do equipamento que recebe em empréstimo e guarde comprovantes — isso é exigido em alguns termos de responsabilidade da ONG.</li>
<li><strong>Divulgue</strong>: compartilhe essas informações em redes sociais e grupos de apoio. Muitas pessoas não sabem que esses recursos existem.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Se este artigo fez sentido para você, compartilhe com outros sobreviventes. Juntos, seguimos mais fortes.</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/andador-bengala-cadeiras-gratuitamente-veja-como-e-onde-pedir/">Andador, Bengala, cadeiras gratuitamente: Veja Como e Onde Pedir!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pólio e a Tendência a Torcer o Tornozelo!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/polio-e-a-tendencia-a-torcer-o-tornozelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 12:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6266</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Que Fazer Quando o Ranger Aparece? Pergunta de um sobrevivente da pólio: &#8220;Fiz uma artrodese tripla na adolescência para corrigir a tendência de torcer o tornozelo. Hoje, aos 78 anos, percebo que meus ossos rangem ao caminhar — como se a cartilagem tivesse desaparecido. Isso é um problema? O que pode ser feito para&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/polio-e-a-tendencia-a-torcer-o-tornozelo/">Pólio e a Tendência a Torcer o Tornozelo!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O Que Fazer Quando o Ranger Aparece?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pergunta de um sobrevivente da pólio:</strong><br />
<em>&#8220;Fiz uma artrodese tripla na adolescência para corrigir a tendência de torcer o tornozelo. Hoje, aos 78 anos, percebo que meus ossos rangem ao caminhar — como se a cartilagem tivesse desaparecido. Isso é um problema? O que pode ser feito para ajudar? No geral, estou com boa saúde.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resposta da Dra. Marny Eulberg (especialista em pólio e Síndrome Pós Pólio):</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos sobreviventes da poliomielite passaram por uma cirurgia chamada <strong>artrodese tripla</strong> ainda na juventude, com o objetivo de estabilizar o tornozelo e evitar torções frequentes. No entanto, o que nem sempre é mencionado — inclusive por médicos e fisioterapeutas — é que essa cirurgia possui uma <strong>taxa de falha de cerca de 50%</strong>. Isso ocorre porque a fusão óssea nem sempre é sólida ou pode enfraquecer com o passar dos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">As áreas onde os ossos devem se unir são pequenas, e a força contínua da caminhada pode acabar rompendo essas fusões com o tempo. Para que os ossos se fundam, a cartilagem natural precisa ser removida. O ranger que você ouve hoje provavelmente está vindo de <strong>articulações vizinhas</strong>, que passaram a sofrer mais carga e atrito por conta da fusão feita anos atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse ruído pode ser um <strong>sinal precoce de artrite por desgaste</strong>, algo comum após tantos anos de uso adaptado do corpo. A boa notícia é que <strong>nem todo ranger é sinal de urgência</strong>. Muitas pessoas convivem com isso por anos sem dor significativa. Só é necessário intervir caso você comece a sentir dor frequente ou instabilidade ao caminhar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que pode ser feito?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Caso a dor ou a dificuldade apareçam, você tem algumas opções:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Conviver com a dor leve</strong>, ajustando sua rotina e monitorando os sinais.</li>
<li><strong>Utilizar uma bengala</strong>, um andador ou até uma cadeira de rodas, para aliviar o impacto na articulação.</li>
<li><strong>Investir em uma órtese personalizada ou bota ortopédica bem ajustada</strong>, que oferece suporte e reduz o estresse sobre o tornozelo.</li>
<li><strong>Considerar uma nova cirurgia de fusão do tornozelo</strong>, caso a dor se torne incapacitante. No entanto, essa alternativa exige um período sem apoio na perna operada por até três meses — algo que pode ser bastante desafiador aos 70 ou 80 anos, mesmo com apoio de andador.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Importante:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O acompanhamento médico é essencial para avaliar o seu caso de forma individualizada e tomar decisões seguras. Você já percorreu uma longa estrada com coragem — agora é hora de cuidar dessa jornada com atenção, conforto e qualidade de vida.</p>
<p>Fonte:</p>
<p>Post-Polio Health Vol. 41, No. 1 Winter 2025 <a href="http://www.post-polio.org">www.post-polio.org</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/polio-e-a-tendencia-a-torcer-o-tornozelo/">Pólio e a Tendência a Torcer o Tornozelo!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como os pés são afetados pelos efeitos tardios da poliomielite?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/como-os-pes-sao-afetados-pelos-efeitos-tardios-da-poliomielite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os sobreviventes da pólio geralmente sofrem com alterações em seus pés e pernas. Essas mudanças impactam em sua mobilidade e conforto. Os problemas mais comuns nos pés incluem: um arco alto; um pé rígido ou que tem absorção de choque limitada; andar do lado de fora do calcanhar ; deformidades nos dedos dos pés (por&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os sobreviventes da pólio geralmente sofrem com alterações em seus pés e pernas. Essas mudanças impactam em sua mobilidade e conforto. Os problemas mais comuns nos pés incluem:</p>
<ul>
<li><strong>um arco alto;</strong></li>
<li><strong>um pé rígido ou que tem absorção de choque limitada;</strong></li>
<li><strong>andar do lado de fora do calcanhar ;</strong></li>
<li><strong>deformidades nos dedos dos pés (por exemplo, dedos dobrados ou &#8220;dedos em martelo&#8221;)</strong></li>
<li><strong>o calcanhar não toca totalmente o chão (por exemplo, diferenças de comprimento das pernas);</strong></li>
<li><strong>queda do pé;</strong></li>
<li><strong>variação no tamanho e largura de ambos os pés;</strong></li>
<li><strong>problemas com o equilíbrio, incluindo um risco aumentado de quedas.</strong></li>
</ul>
<p><span style="color: #6e0909;"><strong>Como os pedorthistas podem ajudar os sobreviventes da pólio?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pedorthistas são profissionais especializados na avaliação, fabricação, ajuste e modificação de calçados e palmilhas ortopédicas para tratar problemas nos pés e nos membros inferiores. Embora essa profissão seja mais conhecida e regulamentada em países como os Estados Unidos e o Canadá, no Brasil, os serviços que um pedorthista oferece geralmente são realizados por ortopedistas, fisioterapeutas, podólogos e técnicos em ortopedia. Alguns profissionais de saúde especializados em podiatria ou podologia podem também oferecer serviços semelhantes aos dos pedorthistas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6e0909;"><strong>O que eles podem oferecer?</strong></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Órteses personalizadas</strong> que fornecem apoio e controle sob o pé e para os lados do pé. As órteses são feitas de materiais para fornecer amortecimento e absorção de choque elas podem descarregar quaisquer áreas de alta pressão. A bandagem para a perna, (por exemplo, uma órtese tornozelo-pé), estabiliza ainda mais o tornozelo e auxilia em condições como a queda do pé.</li>
<li><strong>Adaptações podem ser fabricadas</strong> para dar conta das diferenças de comprimento da perna. Dependendo da diferença mensurável entre os dois membros, o acúmulo pode ser adicionado internamente em uma profundidade extra ou sapato personalizado, ou externamente na entressola. Se o calcanhar não tocar totalmente o chão, o acúmulo pode ser adicionado como um salto de cunha para equilibrar qualquer diferença de comprimento da perna.</li>
<li><strong>Modificações podem ser adicionadas a calçados pré-existentes</strong> ou terapêuticos de profundidade extra para melhorar o equilíbrio e a estabilidade. Contrafortes são modificações que aumentam a base de apoio e estabilizam o pé dentro do sapato durante a caminhada.</li>
<li><strong>Os sapatos personalizados podem ser feitos para pés assimétricos</strong> ou estruturalmente alterados. Isso acomodará sua forma e melhorará a função do pé. Solas de balancim podem ser adicionadas para ajudar na propulsão e mobilidade geral durante a caminhada.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>As solas de balancim, também conhecidas como solas rocker, são um tipo especial de sola para calçados que apresentam uma curvatura acentuada, tanto na região do calcanhar quanto na região dos dedos. Esse design cria um &#8220;balanço&#8221; ao caminhar, ajudando a reduzir o esforço durante a marcha e proporcionando uma transição mais suave do calcanhar aos dedos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As solas de balancim têm vários benefícios terapêuticos, incluindo:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Redução de Pressão</strong>: A curvatura pode ajudar a redistribuir a pressão no pé, aliviando áreas específicas que possam ser doloridas ou suscetíveis a úlceras.</li>
<li><strong>Facilitação da Marcha</strong>: Para pessoas com dificuldades de mobilidade ou com articulações rígidas, essas solas podem tornar a caminhada mais fácil e menos dolorosa.</li>
<li><strong>Amortecimento de Impacto</strong>: Elas ajudam a absorver o impacto do pé no solo, o que pode ser benéfico para pessoas com artrite ou outras condições que causam dor nas articulações.</li>
<li><strong>Melhora da Postura e do Equilíbrio</strong>: Promovem uma melhor postura ao caminhar, ajudando a corrigir desalinhamentos e melhorar o equilíbrio.</li>
</ul>
<p>Fonte:<br />
<a href="https://www.polioaustralia.org.au/health-foot-care/">https://www.polioaustralia.org.au/health-foot-care/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quando e como utilizar: Andador!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/quando-e-como-utilizar-andador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O andador é recomendado para indivíduos que necessitam de um apoio mais substancial do que o oferecido por muletas ou bengalas, especialmente aqueles com problemas no quadril ou nos joelhos. Com seus quatro pontos de apoio, proporciona maior estabilidade e confiança durante a locomoção, podendo reduzir de 50 a 100% da carga no membro afetado.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O andador é recomendado para indivíduos que necessitam de um apoio mais substancial do que o oferecido por muletas ou bengalas, especialmente aqueles com problemas no quadril ou nos joelhos. Com seus quatro pontos de apoio, proporciona maior estabilidade e confiança durante a locomoção, podendo reduzir de 50 a 100% da carga no membro afetado.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao utilizar o andador, é possível transferir completamente o peso dos membros inferiores &#8211; ou pelo menos uma grande parte dele -, o que pode auxiliar significativamente no processo de recuperação e no alívio da dor. Uma limitação do andador é sua incompatibilidade com escadas, ao contrário de outros dispositivos de auxílio à marcha.</p>
<p>Existem essencialmente três tipos de andador:</p>
<p><strong>Andador tradicional</strong>: Oferece máxima estabilidade, porém requer um ritmo de caminhada mais lento, já que o usuário precisa levantar o andador completamente a cada passo. Isso pode ser desafiador para indivíduos com pouca força nos membros superiores.</p>
<p><strong>Andador com rodas frontais</strong>: Indicado para aqueles com dificuldade em levantar um andador convencional ou que têm uma marcha mais rápida. As rodas dianteiras permitem um padrão de caminhada mais próximo do normal, embora comprometam um pouco a estabilidade.</p>
<p><strong>Andador de quatro rodas</strong>: Recomendado para pacientes mais ativos, que não dependem do andador para suportar o peso. Embora seja fácil de empurrar, não é apropriado para aqueles com problemas cognitivos ou significativa perda de equilíbrio, devido ao risco de rolamento inesperado e quedas. De forma geral são equipados com assentos, úteis para pacientes que precisam fazer pausas frequentes para descansar.</p>
<p><strong>Andador com apoio braquial</strong>: Projetado para indivíduos com mãos e punhos não funcionais.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-5942" src="https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Andador-1024x576.jpg" alt="Modelos de Andador!" width="980" height="551" srcset="https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Andador-1024x576.jpg 1024w, https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Andador-300x169.jpg 300w, https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Andador-768x432.jpg 768w, https://institutogiorgionicoli.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Andador.jpg 1280w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="https://www.clinicalamari.com.br/post/muleta-bengala-andador-e-cadeira-de-rodas-saiba-quando-usar-cada-um-dos-auxiliares-de-marcha">https://www.clinicalamari.com.br/post/muleta-bengala-andador-e-cadeira-de-rodas-saiba-quando-usar-cada-um-dos-auxiliares-de-marcha</a></p>
<p><a href="https://drmarciosilveira.com/faq/tipoias-joelheiras-cadeiras-de-banho-modelos-e-usos/">https://drmarciosilveira.com/faq/tipoias-joelheiras-cadeiras-de-banho-modelos-e-usos/</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/quando-e-como-utilizar-andador/">Quando e como utilizar: Andador!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
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		<item>
		<title>SPP &#8211; Exercícios Para Fazer em Casa!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-exercicios-para-fazer-em-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 12:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recebemos muitas solicitações de pessoas com dificuldade de locomoção, pessoas que moram em outras cidades, estados, inclusive pessoas de outros países, sobre exercícios que poderiam estar fazendo para aliviar a dor e a fadiga geral. O Instituto disponibiliza vídeos sobre exercícios de alongamento, Tônus Muscular para ajudar nessa tarefa, bem como vários artigos que falam&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recebemos muitas solicitações de pessoas com dificuldade de locomoção, pessoas que moram em outras cidades, estados, inclusive pessoas de outros países, sobre exercícios que poderiam estar fazendo para aliviar a dor e a fadiga geral.</p>
<p>O Instituto disponibiliza vídeos sobre exercícios de alongamento, Tônus Muscular para ajudar nessa tarefa, bem como vários artigos que falam sobre exercícios para Síndrome Pós Pólio!</p>
<p><strong>Para acessar os vídeos cliquem no link abaixo:</strong></p>
<p><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/sindrome-pos-polio-exercicios-para-fazer-em-casa/">Exercícios para fazer em Casa &#8211; Síndrome Pós Pólio &#8211; Instituto Giorgio Nicoli</a></p>
<p><strong>Para ler artigos que falam sobre Exercícios:</strong></p>
<p>Acessem o item Publicações da página inicial e cliquem no botão de filtro para Exercícios!</p>
<p>O maior auxílio que podemos prestar a nós mesmos é a vontade de superar nossos limites, sejam eles quais forem!!!</p>
<p>Instituto Giorgio Nicoli</p>
<p>&nbsp;</p>
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