Skip to content
AGENDE UMA AVALIAÇÃO PUBLICAÇÕES
Uma lição de Vida!

A lição de Itzhak Perlman!

Itzhak Perlman tinha apenas quatro anos quando a poliomielite paralisou suas pernas. Em um mundo que ainda engatinhava no tema da reabilitação, seu destino parecia definido: limitações severas, dependência e um futuro estreito. Mas Perlman mostrou ao mundo algo maior — o corpo pode impor limites, mas a mente é ilimitada. Sua história não é apenas sobre música. É sobre consciência, identidade e a força de um “eu” que vai além da matéria.

A pólio tirou a mobilidade das pernas de Perlman, mas não tocou sua inteligência, sua sensibilidade, seu espírito e seu amor pela música. Os médicos avisaram que ele jamais voltaria a andar. Mas ninguém conseguiu impedir que ele sonhasse.

Ele nunca se definiu pela paralisia — e sim pelo violino!

A mente como território de liberdade

Durante anos, Itzhak enfrentou tratamento doloroso, sessões intermináveis de fisioterapia e a realidade dura de uma infância com muletas. Mas, enquanto o corpo tinha limites, a mente não tinha nenhuma barreira. Ele sonhava, estudava, imaginava novas possibilidades.

Com cinco anos, retomou o violino. As mãos — fortalecidas pela reabilitação — encontraram nas cordas um caminho para expressar tudo o que o corpo não podia fazer. A música se tornou extensão de sua mente, não de suas pernas.

Aos 13 anos, brilhou no programa de Ed Sullivan.
Aos 18, estreou no Carnegie Hall.
Depois, percorreu o mundo, venceu Grammys, tocou na Casa Branca, participou de trilhas sonoras premiadas, deu aulas na Juilliard e se tornou um dos maiores violinistas vivos.

Tudo isso… sentado.

Seus concertos tinham algo mágico: assim que ele tocava o primeiro acorde, as muletas desapareciam dos olhos do público. O corpo ficava em segundo plano.

Perlman é a prova viva do que **Você não é seu corpo!

Você é quem habita seu corpo.**

A pólio pode ter tirado movimentos, mas não leva:

  • seu talento
  • sua inteligência
  • sua criatividade
  • sua sensibilidade
  • sua força interior
  • sua capacidade de imaginar futuros
  • sua consciência — onde reside sua verdadeira identidade

Como disse Perlman, em campanhas globais de vacinação:

“A pólio rouba movimentos, mas não sonhos.”

A ciência moderna mostra que emoções, pensamentos e estados internos moldam o corpo. Mas a história de Perlman mostra outra camada: a consciência pode transformar o destino, mesmo quando o corpo apresenta limites permanentes.

Perlman não venceu a pólio. Ele transcendeu seus efeitos.
E essa é uma verdade profunda para todos os sobreviventes:

A pólio marca o corpo, mas não marca quem você é!

Fonte:

https://www.morasha.com.br/biografias/itzhak-perlman.html

Back To Top