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	<title>Arquivos Cuidados Médicos e de Saúde - Instituto Giorgio Nicoli</title>
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	<description>Pólio e Pós-Pólio: Acredite na vida</description>
	<lastBuildDate>Mon, 12 Oct 2026 13:00:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Eu só fiz demais hoje&#8230;.</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/eu-so-fiz-demais-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 13:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[História Sobreviventes]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Sinais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muitos anos, Rena acreditou que a pólio tinha ficado no passado. Ela teve poliomielite aos cinco anos, em um quadro considerado leve, que afetou principalmente a perna direita. Na adolescência, deixou de usar a elevação no calçado porque queria caminhar e se vestir como as outras meninas. Aprendeu a disfarçar a mancada e seguiu&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Durante muitos anos, Rena acreditou que a pólio tinha ficado no passado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela teve poliomielite aos cinco anos, em um quadro considerado leve, que afetou principalmente a perna direita. Na adolescência, deixou de usar a elevação no calçado porque queria caminhar e se vestir como as outras meninas. Aprendeu a disfarçar a mancada e seguiu sua vida normalmente por décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, depois dos 60 anos, algumas coisas começaram a mudar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No final do dia, Rena percebia que mancava mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua primeira explicação era simples:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Eu só fiz demais hoje.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois apareceu um tremor na mão direita. Em algumas situações, precisava usar as duas mãos para não deixar um prato cair.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E novamente encontrou uma explicação:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Estou apenas ficando velha.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando pequenas mudanças deixam de ser pequenas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tempo, Rena começou a compreender que aqueles sinais mereciam atenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela passou a conhecer melhor o próprio corpo e a adaptar sua rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Voltou a utilizar elevação e calçados com melhor suporte. Começou a andar mais devagar, evitando movimentos bruscos. Na academia, reduziu a intensidade dos equipamentos para preservar sua capacidade de continuar se movimentando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas talvez a mudança mais importante tenha sido outra:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rena começou a observar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela percebeu, por exemplo, que sente dor muscular na perna quando caminha mais de aproximadamente 15 minutos seguidos e que permanecer curvada durante muito tempo provoca dor nas costas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, ela resume esse aprendizado de maneira simples:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>conhecer o próprio corpo e entender o que ele pode ou não fazer é vital.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E você? O que mudou nos últimos anos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você também esteja atribuindo algumas mudanças apenas à idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está caminhando menos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cansa mais rápido?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisa descansar com maior frequência?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Começou a sentir dor depois de uma atividade que antes realizava sem dificuldade?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua maneira de andar mudou?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma dessas perguntas significa, por si só, que exista um problema novo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas elas ajudam a fazer algo muito importante:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>prestar atenção.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi justamente o que Rena aprendeu a fazer&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>escutar o próprio corpo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não espere perder uma função para perceber que ela estava mudando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relato de Rena deixa uma mensagem importante para todo sobrevivente da pólio:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>não é preciso viver testando seus limites.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, preservar uma função começa com atitudes muito simples:</p>



<p class="wp-block-paragraph">observar, adaptar, descansar e mudar a maneira de realizar uma atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque envelhecer depois da pólio também significa aprender uma nova relação com o próprio corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Perceber uma mudança cedo pode ajudar você a preservar sua autonomia por mais tempo!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Continue se informando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Se este assunto é importante para você, veja também:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Era apenas uma gripe de verão…</strong><br>Uma história que mostra como sinais aparentemente pequenos podem ganhar outro significado muitos anos depois. Assim como Rena, a sobrevivente relatada nesse artigo passou décadas sem compreender totalmente a relação entre algumas mudanças no corpo e a poliomielite.<br><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/era-apenas-uma-gripe-de-verao/">https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/era-apenas-uma-gripe-de-verao/</a></li>



<li><strong>Você sobreviveu e continua!</strong><br>Baseado no relato de uma sobrevivente da pólio, o artigo mostra que a história não termina quando a pessoa volta a andar ou retoma sua vida. Décadas depois, novas necessidades podem surgir — e reconhecer essas mudanças também faz parte do cuidado.<br><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/voce-sobreviveu-e-continua/">https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/voce-sobreviveu-e-continua/</a></li>



<li><strong>Personalidade Tipo A ou Estratégia de Sobrevivência?</strong><br>O depoimento de Laura Vittorioso ajuda a compreender por que tantos sobreviventes aprenderam a insistir, superar e seguir em frente mesmo quando o corpo pedia outra coisa. É uma leitura complementar à experiência de Rena, que precisou aprender a desacelerar e respeitar seus novos limites.<br><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/personalidade-tipo-a-ou-estrategia-de-sobrevivencia/">https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/personalidade-tipo-a-ou-estrategia-de-sobrevivencia/</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>História baseada no relato de Rena (Martha L.) DeRosa, publicado pelo Polio Network. <a href="https://polionetwork.org/archive/aqd3mmonjapd778wqrg1cvcmr38hd6">https://polionetwork.org/archive/aqd3mmonjapd778wqrg1cvcmr38hd6</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reabilitar com realidade Virtual? É possível?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/reabilitar-com-realidade-virtual-e-possivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 12:50:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine fazer exercícios de equilíbrio, coordenação ou mobilidade enquanto participa de um jogo na televisão ou em um ambiente virtual. Isso já existe. São os chamados exergames — jogos que utilizam os movimentos do corpo como parte da atividade — e os programas de realidade virtual aplicados à reabilitação. O que antes parecia apenas diversão&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Imagine fazer exercícios de equilíbrio, coordenação ou mobilidade enquanto participa de um jogo na televisão ou em um ambiente virtual.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso já existe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São os chamados <strong>exergames</strong> — jogos que utilizam os movimentos do corpo como parte da atividade — e os programas de <strong>realidade virtual aplicados à reabilitação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que antes parecia apenas diversão está sendo cada vez mais estudado como uma ferramenta para ajudar pessoas idosas a manter ou recuperar capacidades importantes para a vida diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como funciona?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do equipamento, a pessoa pode realizar movimentos para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>alcançar objetos virtuais;</li>



<li>deslocar o peso do corpo;</li>



<li>trabalhar equilíbrio;</li>



<li>movimentar braços ou pernas;</li>



<li>simular atividades do cotidiano;</li>



<li>treinar coordenação e tempo de reação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Sensores, câmeras ou controles reconhecem os movimentos e transformam o exercício em uma atividade interativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de simplesmente repetir um movimento, a pessoa recebe uma tarefa, um objetivo e uma resposta imediata na tela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que os estudos estão mostrando?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisas recentes com idosos indicam que exercícios associados à realidade virtual podem contribuir para aspectos como <strong>mobilidade, equilíbrio e capacidade de caminhar</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma revisão de 2025, que reuniu 56 estudos com quase 3 mil idosos, encontrou melhora em medidas de caminhada, velocidade da marcha e testes relacionados ao risco de quedas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra revisão publicada em 2026 encontrou melhora da capacidade de caminhada com exercícios em realidade virtual, embora nem todos os indicadores físicos tenham sido superiores aos exercícios tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>a tecnologia pode ser uma ferramenta interessante, mas não significa que seja melhor para todas as pessoas ou em todas as situações.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E para quem teve pólio?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em pessoas com Síndrome Pós Pólio, fadiga e nova fraqueza muscular podem estar presentes, e o programa de exercício precisa ser individualizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diretrizes para Síndrome Pós Pólio indicam que determinados exercícios supervisionados podem ser seguros e benéficos para pessoas com fraqueza moderada, mas reforçam a necessidade de seleção adequada do paciente e acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o principal benefício dos exergames para esse público talvez esteja justamente em algo que a tecnologia permite fazer muito bem:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>adaptar o treino.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exercício tecnológico pode ser programado para respeitar:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>o ritmo da pessoa,<br>a amplitude de movimento possível,<br>o tempo de atividade,<br>o número de repetições<br>e os períodos de descanso.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo da reabilitação não é ganhar do jogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É melhorar ou preservar uma função importante para a vida, como:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>levantar-se com mais segurança,<br>melhorar o equilíbrio,<br>alcançar um objeto,<br>movimentar melhor um braço<br>ou realizar uma tarefa com menos esforço.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia com propósito</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os exergames e a realidade virtual podem tornar a reabilitação mais interativa e motivadora. Mas a tecnologia precisa trabalhar <strong>a favor do corpo — e não contra ele</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o sobrevivente da pólio, o programa deve considerar fadiga, fraqueza, dor, equilíbrio e capacidade funcional individual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E sempre que possível, o exercício deve ser definido ou acompanhado por um profissional de reabilitação que conheça as particularidades da poliomielite e da Síndrome Pós Pólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O melhor treino não é aquele que exige mais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É aquele que ajuda você a funcionar melhor, com segurança e sem esgotar a energia que precisa para viver!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Continue se informando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Se este assunto é importante para você, veja também:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>SPP – Atividade Física: Riscos e Benefícios!</strong><br>Explica por que o exercício precisa ser cuidadosamente dosado na Síndrome Pós-Pólio.<br><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-atividade-fisica-riscos-e-beneficios/">SPP – Atividade Física: Riscos e Benefícios! &#8211; Instituto Giorgio Nicoli</a></li>



<li><strong>IA e Reabilitação: o futuro começou?</strong><br>Mostra como inteligência artificial, sensores e outras tecnologias já começam a ser utilizadas para analisar movimentos, personalizar exercícios, acompanhar atividades realizadas em casa e auxiliar na prevenção de quedas.<br> <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/ia-e-reabilitacao-o-futuro-comecou/">IA e Reabilitação: o futuro começou? &#8211; Instituto Giorgio Nicoli</a></li>



<li><strong>Objetivos do tratamento de pacientes com Síndrome Pós-Pólio (SPP)</strong><br>Reforça que a reabilitação deve ser individualizada, gradual e voltada para preservar autonomia e funcionalidade.<br> <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/objetivos-do-tratamento-de-pacientes-com-sindrome-pos-polio-spp/">Objetivos do tratamento de pacientes com Síndrome Pós Pólio (SPP) &#8211; Instituto Giorgio Nicoli</a></li>
</ul>



<ol start="1" class="wp-block-list"></ol>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Revisão sobre exergames e mobilidade/equilíbrio:</strong> encontrou melhora de equilíbrio e mobilidade em idosos, mas também solicita estudos de melhor qualidade e protocolos mais padronizados. <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32682439">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32682439</a></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Revisão recente de exergames comerciais em idosos institucionalizados:</strong> 14 ensaios clínicos e 724 participantes; encontrou melhora de medidas de equilíbrio, porém com grande heterogeneidade entre os estudos.<br><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41981489/%20PubMed">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41981489/ PubMed</a></li>



<li><strong>Revisão específica sobre fadiga na SPP:</strong> reforça a importância de conservação de energia o que sustenta que um jogo ou equipamento nunca deve induzir o sobrevivente da pólio a ultrapassar seus limites apenas para alcançar pontuação ou aumentar repetições.<br><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34175009/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34175009/</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que o calor merece atenção?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/por-que-o-calor-merece-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 12:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temperaturas elevadas fazem o organismo trabalhar mais para manter sua temperatura. Em pessoas idosas ou com condições crônicas, o calor excessivo pode favorecer desidratação, fraqueza, tontura, dor de cabeça e exaustão, além de agravar problemas cardiovasculares ou respiratórios. Para o sobrevivente da pólio, há outro ponto importante. Fadiga e nova fraqueza muscular estão entre os&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Temperaturas elevadas fazem o organismo trabalhar mais para manter sua temperatura.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em pessoas idosas ou com condições crônicas, o calor excessivo pode favorecer <strong>desidratação, fraqueza, tontura, dor de cabeça e exaustão</strong>, além de agravar problemas cardiovasculares ou respiratórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o sobrevivente da pólio, há outro ponto importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fadiga e nova fraqueza muscular estão entre os sintomas mais frequentes da Síndrome Pós-Pólio</strong>, e uma das estratégias recomendadas para lidar com a fadiga é justamente administrar melhor a energia: alternar atividade e descanso e evitar o excesso de esforço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dias muito quentes, essa atenção precisa ser ainda maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não espere chegar à exaustão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas atitudes simples podem ajudar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Hidrate-se ao longo do dia</strong>, respeitando eventuais restrições médicas.</li>



<li>Evite atividades mais cansativas nos horários de maior calor.</li>



<li>Prefira ambientes ventilados, sombreados ou mais frescos.</li>



<li>Use roupas leves.</li>



<li>Faça pequenas pausas durante as atividades.</li>



<li>Distribua as tarefas ao longo do dia, deixando as mais exigentes para os horários mais amenos.</li>



<li>Observe se está surgindo uma fraqueza ou cansaço diferente do habitual.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde também recomenda evitar atividades extenuantes nos períodos mais quentes, manter o corpo hidratado e procurar ambientes frescos sempre que possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cuidado com uma armadilha: “só vou terminar isso”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitas pessoas que tiveram pólio, existe uma tendência de superar dificuldades pela persistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, diante do calor, insistir quando o corpo já está cansado pode cobrar um preço maior depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Síndrome Pós Pólio, estratégias de <strong>conservação de energia e ritmo individualizado das atividades</strong> são importantes para o controle da fadiga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>pare antes de chegar ao limite.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Descansar não significa desistir da atividade. Significa administrar melhor a energia disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alguns sinais não devem ser ignorados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fraqueza intensa, tontura, dor de cabeça, náusea, confusão, desmaio ou sensação de calor corporal muito intenso podem indicar problemas relacionados ao calor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se os sintomas forem importantes ou diferentes do habitual, procure orientação médica. Alteração de consciência, pele muito quente e seca, convulsões ou perda de consciência exigem atendimento imediato.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Neste verão, pense em preservar energia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é necessário ter medo do calor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso <strong>planejamento</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe a previsão do tempo, reorganize seus horários, hidrate-se e observe os sinais do seu organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E lembre-se:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para o sobrevivente da pólio, preservar energia também é preservar autonomia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Continue se informando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Se este assunto é importante para você, veja também:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mudanças Climáticas influenciam a SPP?</strong><br>Aborda diretamente a relação entre temperatura e sintomas da Síndrome Pós-Pólio. É uma boa continuação para entender por que alterações ambientais podem ser percebidas de maneira diferente por quem vive com SPP.<br><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/mudancas-climaticas-influenciam-a-spp/">https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/mudancas-climaticas-influenciam-a-spp/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fadiga Intermitente: Quando o Corpo Fala em Silêncio!</strong><br>Ajuda o sobrevivente da pólio a reconhecer os sinais sutis de esgotamento antes de ultrapassar seus limites — exatamente o cuidado que se torna ainda mais importante durante períodos de calor intenso.<br><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/fadiga-intermitente-quando-o-corpo-fala-em-silencio/">https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/fadiga-intermitente-quando-o-corpo-fala-em-silencio/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SPP – Atividade Física: Riscos e Benefícios!</strong><br>Mostra como encontrar equilíbrio entre atividade e descanso, identificando sinais de esforço excessivo e respeitando o tempo de recuperação. É uma leitura muito útil para os dias quentes, quando a atividade habitual pode exigir maior atenção.<br><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-atividade-fisica-riscos-e-beneficios/">https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-atividade-fisica-riscos-e-beneficios/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fontes:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>OMS — Heat and Health, atualização de julho de 2026:</strong> explica que o calor pode causar exaustão e insolação e agravar condições cardiovasculares, respiratórias e outras doenças crônicas; idosos estão entre os grupos mais vulneráveis. <a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/climate-change-heat-and-health">https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/climate-change-heat-and-health</a>?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>OMS — orientações para períodos de calor:</strong> recomenda evitar esforço nos horários mais quentes, manter hidratação, roupas leves e procurar ambientes frescos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.who.int/europe/news-room/fact-sheets/item/keepcool-in-the-heat?">https://www.who.int/europe/news-room/fact-sheets/item/keepcool-in-the-heat?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Revisão sobre fadiga e conservação de energia na Síndrome Pós Pólio:</strong> identifica a fadiga como uma queixa frequente na SPP e descreve conservação de energia e mudanças de estilo de vida entre as estratégias de manejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34175009">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34175009</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/por-que-o-calor-merece-atencao/">Por que o calor merece atenção?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como você está funcionando? Seu celular pode ajudar!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/como-voce-esta-funcionando-seu-celular-pode-ajudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 12:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Sinais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6710</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fadiga, dor, fraqueza: você percebe quando alguma coisa começa a mudar? Para quem vive há muitos anos com as consequências da pólio, pequenas alterações podem fazer diferença. Talvez você esteja caminhando menos, cansando mais cedo ou sentindo mais dor depois das atividades. O problema é que, quando essas mudanças acontecem devagar, nem sempre percebemos. É&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fadiga, dor, fraqueza: você percebe quando alguma coisa começa a mudar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem vive há muitos anos com as consequências da pólio, pequenas alterações podem fazer diferença. Talvez você esteja caminhando menos, cansando mais cedo ou sentindo mais dor depois das atividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que, quando essas mudanças acontecem devagar, nem sempre percebemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aí que a tecnologia pode ajudar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O celular como um diário da sua saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aplicativos de saúde podem ser utilizados para registrar informações simples do dia a dia, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>nível de <strong>fadiga</strong>;</li>



<li>intensidade da <strong>dor</strong>;</li>



<li>sensação de <strong>fraqueza</strong>;</li>



<li>qualidade do sono;</li>



<li>quantidade de atividade física;</li>



<li>quedas ou tropeços;</li>



<li>dificuldade para caminhar ou realizar determinadas tarefas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">E talvez você já tenha uma dessas ferramentas no próprio celular.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja alguns exemplos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No <strong>iPhone</strong>, o aplicativo <strong>Saúde</strong>, da Apple, pode registrar automaticamente informações como <strong>número de passos e distância percorrida</strong>, além de reunir outros dados de saúde e atividade física.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em aparelhos <strong>Samsung</strong>, o <strong>Samsung Health</strong> também permite acompanhar <strong>passos, distância e histórico de atividade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em celulares Android, aplicativos como o <strong>Google Fit</strong> podem mostrar <strong>passos, distância, tempo de atividade e histórico de movimentação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses números, sozinhos, não dizem se você está melhor ou pior. Mas podem ajudar a perceber mudanças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine, por exemplo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Você costumava dar cerca de 3.000 passos por dia e, nos últimos meses, passou espontaneamente para 1.800 ou 2.000. Por quê?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser apenas uma mudança de rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, se essa redução vier acompanhada de <strong>mais fadiga, dor, fraqueza ou dificuldade para caminhar</strong>, vale observar melhor e conversar com sua equipe de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, o objetivo não deve ser competir com o celular ou tentar aumentar o número de passos a qualquer custo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o sobrevivente da pólio, <strong>mais passos nem sempre significam mais saúde</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dado pode ser muito mais útil para perceber <strong>como sua capacidade funcional está se comportando ao longo do tempo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais importante do que a doença: como você está funcionando?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa maneira de observar a saúde está relacionada à <strong>Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde — CIF</strong>, criada pela Organização Mundial da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CIF não observa apenas a doença. Ela procura entender <strong>como a pessoa funciona na vida real</strong>: o que consegue fazer, onde encontra dificuldades e de que forma o ambiente interfere em sua autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para um sobrevivente da pólio, isso pode significar acompanhar questões como:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consigo caminhar a mesma distância?<br>Estou precisando descansar mais?<br>Tenho dificuldade para subir escadas?<br>Consigo realizar minhas atividades dentro de casa?<br>Estou participando das atividades que são importantes para mim?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mudança de olhar é importante: não se trata apenas de medir sintomas, mas de perceber <strong>como eles estão interferindo na sua vida</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A tecnologia não substitui o profissional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aplicativos, relógios e celulares podem ajudar a identificar tendências e organizar informações, mas não fazem diagnóstico e não substituem uma avaliação profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a contagem de passos feita pelo celular é uma <strong>estimativa</strong>. A posição do aparelho, a forma de caminhar e o uso de dispositivos auxiliares podem interferir na medição. A própria Samsung, por exemplo, alerta que a contagem pode variar conforme os movimentos e a maneira como o aparelho é carregado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o sobrevivente da pólio, portanto, o número absoluto é menos importante do que observar <strong>o seu próprio padrão ao longo do tempo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Faça uma experiência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante algumas semanas, observe no celular:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Passos — aumentaram ou diminuíram?<br>Dor — de 0 a 10<br>Fadiga — de 0 a 10<br>Fraqueza — melhor, igual ou pior<br>Sono — dormiu bem ou mal<br>Atividades — deixou de fazer alguma coisa por cansaço ou dificuldade?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois compare.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode descobrir algo que não estava percebendo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Estou caminhando menos porque estou me cansando mais?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Nos dias em que caminho mais, minha dor aumenta no dia seguinte?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Estou deixando de fazer determinadas atividades?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">São informações simples, mas que podem ajudar muito em uma consulta ou avaliação de reabilitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, o celular que carregamos todos os dias pode ajudar a responder uma pergunta muito importante:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Minha funcionalidade está realmente mudando?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Perceber essas mudanças cedo permite conversar com sua equipe de saúde e buscar estratégias para preservar aquilo que realmente importa: <strong>autonomia, segurança e qualidade de vida.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conhecer seu corpo também é uma forma de cuidar dele.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Continue se informando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Se este assunto é importante para você, veja também:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sua força está diminuindo?</strong><br>Mostra que mudanças como maior esforço para caminhar, dificuldade para levantar da cadeira ou redução da força merecem investigação. <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/sua-forca-esta-diminuindo/">https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/sua-forca-esta-diminuindo/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Síndrome Pós Pólio – Intervenção e Tratamento!</strong><br>Este é especialmente interessante porque o próprio artigo recomenda registrar atividades e relacioná-las com sintomas como fadiga, dor e falta de ar. É praticamente a ponte sobre usar o celular como ferramenta de acompanhamento.<br><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/sindrome-pos-polio-intervencao-e-tratamento/">https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/sindrome-pos-polio-intervencao-e-tratamento/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tropeçou de novo? Atenção!</strong><br>Mostra como pequenas mudanças no equilíbrio, na marcha e na frequência dos tropeços podem funcionar como sinais de que alguma coisa mudou. <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/tropecou-de-novo-atencao/">https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/tropecou-de-novo-atencao/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>OMS — Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF):</strong> base para a ideia de acompanhar não apenas doença ou sintomas, mas também funcionalidade, incapacidade, participação e fatores ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.who.int/classifications/international-classification-of-functioning-disability-and-health?">https://www.who.int/classifications/international-classification-of-functioning-disability-and-health?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Revisão sistemática sobre mHealth em reabilitação geriátrica (2025):</strong> encontrou resultados promissores com aplicativos, wearables e plataformas digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39437452">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39437452</a></p>
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		<title>Seu músculo está bem alimentado?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/seu-musculo-esta-bem-alimentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 15:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6693</guid>

					<description><![CDATA[<p>Proteína, vitaminas e outros nutrientes ganham importância com a idade. Mas o que realmente importa para quem teve pólio? Quando pensamos em preservar músculos, a primeira palavra que costuma aparecer é exercício. Mas existe outra parte dessa história: o músculo também precisa ser alimentado. Com o envelhecimento, manter força, mobilidade e independência depende de vários&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Proteína, vitaminas e outros nutrientes ganham importância com a idade. Mas o que realmente importa para quem teve pólio?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando pensamos em preservar músculos, a primeira palavra que costuma aparecer é <strong>exercício</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas existe outra parte dessa história:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>o músculo também precisa ser alimentado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o envelhecimento, manter força, mobilidade e independência depende de vários fatores — e uma alimentação adequada faz parte desse conjunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem teve pólio, essa conversa merece ainda mais cuidado. Muitos sobreviventes passaram décadas utilizando determinados músculos de forma intensa para compensar limitações deixadas pela doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, esses mesmos músculos também estão envelhecendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Proteína virou moda. Mas ela realmente importa?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A proteína fornece aminoácidos utilizados pelo organismo para manutenção e renovação dos tecidos, inclusive os músculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ovos, leite e derivados, carnes, peixes, feijão, lentilha, grão-de-bico e outras fontes podem contribuir para uma alimentação adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas existe uma diferença entre <strong>alimentar bem o músculo</strong> e acreditar que “quanto mais proteína, melhor”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As necessidades variam conforme idade, peso, alimentação, nível de atividade e condições de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E um ponto é fundamental para quem teve pólio:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>proteína pode contribuir para a saúde muscular, mas não recupera os neurônios motores perdidos pela poliomielite.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, alimentação faz parte do cuidado. <strong>Não é tratamento para a Síndrome Pós Pólio.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E vitaminas e suplementos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vitamina D, B12, ferro e outros nutrientes participam de funções importantes do organismo. Quando existe deficiência, ela pode contribuir para cansaço, anemia, alterações neurológicas ou problemas relacionados à saúde óssea e muscular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas isso não significa que todo sobrevivente da pólio precise suplementá-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regra mais segura continua sendo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>primeiro avaliar. Depois suplementar, se houver indicação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialmente porque idade, medicamentos e outras condições de saúde podem modificar as necessidades de cada pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Creatina: promessa ou possibilidade?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A creatina está entre os suplementos mais estudados atualmente para desempenho e preservação muscular e também vem sendo pesquisada no envelhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há resultados interessantes em determinadas populações, principalmente quando seu uso está associado a exercícios apropriados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas precisamos fazer uma distinção importante:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>evidência em adultos mais velhos não é automaticamente evidência em Síndrome Pós Pólio.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda faltam estudos específicos para afirmar que a creatina traga os mesmos benefícios para pessoas com SPP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um bom exemplo de como devemos olhar para novidades: <strong>com interesse, mas sem transformar possibilidade em promessa.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Existe ainda uma questão pouco lembrada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alimentar o músculo depende também de <strong>conseguir se alimentar bem</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns sobreviventes da pólio podem apresentar dificuldades de mastigação ou deglutição. Outros podem comer menos porque preparar refeições se tornou cansativo, perder o apetite, pular refeições ou restringir excessivamente a alimentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, vale observar não apenas <strong>o que você come</strong>, mas se está conseguindo manter uma alimentação adequada ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Faça o seu “Check-up da Alimentação”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante alguns dias, observe:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tenho alguma fonte de proteína nas principais refeições?</li>



<li>Minha alimentação é variada?</li>



<li>Estou pulando refeições por cansaço?</li>



<li>Tenho menos apetite do que antes?</li>



<li>Perdi peso sem querer?</li>



<li>Tenho dificuldade para mastigar ou engolir?</li>



<li>Estou tomando vitaminas ou suplementos por conta própria?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Não é necessário transformar a alimentação em uma coleção de números.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é perceber <strong>se alguma coisa mudou</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perda de peso involuntária, redução importante do apetite, dificuldade para engolir ou perda de força merecem avaliação profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alimentar também é preservar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem teve pólio, preservar músculos não deveria significar simplesmente:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“coma mais proteína e faça mais exercício.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso olhar o conjunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alimentação adequada, atividade física individualizada, descanso, conservação de energia e acompanhamento profissional podem trabalhar na mesma direção:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>preservar capacidade funcional sem impor sobrecarga desnecessária ao organismo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez a pergunta mais importante seja:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Estou alimentando meu corpo de acordo com as necessidades que ele tem hoje?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque cuidar da alimentação também pode ser uma maneira de <strong>proteger sua força, sua mobilidade e sua autonomia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importante:</strong> este conteúdo tem caráter educativo. Necessidades de proteína e uso de suplementos devem ser individualizados, especialmente na presença de doenças renais, hepáticas ou outras condições clínicas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Continue se informando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se este assunto é importante para você, veja também:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/quais-as-complicacoes-da-sindrome-pos-poliomielite-spp/?utm_source=chatgpt.com"><strong>Quais as Complicações da Síndrome Pós-Poliomielite (SPP)?</strong></a></li>



<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-atividade-fisica-riscos-e-beneficios/?utm_source=chatgpt.com"><strong>SPP – Atividade Física: Riscos e Benefícios!</strong></a></li>



<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/terapias-medicamentosas-para-spp-o-que-a-ciencia-nos-diz/?utm_source=chatgpt.com"><strong>Terapias Medicamentosas para SPP: O Que a Ciência Nos Diz!</strong></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes utilizadas</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.espen.org/?utm_source=chatgpt.com"><strong>ESPEN — European Society for Clinical Nutrition and Metabolism</strong></a> — referência em nutrição clínica e envelhecimento.</li>



<li><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=protein+older+adults+muscle&amp;utm_source=chatgpt.com"><strong>PubMed — pesquisas sobre proteína, envelhecimento e massa muscular</strong></a></li>



<li><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=creatine+older+adults+muscle&amp;utm_source=chatgpt.com"><strong>PubMed — pesquisas sobre creatina e adultos mais velhos</strong></a></li>



<li><strong><a href="https://post-polio.org/?utm_source=chatgpt.com">Post-Polio Health International</a> </strong>— informações especializadas sobre envelhecimento e efeitos tardios da pólio.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Neuromodulação &#8211; novos caminhos para a Síndrome Pós Pólio?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/neuromodulacao-novos-caminhos-para-a-sindrome-pos-polio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6663</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem convive com a Síndrome Pós-Pólio sabe que, há muitos anos, os tratamentos disponíveis têm como objetivo controlar os sintomas, preservar a força muscular e melhorar a qualidade de vida. Mas será que isso pode mudar? Embora ainda não exista uma cura, pesquisadores continuam buscando novas estratégias para ajudar os sobreviventes da pólio. Uma das&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quem convive com a Síndrome Pós-Pólio sabe que, há muitos anos, os tratamentos disponíveis têm como objetivo controlar os sintomas, preservar a força muscular e melhorar a qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas será que isso pode mudar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora ainda não exista uma cura, pesquisadores continuam buscando novas estratégias para ajudar os sobreviventes da pólio. Uma das linhas mais promissoras envolve a <strong>neuromodulação</strong>, um conjunto de técnicas que procura estimular o sistema nervoso para melhorar o funcionamento dos músculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E o Brasil participa dessa pesquisa.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um grupo de pesquisadores da <strong>Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)</strong>, em colaboração com cientistas italianos, publicou recentemente estudos avaliando uma tecnologia chamada <strong>REAC (Radio Electric Asymmetric Conveyer)</strong> em pessoas com Síndrome Pós Pólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos estudos, os participantes receberam sessões de neuromodulação e foram avaliados antes e depois do tratamento. <strong>Os pesquisadores observaram melhora da força muscular e da resistência à fadiga em parte dos participantes, especialmente na musculatura mais comprometida dos membros inferiores</strong>. Esses resultados sugerem que a modulação da atividade do sistema nervoso pode representar um novo caminho para a reabilitação da Síndrome Pós Pólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas existe um detalhe muito importante.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os próprios pesquisadores ressaltam que esses estudos envolveram um número pequeno de participantes e que ainda são necessárias pesquisas maiores, controladas e de longo prazo para confirmar esses resultados. Ou seja, <strong>a técnica ainda não pode ser considerada um tratamento comprovado</strong>, mas representa uma linha de pesquisa extremamente interessante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essa talvez seja a notícia mais importante.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de muitos anos com poucas novidades, a Síndrome Pós Pólio volta a despertar o interesse da comunidade científica. Isso significa mais pesquisas, novas perguntas e, principalmente, novas possibilidades para o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa ciência avança exatamente assim: um pequeno estudo abre caminho para outros maiores. Quando diferentes grupos de pesquisa obtêm resultados semelhantes, novas tecnologias passam a fazer parte da prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto esse momento não chega, continuam valendo as recomendações que já demonstraram benefícios: atividade física cuidadosamente individualizada, conservação de energia, acompanhamento multiprofissional e respeito aos limites do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esperança não está em promessas milagrosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela está na ciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a <strong>UNIFESP</strong>, uma das mais importantes universidades do país na área da Neurologia e da Reabilitação, está contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a Síndrome Pós Pólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez a grande revolução ainda esteja por vir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas ela certamente começa com pesquisas como essas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer saber mais?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Artigos científicos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Improving Strength and Fatigue Resistance in Post-Polio Syndrome Individuals with REAC Neurobiological Treatments</strong><br><a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10672477/">https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10672477/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Efficacy of REAC Neurobiological Optimization Treatments in Post-Polio Syndrome</strong><br><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39452526/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39452526/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Journal of Personalized Medicine – REAC e Síndrome Pós-Pólio</strong><br><a href="https://www.mdpi.com/2075-4426/14/10/1018">https://www.mdpi.com/2075-4426/14/10/1018</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/neuromodulacao-novos-caminhos-para-a-sindrome-pos-polio/">Neuromodulação &#8211; novos caminhos para a Síndrome Pós Pólio?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
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		<item>
		<title>Creatina na SPP: o que a ciência realmente descobriu?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/creatina-na-spp-o-que-a-ciencia-realmente-descobriu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:32:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6657</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a creatina ganhou destaque por seus possíveis benefícios para a força muscular e até para a saúde cerebral. Mas será que ela também pode ajudar quem convive com a Síndrome Pós Pólio? Essa pergunta motivou pesquisadores do Rancho Los Amigos National Rehabilitation Center (EUA) a realizar um estudo-piloto com sobreviventes da pólio.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, a creatina ganhou destaque por seus possíveis benefícios para a força muscular e até para a saúde cerebral. Mas será que ela também pode ajudar quem convive com a Síndrome Pós Pólio?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa pergunta motivou pesquisadores do <strong>Rancho Los Amigos National Rehabilitation Center (EUA)</strong> a realizar um estudo-piloto com sobreviventes da pólio. Doze participantes foram divididos em dois grupos: um recebeu creatina e o outro placebo durante quatro semanas. Os pesquisadores avaliaram força muscular, fadiga, recuperação dos músculos e capacidade para caminhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os resultados chamaram a atenção.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns participantes com músculos mais comprometidos apresentaram um discreto aumento da força do quadríceps, um dos principais músculos das pernas. Entretanto, os benefícios pararam por aí. A creatina <strong>não reduziu de forma consistente a fadiga, não melhorou a capacidade funcional nem acelerou a recuperação muscular</strong>. Curiosamente, o participante que apresentou o maior ganho de força também relatou aumento da fadiga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os próprios pesquisadores reconheceram que o estudo era pequeno e que seriam necessárias pesquisas maiores para confirmar esses resultados. Até hoje, isso não aconteceu. Revisões científicas mais recentes concluíram que ainda <strong>não existem evidências suficientes para recomendar a creatina como tratamento para a Síndrome Pós-Pólio.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Isso significa que a creatina deve ser descartada?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não necessariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço da idade, muitos sobreviventes da pólio também desenvolvem <strong>sarcopenia</strong>, a perda natural de massa muscular. Nessa situação, estudos realizados com idosos sugerem que a creatina pode ajudar na preservação muscular quando associada a exercícios de fortalecimento cuidadosamente orientados. Mas esse possível benefício está relacionado ao envelhecimento saudável, e não ao tratamento da Síndrome Pós Pólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Existe ainda um cuidado muito importante.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Síndrome Pós Pólio, sentir-se um pouco mais forte pode levar a pessoa a ultrapassar seus limites físicos. E justamente aí mora o perigo. O excesso de esforço pode desencadear dores, sobrecarga muscular e aumento da fadiga dias depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por isso, antes de iniciar qualquer suplementação, converse com seu médico, nutricionista e fisioterapeuta. Cada organismo responde de maneira diferente e a decisão deve ser individualizada.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ciência continua buscando novas alternativas para melhorar a qualidade de vida dos sobreviventes da pólio. Enquanto respostas definitivas não chegam, permanece a estratégia que já demonstrou resultados ao longo dos anos: respeitar os limites do corpo, preservar energia, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividade física na medida certa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na Síndrome Pós-Pólio, qualidade de vida não significa fazer mais. Significa viver melhor, com equilíbrio, autonomia e inteligência.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.polioplace.org/sites/default/files/files/Polio%20Network%20News%20Vol_%2018%20No_%201%20Winter%202002.pdf">https://www.polioplace.org/sites/default/files/files/Polio%20Network%20News%20Vol_%2018%20No_%201%20Winter%202002.pdf</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/creatina-na-spp-o-que-a-ciencia-realmente-descobriu/">Creatina na SPP: o que a ciência realmente descobriu?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Síndrome Pós Pólio é possível melhorar?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/sindrome-pos-polio-e-possivel-melhorar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:07:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento para o Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento e Rede de Apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Médicos de Navi Mumbai ajudam homem de 33 anos com síndrome pós-poliomielite a andar novamente! Para quem nunca viveu a pólio, caminhar é automático.Para quem sobreviveu… é conquista diária. Essa é a história de um homem de 33 anos que pode ser a história de muitos. Desde a infância, ele convivia com: Com o tempo…&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Médicos de Navi Mumbai ajudam homem de 33 anos com síndrome pós-poliomielite a andar novamente!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem nunca viveu a pólio, caminhar é automático.<br>Para quem sobreviveu… é conquista diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a história de um homem de 33 anos que pode ser a história de muitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a infância, ele convivia com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fraqueza muscular</li>



<li>Deformidade na perna</li>



<li>Dificuldade para andar</li>



<li>Dor constante e fadiga</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tempo… veio algo que muitos sobreviventes conhecem bem:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Síndrome Pós-Pólio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o corpo, anos depois, começa a perder ainda mais força.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Subir escadas vira desafio.<br>Equilibrar-se exige esforço.<br>E a autonomia começa a diminuir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas algo mudou nessa história</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de décadas lidando com limitações, ele decidiu tentar novamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E foi isso que fez a diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um tratamento progressivo e contínuo, ele começou a recuperar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Força muscular</li>



<li>Equilíbrio</li>



<li>Mobilidade</li>



<li>Independência</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, ele consegue andar sem precisar segurar a própria perna.<br>E subir escadas voltou a ser possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que foi feito? (tratamentos reais que estão sendo utilizados)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento não foi um milagre isolado.<br>Foi um <strong>conjunto de abordagens integradas</strong>, algo que vem ganhando espaço na reabilitação moderna:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Fisioterapia especializada (base de tudo)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fortalecimento muscular controlado</li>



<li>Treino de equilíbrio</li>



<li>Reeducação da marcha</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉 <strong>Essencial para TODOS os sobreviventes da pólio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Estimulação neuromuscular</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ativa músculos enfraquecidos</li>



<li>Ajuda na reconexão neuromuscular</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉<strong> Pode melhorar função e resistência muscular</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Oxigenoterapia hiperbárica (OHB)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumenta a oxigenação dos tecidos</li>



<li>Pode auxiliar na recuperação celular</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉 <strong>Usada como terapia complementar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Terapia com luz vermelha (fotobiomodulação)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estimula regeneração celular</li>



<li>Pode reduzir dor e inflamação</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Terapias mitocondriais</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Foco na produção de energia celular</li>



<li>Importante para combater fadiga</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉 <strong>Muito relevante na Síndrome Pós Pólio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Terapias regenerativas (como terapia celular)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ainda em desenvolvimento e estudo</li>



<li>Buscam melhorar função muscular e neural</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉 <strong>Importante:</strong> ainda não são padrão, mas mostram resultados promissores em alguns casos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&nbsp;7. Hidrogenoterapia</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ação antioxidante</li>



<li>Pode ajudar na redução do estresse celular</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que isso significa para você, sobrevivente da pólio?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro:<br>👉 <strong>Não existe solução única.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo:<br>👉 <strong>Existe evolução possível.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A chave não é milagre. É estratégia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O que fez a diferença nesse caso foi:</p>



<p class="wp-block-paragraph">✔ Tratamento contínuo<br>✔ Abordagem personalizada<br>✔ Combinação de terapias<br>✔ Persistência ao longo do tempo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um alerta importante (realista e necessário)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todos os tratamentos funcionam da mesma forma para todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E alguns ainda estão em estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso:</p>



<p class="wp-block-paragraph">👉 Sempre procure acompanhamento médico especializado<br>👉 Evite promessas milagrosas<br>👉 Foque em abordagens seguras e progressivas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-jornalemdestaque-com wp-block-embed-jornalemdestaque-com"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.jornalemdestaque.com/saude/medicos-de-navi-mumbai-ajudam-homem-de-33-anos-com-sindrome-pos-poliomielite-a-andar-novamente/423575
</div></figure>
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		<title>Medicamentos: o erro Silencioso que Muitos Cometem!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/medicamentos-o-erro-silencioso-que-muitos-cometem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viver após a pólio já exige algo que poucas pessoas compreendem:força constante. Não apenas força física — mas mental, emocional e energética. E, com o passar dos anos, surge um novo desafio silencioso…o excesso de medicamentos. Quando o tratamento começa a pesar mais que a doença Muitos sobreviventes da pólio convivem com múltiplas condições:dor crônica,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Viver após a pólio já exige algo que poucas pessoas compreendem:<br>força constante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não apenas força física — mas mental, emocional e energética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, com o passar dos anos, surge um novo desafio silencioso…<br><strong>o excesso de medicamentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando o tratamento começa a pesar mais que a doença</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos sobreviventes da pólio convivem com múltiplas condições:<br>dor crônica, fraqueza muscular, problemas articulares, fadiga, alterações circulatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, naturalmente, surgem os remédios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um para dor.<br>Outro para pressão.<br>Outro para dormir.<br>Outro para ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando percebemos… já são cinco, seis, sete medicamentos por dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que poucos falam — e o estudo revela — é algo importante:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O excesso de medicamentos pode piorar sua qualidade de vida, ao invés de melhorar!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O corpo muda… mas as prescrições nem sempre acompanham</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o envelhecimento, o corpo do sobrevivente da pólio se torna ainda mais sensível.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O metabolismo desacelera</li>



<li>A resposta aos medicamentos muda</li>



<li>O risco de efeitos colaterais aumenta</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">E aqui está um ponto crucial:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Uma dose que funcionava há 10 anos pode hoje ser excessiva.</strong></li>



<li><strong>Um medicamento necessário no passado pode já não ser mais hoje.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O risco invisível: interações perigosas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos maiores perigos não está em um único remédio…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas na combinação entre eles.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Um medicamento pode anular o efeito do outro</li>



<li>Pode potencializar efeitos colaterais</li>



<li>Pode gerar novos sintomas (queda, tontura, fraqueza, confusão mental)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">E isso é ainda mais crítico para quem já convive com limitações físicas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma simples tontura pode significar uma queda.</li>



<li>Uma queda pode significar perda de autonomia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo traz uma mensagem poderosa:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reduzir medicamentos, quando possível e com orientação médica, frequentemente melhora o bem-estar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa abandonar tratamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Significa algo mais inteligente:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reavaliar. Ajustar. Individualizar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque cada sobrevivente da pólio tem uma história única.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Perguntas que podem transformar sua saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Leve essas perguntas para sua próxima consulta:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ainda preciso de todos esses medicamentos?</li>



<li>Existe algum que pode ser reduzido ou suspenso?</li>



<li>A dose está adequada para minha idade atual?</li>



<li>Algum desses remédios pode estar causando meus sintomas?</li>



<li>Meus suplementos realmente são necessários?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas perguntas não são simples…<br>mas são poderosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E o que quase ninguém te conta…</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem tudo precisa vir de um comprimido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio estudo reforça:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Intervenções não medicamentosas podem ser mais eficazes em muitos casos!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para sobreviventes da pólio, isso pode incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Exercícios adaptados (com orientação)</li>



<li>Fisioterapia especializada</li>



<li>Técnicas de relaxamento</li>



<li>Massagens terapêuticas</li>



<li>Organização da rotina para preservar energia</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Sim… dá mais trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas devolve algo que nenhum remédio entrega completamente:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>qualidade de vida real.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da saúde não é apenas adicionar tratamentos…<br>às vezes, é também ter coragem de rever o que já não faz sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você toma vários medicamentos hoje, não ignore isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é fraqueza questionar.<br>Não é rebeldia revisar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É consciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E consciência é o primeiro passo para recuperar energia, autonomia…<br>e qualidade de vida!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://polionetwork.org/archive/j7b85ozw012gkz0t38vliccwou73ln">https://polionetwork.org/archive/j7b85ozw012gkz0t38vliccwou73ln</a></p>
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		<title>O que a Bioengenharia e a hidroterapia podem auxiliar nas sequelas da Pólio?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/o-que-a-bioengenharia-e-a-hidroterapia-podem-auxiliar-nas-sequelas-da-polio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 11:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reabilitação de quem vive com sequelas da poliomielite (e também com Síndrome Pós Pólio – SPP) está ficando mais eficiente e menos desgastante quando une duas frentes: Bioengenharia (tecnologia assistiva) → para andar com mais segurança e gastar menos energia Hidroterapia (fisioterapia aquática) → para reduzir dor e fadiga e treinar movimentos com menos&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reabilitação de quem vive com sequelas da poliomielite (e também com Síndrome Pós Pólio – SPP) está ficando mais <strong>eficiente e menos desgastante</strong> quando une duas frentes:</p>
<ul>
<li><strong>Bioengenharia (tecnologia assistiva)</strong> → para <strong>andar com mais segurança e gastar menos energia</strong></li>
<li><strong>Hidroterapia (fisioterapia aquática)</strong> → para <strong>reduzir dor e fadiga</strong> e treinar movimentos com menos sobrecarga</li>
</ul>
<p><strong>Bioengenharia:</strong> é <strong>tecnologia sob medida</strong>, para dar <strong>segurança + eficiência</strong>, sem aumentar a exaustão.</p>
<p>A bioengenharia cria dispositivos que <strong>ajudam a mover, sustentar ou alinhar o corpo</strong> quando há fraqueza, instabilidade ou assimetria.</p>
<p><strong>O que isso pode fazer por você:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Dar mais estabilidade ao quadril/joelho/tornozelo</strong></li>
<li><strong>Diminuir o risco de quedas</strong></li>
<li><strong>Evitar arrastar o pé</strong></li>
<li><strong>Reduzir o “custo” do caminhar</strong> (menos gasto de energia e menos fadiga)</li>
<li><strong>Aliviar a sobrecarga nos braços e ombros</strong> em quem usa muletas</li>
</ul>
<p><strong>Exemplos:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Órteses mais modernas</strong> (mais leves e bem ajustadas)</li>
<li><strong>Órteses com auxílio de movimento</strong> (alguns modelos usam sistemas pneumáticos, como “músculos artificiais”)</li>
<li><strong>Controle por sinal do próprio músculo</strong> (em alguns casos, sensores captam um “sinal” residual do músculo para acionar o suporte, gerando movimento mais natural)</li>
</ul>
<p><strong>Hidroterapia: menos impacto, mais movimento, menos dor</strong></p>
<p>Na SPP, é muito comum haver <strong>fraqueza progressiva, dor e fadiga</strong>. A água ajuda porque “tira peso” do corpo e permite treinar com menor ação da gravidade.</p>
<p><strong>Benefícios mais percebidos:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Menos sobrecarga nas articulações</strong> (água “sustenta” parte do peso)</li>
<li><strong>Menos dor</strong> e mais relaxamento, especialmente em <strong>água aquecida</strong></li>
<li><strong>Menos fadiga</strong> quando o treino é bem dosado</li>
<li><strong>Melhora de equilíbrio e marcha</strong> com segurança</li>
<li><strong>Condicionamento físico</strong> com menor impacto (ex.: movimento de “pedalar” na água)</li>
</ul>
<p><strong>Água aquecida:</strong> em geral, temperaturas por volta de <strong>33,5°C a 34°C</strong> costumam favorecer relaxamento e analgesia.</p>
<p><strong>Quando essa combinação faz mais diferença?</strong></p>
<p>Pode ser especialmente útil se você sente:</p>
<ul>
<li><strong>Dor frequente</strong> (muscular e/ou articular)</li>
<li><strong>Cansaço desproporcional</strong> para tarefas simples</li>
<li><strong>Quedas, instabilidade ou medo de cair</strong></li>
<li><strong>Sobrecarga em ombros/punhos</strong> por uso de muletas</li>
<li><strong>Piora da marcha</strong> (arrastar o pé, assimetria, tropeços)</li>
</ul>
<p><strong>Checklist rápido: o que perguntar ao seu fisioterapeuta/médico</strong></p>
<p><strong>Sobre bioengenharia/órteses</strong></p>
<ul>
<li>“Minha marcha está gastando energia demais? Dá para medir isso?”</li>
<li>“Uma órtese pode <strong>reduzir fadiga e quedas</strong> no meu caso?”</li>
<li>“Meu alinhamento (quadril/joelho/pé) está sobrecarregando alguma articulação?”</li>
<li>“Existe opção mais leve, mais confortável e ajustada para mim?”</li>
</ul>
<p><strong>Sobre hidroterapia</strong></p>
<ul>
<li>“Qual a frequência ideal para eu melhorar sem piorar a fadiga?”</li>
<li>“Quais exercícios devo evitar para não sobrecarregar músculos já enfraquecidos?”</li>
<li>“Como controlar a intensidade para não ter piora no dia seguinte?”</li>
</ul>
<p><strong>Atenção: reabilitação na SPP precisa ser “inteligente”, não “no limite”</strong></p>
<p>Na Síndrome Pós Pólio, o objetivo não é “forçar para ganhar”. É <strong>proteger o que funciona</strong>, reduzir dor, manter independência e <strong>evitar sobrecarga</strong>. Se a terapia deixa você pior por dias, algo precisa ser ajustado.</p>
<p><strong>Fonte:<br />
</strong><a href="https://www.ufmg.br/congrext/Tecno/Tecno12.pdf">https://www.ufmg.br/congrext/Tecno/Tecno12.pdf</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/o-que-a-bioengenharia-e-a-hidroterapia-podem-auxiliar-nas-sequelas-da-polio/">O que a Bioengenharia e a hidroterapia podem auxiliar nas sequelas da Pólio?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
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