<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Cuidados Médicos e de Saúde - Instituto Giorgio Nicoli</title>
	<atom:link href="https://institutogiorgionicoli.org.br/categoria/viver-a-polio/cuidados-medicos-e-de-saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/categoria/viver-a-polio/cuidados-medicos-e-de-saude/</link>
	<description>Pólio e Pós-Pólio: Acredite na vida</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Sep 2026 18:02:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>
	<item>
		<title>Seu músculo está bem alimentado?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/seu-musculo-esta-bem-alimentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 15:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6693</guid>

					<description><![CDATA[<p>Proteína, vitaminas e outros nutrientes ganham importância com a idade. Mas o que realmente importa para quem teve pólio? Quando pensamos em preservar músculos, a primeira palavra que costuma aparecer é exercício. Mas existe outra parte dessa história: o músculo também precisa ser alimentado. Com o envelhecimento, manter força, mobilidade e independência depende de vários&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/seu-musculo-esta-bem-alimentado/">Seu músculo está bem alimentado?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Proteína, vitaminas e outros nutrientes ganham importância com a idade. Mas o que realmente importa para quem teve pólio?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando pensamos em preservar músculos, a primeira palavra que costuma aparecer é <strong>exercício</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas existe outra parte dessa história:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>o músculo também precisa ser alimentado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o envelhecimento, manter força, mobilidade e independência depende de vários fatores — e uma alimentação adequada faz parte desse conjunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem teve pólio, essa conversa merece ainda mais cuidado. Muitos sobreviventes passaram décadas utilizando determinados músculos de forma intensa para compensar limitações deixadas pela doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, esses mesmos músculos também estão envelhecendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Proteína virou moda. Mas ela realmente importa?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A proteína fornece aminoácidos utilizados pelo organismo para manutenção e renovação dos tecidos, inclusive os músculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ovos, leite e derivados, carnes, peixes, feijão, lentilha, grão-de-bico e outras fontes podem contribuir para uma alimentação adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas existe uma diferença entre <strong>alimentar bem o músculo</strong> e acreditar que “quanto mais proteína, melhor”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As necessidades variam conforme idade, peso, alimentação, nível de atividade e condições de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E um ponto é fundamental para quem teve pólio:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>proteína pode contribuir para a saúde muscular, mas não recupera os neurônios motores perdidos pela poliomielite.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, alimentação faz parte do cuidado. <strong>Não é tratamento para a Síndrome Pós Pólio.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E vitaminas e suplementos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vitamina D, B12, ferro e outros nutrientes participam de funções importantes do organismo. Quando existe deficiência, ela pode contribuir para cansaço, anemia, alterações neurológicas ou problemas relacionados à saúde óssea e muscular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas isso não significa que todo sobrevivente da pólio precise suplementá-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regra mais segura continua sendo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>primeiro avaliar. Depois suplementar, se houver indicação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialmente porque idade, medicamentos e outras condições de saúde podem modificar as necessidades de cada pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Creatina: promessa ou possibilidade?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A creatina está entre os suplementos mais estudados atualmente para desempenho e preservação muscular e também vem sendo pesquisada no envelhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há resultados interessantes em determinadas populações, principalmente quando seu uso está associado a exercícios apropriados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas precisamos fazer uma distinção importante:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>evidência em adultos mais velhos não é automaticamente evidência em Síndrome Pós Pólio.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda faltam estudos específicos para afirmar que a creatina traga os mesmos benefícios para pessoas com SPP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um bom exemplo de como devemos olhar para novidades: <strong>com interesse, mas sem transformar possibilidade em promessa.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Existe ainda uma questão pouco lembrada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alimentar o músculo depende também de <strong>conseguir se alimentar bem</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns sobreviventes da pólio podem apresentar dificuldades de mastigação ou deglutição. Outros podem comer menos porque preparar refeições se tornou cansativo, perder o apetite, pular refeições ou restringir excessivamente a alimentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, vale observar não apenas <strong>o que você come</strong>, mas se está conseguindo manter uma alimentação adequada ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Faça o seu “Check-up da Alimentação”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante alguns dias, observe:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tenho alguma fonte de proteína nas principais refeições?</li>



<li>Minha alimentação é variada?</li>



<li>Estou pulando refeições por cansaço?</li>



<li>Tenho menos apetite do que antes?</li>



<li>Perdi peso sem querer?</li>



<li>Tenho dificuldade para mastigar ou engolir?</li>



<li>Estou tomando vitaminas ou suplementos por conta própria?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Não é necessário transformar a alimentação em uma coleção de números.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é perceber <strong>se alguma coisa mudou</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perda de peso involuntária, redução importante do apetite, dificuldade para engolir ou perda de força merecem avaliação profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alimentar também é preservar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem teve pólio, preservar músculos não deveria significar simplesmente:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“coma mais proteína e faça mais exercício.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso olhar o conjunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alimentação adequada, atividade física individualizada, descanso, conservação de energia e acompanhamento profissional podem trabalhar na mesma direção:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>preservar capacidade funcional sem impor sobrecarga desnecessária ao organismo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez a pergunta mais importante seja:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Estou alimentando meu corpo de acordo com as necessidades que ele tem hoje?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque cuidar da alimentação também pode ser uma maneira de <strong>proteger sua força, sua mobilidade e sua autonomia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importante:</strong> este conteúdo tem caráter educativo. Necessidades de proteína e uso de suplementos devem ser individualizados, especialmente na presença de doenças renais, hepáticas ou outras condições clínicas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Continue se informando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se este assunto é importante para você, veja também:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/quais-as-complicacoes-da-sindrome-pos-poliomielite-spp/?utm_source=chatgpt.com"><strong>Quais as Complicações da Síndrome Pós-Poliomielite (SPP)?</strong></a></li>



<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-atividade-fisica-riscos-e-beneficios/?utm_source=chatgpt.com"><strong>SPP – Atividade Física: Riscos e Benefícios!</strong></a></li>



<li><a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/terapias-medicamentosas-para-spp-o-que-a-ciencia-nos-diz/?utm_source=chatgpt.com"><strong>Terapias Medicamentosas para SPP: O Que a Ciência Nos Diz!</strong></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes utilizadas</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.espen.org/?utm_source=chatgpt.com"><strong>ESPEN — European Society for Clinical Nutrition and Metabolism</strong></a> — referência em nutrição clínica e envelhecimento.</li>



<li><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=protein+older+adults+muscle&amp;utm_source=chatgpt.com"><strong>PubMed — pesquisas sobre proteína, envelhecimento e massa muscular</strong></a></li>



<li><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=creatine+older+adults+muscle&amp;utm_source=chatgpt.com"><strong>PubMed — pesquisas sobre creatina e adultos mais velhos</strong></a></li>



<li><strong><a href="https://post-polio.org/?utm_source=chatgpt.com">Post-Polio Health International</a> </strong>— informações especializadas sobre envelhecimento e efeitos tardios da pólio.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/seu-musculo-esta-bem-alimentado/">Seu músculo está bem alimentado?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Neuromodulação &#8211; novos caminhos para a Síndrome Pós Pólio?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/neuromodulacao-novos-caminhos-para-a-sindrome-pos-polio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6663</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem convive com a Síndrome Pós-Pólio sabe que, há muitos anos, os tratamentos disponíveis têm como objetivo controlar os sintomas, preservar a força muscular e melhorar a qualidade de vida. Mas será que isso pode mudar? Embora ainda não exista uma cura, pesquisadores continuam buscando novas estratégias para ajudar os sobreviventes da pólio. Uma das&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/neuromodulacao-novos-caminhos-para-a-sindrome-pos-polio/">Neuromodulação &#8211; novos caminhos para a Síndrome Pós Pólio?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quem convive com a Síndrome Pós-Pólio sabe que, há muitos anos, os tratamentos disponíveis têm como objetivo controlar os sintomas, preservar a força muscular e melhorar a qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas será que isso pode mudar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora ainda não exista uma cura, pesquisadores continuam buscando novas estratégias para ajudar os sobreviventes da pólio. Uma das linhas mais promissoras envolve a <strong>neuromodulação</strong>, um conjunto de técnicas que procura estimular o sistema nervoso para melhorar o funcionamento dos músculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E o Brasil participa dessa pesquisa.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um grupo de pesquisadores da <strong>Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)</strong>, em colaboração com cientistas italianos, publicou recentemente estudos avaliando uma tecnologia chamada <strong>REAC (Radio Electric Asymmetric Conveyer)</strong> em pessoas com Síndrome Pós Pólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos estudos, os participantes receberam sessões de neuromodulação e foram avaliados antes e depois do tratamento. <strong>Os pesquisadores observaram melhora da força muscular e da resistência à fadiga em parte dos participantes, especialmente na musculatura mais comprometida dos membros inferiores</strong>. Esses resultados sugerem que a modulação da atividade do sistema nervoso pode representar um novo caminho para a reabilitação da Síndrome Pós Pólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas existe um detalhe muito importante.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os próprios pesquisadores ressaltam que esses estudos envolveram um número pequeno de participantes e que ainda são necessárias pesquisas maiores, controladas e de longo prazo para confirmar esses resultados. Ou seja, <strong>a técnica ainda não pode ser considerada um tratamento comprovado</strong>, mas representa uma linha de pesquisa extremamente interessante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essa talvez seja a notícia mais importante.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de muitos anos com poucas novidades, a Síndrome Pós Pólio volta a despertar o interesse da comunidade científica. Isso significa mais pesquisas, novas perguntas e, principalmente, novas possibilidades para o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa ciência avança exatamente assim: um pequeno estudo abre caminho para outros maiores. Quando diferentes grupos de pesquisa obtêm resultados semelhantes, novas tecnologias passam a fazer parte da prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto esse momento não chega, continuam valendo as recomendações que já demonstraram benefícios: atividade física cuidadosamente individualizada, conservação de energia, acompanhamento multiprofissional e respeito aos limites do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esperança não está em promessas milagrosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela está na ciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a <strong>UNIFESP</strong>, uma das mais importantes universidades do país na área da Neurologia e da Reabilitação, está contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a Síndrome Pós Pólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez a grande revolução ainda esteja por vir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas ela certamente começa com pesquisas como essas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer saber mais?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Artigos científicos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Improving Strength and Fatigue Resistance in Post-Polio Syndrome Individuals with REAC Neurobiological Treatments</strong><br><a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10672477/">https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10672477/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Efficacy of REAC Neurobiological Optimization Treatments in Post-Polio Syndrome</strong><br><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39452526/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39452526/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Journal of Personalized Medicine – REAC e Síndrome Pós-Pólio</strong><br><a href="https://www.mdpi.com/2075-4426/14/10/1018">https://www.mdpi.com/2075-4426/14/10/1018</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/neuromodulacao-novos-caminhos-para-a-sindrome-pos-polio/">Neuromodulação &#8211; novos caminhos para a Síndrome Pós Pólio?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Creatina na SPP: o que a ciência realmente descobriu?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/creatina-na-spp-o-que-a-ciencia-realmente-descobriu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:32:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6657</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a creatina ganhou destaque por seus possíveis benefícios para a força muscular e até para a saúde cerebral. Mas será que ela também pode ajudar quem convive com a Síndrome Pós Pólio? Essa pergunta motivou pesquisadores do Rancho Los Amigos National Rehabilitation Center (EUA) a realizar um estudo-piloto com sobreviventes da pólio.&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/creatina-na-spp-o-que-a-ciencia-realmente-descobriu/">Creatina na SPP: o que a ciência realmente descobriu?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, a creatina ganhou destaque por seus possíveis benefícios para a força muscular e até para a saúde cerebral. Mas será que ela também pode ajudar quem convive com a Síndrome Pós Pólio?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa pergunta motivou pesquisadores do <strong>Rancho Los Amigos National Rehabilitation Center (EUA)</strong> a realizar um estudo-piloto com sobreviventes da pólio. Doze participantes foram divididos em dois grupos: um recebeu creatina e o outro placebo durante quatro semanas. Os pesquisadores avaliaram força muscular, fadiga, recuperação dos músculos e capacidade para caminhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os resultados chamaram a atenção.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns participantes com músculos mais comprometidos apresentaram um discreto aumento da força do quadríceps, um dos principais músculos das pernas. Entretanto, os benefícios pararam por aí. A creatina <strong>não reduziu de forma consistente a fadiga, não melhorou a capacidade funcional nem acelerou a recuperação muscular</strong>. Curiosamente, o participante que apresentou o maior ganho de força também relatou aumento da fadiga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os próprios pesquisadores reconheceram que o estudo era pequeno e que seriam necessárias pesquisas maiores para confirmar esses resultados. Até hoje, isso não aconteceu. Revisões científicas mais recentes concluíram que ainda <strong>não existem evidências suficientes para recomendar a creatina como tratamento para a Síndrome Pós-Pólio.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Isso significa que a creatina deve ser descartada?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não necessariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço da idade, muitos sobreviventes da pólio também desenvolvem <strong>sarcopenia</strong>, a perda natural de massa muscular. Nessa situação, estudos realizados com idosos sugerem que a creatina pode ajudar na preservação muscular quando associada a exercícios de fortalecimento cuidadosamente orientados. Mas esse possível benefício está relacionado ao envelhecimento saudável, e não ao tratamento da Síndrome Pós Pólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Existe ainda um cuidado muito importante.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Síndrome Pós Pólio, sentir-se um pouco mais forte pode levar a pessoa a ultrapassar seus limites físicos. E justamente aí mora o perigo. O excesso de esforço pode desencadear dores, sobrecarga muscular e aumento da fadiga dias depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por isso, antes de iniciar qualquer suplementação, converse com seu médico, nutricionista e fisioterapeuta. Cada organismo responde de maneira diferente e a decisão deve ser individualizada.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ciência continua buscando novas alternativas para melhorar a qualidade de vida dos sobreviventes da pólio. Enquanto respostas definitivas não chegam, permanece a estratégia que já demonstrou resultados ao longo dos anos: respeitar os limites do corpo, preservar energia, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividade física na medida certa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na Síndrome Pós-Pólio, qualidade de vida não significa fazer mais. Significa viver melhor, com equilíbrio, autonomia e inteligência.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.polioplace.org/sites/default/files/files/Polio%20Network%20News%20Vol_%2018%20No_%201%20Winter%202002.pdf">https://www.polioplace.org/sites/default/files/files/Polio%20Network%20News%20Vol_%2018%20No_%201%20Winter%202002.pdf</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/creatina-na-spp-o-que-a-ciencia-realmente-descobriu/">Creatina na SPP: o que a ciência realmente descobriu?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome Pós Pólio é possível melhorar?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/sindrome-pos-polio-e-possivel-melhorar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:07:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento para o Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento e Rede de Apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6575</guid>

					<description><![CDATA[<p>Médicos de Navi Mumbai ajudam homem de 33 anos com síndrome pós-poliomielite a andar novamente! Para quem nunca viveu a pólio, caminhar é automático.Para quem sobreviveu… é conquista diária. Essa é a história de um homem de 33 anos que pode ser a história de muitos. Desde a infância, ele convivia com: Com o tempo…&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/sindrome-pos-polio-e-possivel-melhorar/">Síndrome Pós Pólio é possível melhorar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Médicos de Navi Mumbai ajudam homem de 33 anos com síndrome pós-poliomielite a andar novamente!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem nunca viveu a pólio, caminhar é automático.<br>Para quem sobreviveu… é conquista diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a história de um homem de 33 anos que pode ser a história de muitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a infância, ele convivia com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fraqueza muscular</li>



<li>Deformidade na perna</li>



<li>Dificuldade para andar</li>



<li>Dor constante e fadiga</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tempo… veio algo que muitos sobreviventes conhecem bem:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Síndrome Pós-Pólio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o corpo, anos depois, começa a perder ainda mais força.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Subir escadas vira desafio.<br>Equilibrar-se exige esforço.<br>E a autonomia começa a diminuir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas algo mudou nessa história</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de décadas lidando com limitações, ele decidiu tentar novamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E foi isso que fez a diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um tratamento progressivo e contínuo, ele começou a recuperar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Força muscular</li>



<li>Equilíbrio</li>



<li>Mobilidade</li>



<li>Independência</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, ele consegue andar sem precisar segurar a própria perna.<br>E subir escadas voltou a ser possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que foi feito? (tratamentos reais que estão sendo utilizados)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento não foi um milagre isolado.<br>Foi um <strong>conjunto de abordagens integradas</strong>, algo que vem ganhando espaço na reabilitação moderna:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Fisioterapia especializada (base de tudo)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fortalecimento muscular controlado</li>



<li>Treino de equilíbrio</li>



<li>Reeducação da marcha</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉 <strong>Essencial para TODOS os sobreviventes da pólio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Estimulação neuromuscular</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ativa músculos enfraquecidos</li>



<li>Ajuda na reconexão neuromuscular</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉<strong> Pode melhorar função e resistência muscular</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Oxigenoterapia hiperbárica (OHB)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumenta a oxigenação dos tecidos</li>



<li>Pode auxiliar na recuperação celular</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉 <strong>Usada como terapia complementar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Terapia com luz vermelha (fotobiomodulação)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estimula regeneração celular</li>



<li>Pode reduzir dor e inflamação</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Terapias mitocondriais</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Foco na produção de energia celular</li>



<li>Importante para combater fadiga</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉 <strong>Muito relevante na Síndrome Pós Pólio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Terapias regenerativas (como terapia celular)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ainda em desenvolvimento e estudo</li>



<li>Buscam melhorar função muscular e neural</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">👉 <strong>Importante:</strong> ainda não são padrão, mas mostram resultados promissores em alguns casos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&nbsp;7. Hidrogenoterapia</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ação antioxidante</li>



<li>Pode ajudar na redução do estresse celular</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que isso significa para você, sobrevivente da pólio?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro:<br>👉 <strong>Não existe solução única.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo:<br>👉 <strong>Existe evolução possível.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A chave não é milagre. É estratégia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O que fez a diferença nesse caso foi:</p>



<p class="wp-block-paragraph">✔ Tratamento contínuo<br>✔ Abordagem personalizada<br>✔ Combinação de terapias<br>✔ Persistência ao longo do tempo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um alerta importante (realista e necessário)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todos os tratamentos funcionam da mesma forma para todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E alguns ainda estão em estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso:</p>



<p class="wp-block-paragraph">👉 Sempre procure acompanhamento médico especializado<br>👉 Evite promessas milagrosas<br>👉 Foque em abordagens seguras e progressivas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-jornalemdestaque-com wp-block-embed-jornalemdestaque-com"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.jornalemdestaque.com/saude/medicos-de-navi-mumbai-ajudam-homem-de-33-anos-com-sindrome-pos-poliomielite-a-andar-novamente/423575
</div></figure>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/sindrome-pos-polio-e-possivel-melhorar/">Síndrome Pós Pólio é possível melhorar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medicamentos: o erro Silencioso que Muitos Cometem!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/medicamentos-o-erro-silencioso-que-muitos-cometem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6587</guid>

					<description><![CDATA[<p>Viver após a pólio já exige algo que poucas pessoas compreendem:força constante. Não apenas força física — mas mental, emocional e energética. E, com o passar dos anos, surge um novo desafio silencioso…o excesso de medicamentos. Quando o tratamento começa a pesar mais que a doença Muitos sobreviventes da pólio convivem com múltiplas condições:dor crônica,&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/medicamentos-o-erro-silencioso-que-muitos-cometem/">Medicamentos: o erro Silencioso que Muitos Cometem!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Viver após a pólio já exige algo que poucas pessoas compreendem:<br>força constante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não apenas força física — mas mental, emocional e energética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, com o passar dos anos, surge um novo desafio silencioso…<br><strong>o excesso de medicamentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando o tratamento começa a pesar mais que a doença</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos sobreviventes da pólio convivem com múltiplas condições:<br>dor crônica, fraqueza muscular, problemas articulares, fadiga, alterações circulatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, naturalmente, surgem os remédios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um para dor.<br>Outro para pressão.<br>Outro para dormir.<br>Outro para ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando percebemos… já são cinco, seis, sete medicamentos por dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que poucos falam — e o estudo revela — é algo importante:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O excesso de medicamentos pode piorar sua qualidade de vida, ao invés de melhorar!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O corpo muda… mas as prescrições nem sempre acompanham</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o envelhecimento, o corpo do sobrevivente da pólio se torna ainda mais sensível.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O metabolismo desacelera</li>



<li>A resposta aos medicamentos muda</li>



<li>O risco de efeitos colaterais aumenta</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">E aqui está um ponto crucial:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Uma dose que funcionava há 10 anos pode hoje ser excessiva.</strong></li>



<li><strong>Um medicamento necessário no passado pode já não ser mais hoje.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O risco invisível: interações perigosas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos maiores perigos não está em um único remédio…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas na combinação entre eles.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Um medicamento pode anular o efeito do outro</li>



<li>Pode potencializar efeitos colaterais</li>



<li>Pode gerar novos sintomas (queda, tontura, fraqueza, confusão mental)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">E isso é ainda mais crítico para quem já convive com limitações físicas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma simples tontura pode significar uma queda.</li>



<li>Uma queda pode significar perda de autonomia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo traz uma mensagem poderosa:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reduzir medicamentos, quando possível e com orientação médica, frequentemente melhora o bem-estar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa abandonar tratamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Significa algo mais inteligente:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reavaliar. Ajustar. Individualizar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque cada sobrevivente da pólio tem uma história única.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Perguntas que podem transformar sua saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Leve essas perguntas para sua próxima consulta:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ainda preciso de todos esses medicamentos?</li>



<li>Existe algum que pode ser reduzido ou suspenso?</li>



<li>A dose está adequada para minha idade atual?</li>



<li>Algum desses remédios pode estar causando meus sintomas?</li>



<li>Meus suplementos realmente são necessários?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas perguntas não são simples…<br>mas são poderosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E o que quase ninguém te conta…</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem tudo precisa vir de um comprimido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio estudo reforça:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Intervenções não medicamentosas podem ser mais eficazes em muitos casos!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para sobreviventes da pólio, isso pode incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Exercícios adaptados (com orientação)</li>



<li>Fisioterapia especializada</li>



<li>Técnicas de relaxamento</li>



<li>Massagens terapêuticas</li>



<li>Organização da rotina para preservar energia</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Sim… dá mais trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas devolve algo que nenhum remédio entrega completamente:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>qualidade de vida real.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da saúde não é apenas adicionar tratamentos…<br>às vezes, é também ter coragem de rever o que já não faz sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você toma vários medicamentos hoje, não ignore isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é fraqueza questionar.<br>Não é rebeldia revisar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É consciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E consciência é o primeiro passo para recuperar energia, autonomia…<br>e qualidade de vida!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://polionetwork.org/archive/j7b85ozw012gkz0t38vliccwou73ln">https://polionetwork.org/archive/j7b85ozw012gkz0t38vliccwou73ln</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/medicamentos-o-erro-silencioso-que-muitos-cometem/">Medicamentos: o erro Silencioso que Muitos Cometem!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que a Bioengenharia e a hidroterapia podem auxiliar nas sequelas da Pólio?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/o-que-a-bioengenharia-e-a-hidroterapia-podem-auxiliar-nas-sequelas-da-polio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 11:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa e Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6518</guid>

					<description><![CDATA[<p>A reabilitação de quem vive com sequelas da poliomielite (e também com Síndrome Pós Pólio – SPP) está ficando mais eficiente e menos desgastante quando une duas frentes: Bioengenharia (tecnologia assistiva) → para andar com mais segurança e gastar menos energia Hidroterapia (fisioterapia aquática) → para reduzir dor e fadiga e treinar movimentos com menos&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/o-que-a-bioengenharia-e-a-hidroterapia-podem-auxiliar-nas-sequelas-da-polio/">O que a Bioengenharia e a hidroterapia podem auxiliar nas sequelas da Pólio?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reabilitação de quem vive com sequelas da poliomielite (e também com Síndrome Pós Pólio – SPP) está ficando mais <strong>eficiente e menos desgastante</strong> quando une duas frentes:</p>
<ul>
<li><strong>Bioengenharia (tecnologia assistiva)</strong> → para <strong>andar com mais segurança e gastar menos energia</strong></li>
<li><strong>Hidroterapia (fisioterapia aquática)</strong> → para <strong>reduzir dor e fadiga</strong> e treinar movimentos com menos sobrecarga</li>
</ul>
<p><strong>Bioengenharia:</strong> é <strong>tecnologia sob medida</strong>, para dar <strong>segurança + eficiência</strong>, sem aumentar a exaustão.</p>
<p>A bioengenharia cria dispositivos que <strong>ajudam a mover, sustentar ou alinhar o corpo</strong> quando há fraqueza, instabilidade ou assimetria.</p>
<p><strong>O que isso pode fazer por você:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Dar mais estabilidade ao quadril/joelho/tornozelo</strong></li>
<li><strong>Diminuir o risco de quedas</strong></li>
<li><strong>Evitar arrastar o pé</strong></li>
<li><strong>Reduzir o “custo” do caminhar</strong> (menos gasto de energia e menos fadiga)</li>
<li><strong>Aliviar a sobrecarga nos braços e ombros</strong> em quem usa muletas</li>
</ul>
<p><strong>Exemplos:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Órteses mais modernas</strong> (mais leves e bem ajustadas)</li>
<li><strong>Órteses com auxílio de movimento</strong> (alguns modelos usam sistemas pneumáticos, como “músculos artificiais”)</li>
<li><strong>Controle por sinal do próprio músculo</strong> (em alguns casos, sensores captam um “sinal” residual do músculo para acionar o suporte, gerando movimento mais natural)</li>
</ul>
<p><strong>Hidroterapia: menos impacto, mais movimento, menos dor</strong></p>
<p>Na SPP, é muito comum haver <strong>fraqueza progressiva, dor e fadiga</strong>. A água ajuda porque “tira peso” do corpo e permite treinar com menor ação da gravidade.</p>
<p><strong>Benefícios mais percebidos:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Menos sobrecarga nas articulações</strong> (água “sustenta” parte do peso)</li>
<li><strong>Menos dor</strong> e mais relaxamento, especialmente em <strong>água aquecida</strong></li>
<li><strong>Menos fadiga</strong> quando o treino é bem dosado</li>
<li><strong>Melhora de equilíbrio e marcha</strong> com segurança</li>
<li><strong>Condicionamento físico</strong> com menor impacto (ex.: movimento de “pedalar” na água)</li>
</ul>
<p><strong>Água aquecida:</strong> em geral, temperaturas por volta de <strong>33,5°C a 34°C</strong> costumam favorecer relaxamento e analgesia.</p>
<p><strong>Quando essa combinação faz mais diferença?</strong></p>
<p>Pode ser especialmente útil se você sente:</p>
<ul>
<li><strong>Dor frequente</strong> (muscular e/ou articular)</li>
<li><strong>Cansaço desproporcional</strong> para tarefas simples</li>
<li><strong>Quedas, instabilidade ou medo de cair</strong></li>
<li><strong>Sobrecarga em ombros/punhos</strong> por uso de muletas</li>
<li><strong>Piora da marcha</strong> (arrastar o pé, assimetria, tropeços)</li>
</ul>
<p><strong>Checklist rápido: o que perguntar ao seu fisioterapeuta/médico</strong></p>
<p><strong>Sobre bioengenharia/órteses</strong></p>
<ul>
<li>“Minha marcha está gastando energia demais? Dá para medir isso?”</li>
<li>“Uma órtese pode <strong>reduzir fadiga e quedas</strong> no meu caso?”</li>
<li>“Meu alinhamento (quadril/joelho/pé) está sobrecarregando alguma articulação?”</li>
<li>“Existe opção mais leve, mais confortável e ajustada para mim?”</li>
</ul>
<p><strong>Sobre hidroterapia</strong></p>
<ul>
<li>“Qual a frequência ideal para eu melhorar sem piorar a fadiga?”</li>
<li>“Quais exercícios devo evitar para não sobrecarregar músculos já enfraquecidos?”</li>
<li>“Como controlar a intensidade para não ter piora no dia seguinte?”</li>
</ul>
<p><strong>Atenção: reabilitação na SPP precisa ser “inteligente”, não “no limite”</strong></p>
<p>Na Síndrome Pós Pólio, o objetivo não é “forçar para ganhar”. É <strong>proteger o que funciona</strong>, reduzir dor, manter independência e <strong>evitar sobrecarga</strong>. Se a terapia deixa você pior por dias, algo precisa ser ajustado.</p>
<p><strong>Fonte:<br />
</strong><a href="https://www.ufmg.br/congrext/Tecno/Tecno12.pdf">https://www.ufmg.br/congrext/Tecno/Tecno12.pdf</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/o-que-a-bioengenharia-e-a-hidroterapia-podem-auxiliar-nas-sequelas-da-polio/">O que a Bioengenharia e a hidroterapia podem auxiliar nas sequelas da Pólio?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SPP – Atividade Física: Riscos e Benefícios!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-atividade-fisica-riscos-e-beneficios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 11:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[Fraqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6353</guid>

					<description><![CDATA[<p>Baseado na palestra do Dr. Roberto Dias – III Simpósio Doenças Raras e Síndrome Pós Pólio Brasil–Portugal de 2025. A atividade física é indispensável para quem vive com Síndrome Pós Pólio (SPP), mas também é um dos pontos que mais exige cuidado, equilíbrio e conhecimento. Fazer menos do que o necessário enfraquece. Fazer mais do&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-atividade-fisica-riscos-e-beneficios/">SPP – Atividade Física: Riscos e Benefícios!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Baseado na palestra do Dr. Roberto Dias – III Simpósio Doenças Raras e Síndrome Pós Pólio Brasil–Portugal de 2025.</p>
<p style="text-align: justify;">A atividade física é indispensável para quem vive com Síndrome Pós Pólio (SPP), mas também é um dos pontos que mais exige <strong>cuidado, equilíbrio e conhecimento</strong>. Fazer menos do que o necessário enfraquece. Fazer mais do que o corpo suporta machuca. Este artigo explica, de forma objetiva, como encontrar o ponto ideal — <strong>sem riscos e com benefícios reais</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6e0909;"><strong> Por que a atividade física é diferente para quem teve pólio?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">A poliomielite destruiu parte dos neurônios motores ainda na infância. Para recuperar os movimentos, o corpo criou uma estratégia inteligente:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neurônios sobreviventes assumiram muitas fibras musculares. </strong>Esse processo é chamado de <strong>reinervação</strong>. <strong>Resultado: a vida inteira o corpo trabalhou em “modo extra”. </strong>Alguns neurônios passaram a cuidar de <strong>5 a 7 vezes</strong> mais fibras do que o normal. Com o passar das décadas, essa sobrecarga leva ao que chamamos de <strong>over use</strong> – um cansaço celular profundo que gera:</p>
<ul>
<li>nova fraqueza</li>
<li>dores</li>
<li>perda funcional progressiva</li>
<li>sintomas da SPP</li>
</ul>
<p>Por isso, para sobreviventes da pólio, <strong>atividade física é terapia</strong> — e requer precisão.</p>
<p><span style="color: #6e0909;"><strong> O perigo dos extremos: o que NÃO fazer</strong></span></p>
<p>O Dr. Roberto é claro: <strong>os extremos são prejudiciais</strong>.</p>
<p><strong>Fazer demais (over use)</strong></p>
<p>Quando o corpo é forçado além do limite, pode ocorrer:</p>
<ul>
<li>exaustão do neurônio motor</li>
<li>piora da fraqueza</li>
<li>dor intensa</li>
<li>regressão funcional</li>
</ul>
<p>Isso já foi observado em:</p>
<ul>
<li>atletas de alta performance</li>
<li>casos de esclerose lateral amiotrófica com histórico de exercícios extenuantes</li>
<li>sobreviventes da pólio que treinaram intensamente entre 20 e 30 anos</li>
</ul>
<p><strong>Não fazer nada (desuso)</strong></p>
<p>O outro extremo é igualmente perigoso:</p>
<ul>
<li>perda de força</li>
<li>atrofia por desuso</li>
<li>mais dor</li>
<li>mais quedas</li>
<li>perda da independência</li>
</ul>
<p><strong>A falta de movimento enfraquece o músculo e piora a SPP.</strong></p>
<p><span style="color: #6e0909;"><strong> O ponto ideal: equilíbrio é a palavra-chave</strong></span></p>
<p>Entre “fazer demais” e “não fazer nada”, existe o caminho seguro:</p>
<p><strong>Bom senso + Autopercepção + Orientação profissional</strong></p>
<p>O paciente deve conhecer e respeitar:</p>
<ul>
<li>seus limites</li>
<li>suas dores</li>
<li>seus sinais de alerta</li>
<li>seu tempo de recuperação</li>
</ul>
<p>A equipe deve:</p>
<ul>
<li>criar um plano individualizado</li>
<li>monitorar respostas ao exercício</li>
<li>ajustar carga e frequência</li>
<li>evitar movimentos repetitivos excessivos</li>
</ul>
<p><span style="color: #6e0909;"><strong> Como identificar que você passou do limite?</strong></span></p>
<p><strong>Sinais de alerta (pare imediatamente):</strong></p>
<ul>
<li>Fraqueza incomum depois da atividade</li>
<li>Dor que piora em 24–48h</li>
<li>Fadiga extrema que dura mais de 1 dia</li>
<li>Perda de força em atividades do cotidiano</li>
<li>Cansaço que interfere no sono ou na locomoção</li>
</ul>
<p>Esses sinais indicam <strong>over use</strong> e risco de regressão funcional.</p>
<p><span style="color: #6e0909;"><strong>O que fazer? Recomendações práticas</strong></span></p>
<p><strong>Atividade física SIM — mas com limites claros!</strong></p>
<p>Preferir:</p>
<ul>
<li>exercícios leves a moderados</li>
<li>movimentos não repetitivos</li>
<li>treinos curtos e fracionados</li>
<li>atividades prazerosas e sustentáveis</li>
</ul>
<p><strong> Evitar treinos intensos</strong></p>
<p>Nada de:</p>
<ul>
<li>musculação pesada</li>
<li>longas caminhadas sem descanso</li>
<li>treinos aeróbicos extenuantes</li>
<li>esportes de impacto</li>
<li>superação de dor “no esforço”</li>
</ul>
<p><strong> Priorizar técnicas seguras</strong></p>
<ul>
<li>fisioterapia neuromuscular especializada</li>
<li>exercícios de baixa resistência</li>
<li>alongamentos leves (quando indicados)</li>
<li>exercícios na água em intensidade moderada</li>
<li>fortalecimento cuidadoso</li>
<li>treino de marcha com ajustes posturais</li>
</ul>
<p><strong> Recuperação é parte do tratamento</strong></p>
<ul>
<li>descanso entre sessões</li>
<li>pausas durante o dia</li>
<li>sono regular</li>
<li>hidratação adequada</li>
</ul>
<p><strong> Monitoramento contínuo</strong></p>
<p>Qualquer mudança deve ser relatada ao profissional responsável.</p>
<p><strong><br />
<span style="color: #6e0909;">Benefícios REAIS da atividade física bem orientada</span></strong></p>
<p>Quando feita corretamente, a atividade física:</p>
<ul>
<li>Reduz dor</li>
<li>Melhora a resistência</li>
<li>Aumenta autonomia e independência</li>
<li>Melhora o humor e reduz ansiedade</li>
<li>Retarda a perda funcional da SPP</li>
<li>Fortalece músculos não afetados</li>
<li>Melhora a postura e o equilíbrio</li>
<li>Previne quedas</li>
</ul>
<p>Atividade física <strong>não cura a SPP</strong>, mas transforma a qualidade de vida.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A atividade física é essencial para quem vive com Síndrome Pós Pólio ( SPP) — mas <strong>não pode ser igual para todo mundo</strong>. O segredo está no meio-termo: nem esforço demais, nem sedentarismo. Com orientação especializada, atenção aos sinais do corpo e equilíbrio, você pode conquistar mais autonomia, menos dor e uma vida mais ativa e segura!</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=f1x4cpokWHY&amp;list=PL1ubl4u48nG2k3ymqPMyVU1HQJuDEeV90&amp;index=8">https://www.youtube.com/watch?v=f1x4cpokWHY&amp;list=PL1ubl4u48nG2k3ymqPMyVU1HQJuDEeV90&amp;index=8</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-atividade-fisica-riscos-e-beneficios/">SPP – Atividade Física: Riscos e Benefícios!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SPP – Avanços no Tratamento da Dor!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-avancos-no-tratamento-da-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6350</guid>

					<description><![CDATA[<p>Baseado na palestra da Dra. Juliana Hierro – III Simpósio Doenças Raras e Síndrome Pós Pólio Brasil–Portugal de 2025. A dor é uma das queixas mais frequentes entre sobreviventes da poliomielite e aparece muitas vezes como dor crônica, interferindo no sono, na locomoção, no lazer, no trabalho e na qualidade de vida. A boa notícia&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-avancos-no-tratamento-da-dor/">SPP – Avanços no Tratamento da Dor!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Baseado na palestra da Dra. Juliana Hierro – III Simpósio Doenças Raras e Síndrome Pós Pólio Brasil–Portugal de 2025.</p>
<p>A dor é uma das queixas mais frequentes entre sobreviventes da poliomielite e aparece muitas vezes como <strong>dor crônica</strong>, interferindo no sono, na locomoção, no lazer, no trabalho e na qualidade de vida. A boa notícia é que <strong>os avanços no tratamento</strong>, especialmente para a dor de origem mecânica, estão trazendo resultados rápidos e eficazes.</p>
<p>A seguir, um resumo prático do que realmente importa para você.</p>
<p><span style="color: #6e0909;"><strong>Compreendendo a Dor na SPP (Síndrome Pós Pólio)</strong></span></p>
<p>A dor não é “imaginação” nem algo “normal da idade”. Ela é um <strong>alerta do corpo</strong>.<br />
Na SPP, os tipos mais comuns são:</p>
<p><strong>Dor nociceptiva mecânica (a mais frequente)</strong></p>
<p>É causada por movimentos, postura ou sobrecarga nas articulações e músculos que, ao longo da vida, compensaram as sequelas da pólio.<br />
<strong><br />
Características:</strong></p>
<ul>
<li>Dor que vai e volta (intermitente)</li>
<li>Travamento ao acordar</li>
<li>Piora com alguns movimentos</li>
<li>Formigamento ou dormência podem aparecer</li>
<li>Anti-inflamatórios e relaxantes <strong>não funcionam</strong>, pois não é uma dor química</li>
</ul>
<p>Essa é a dor que mais responde ao novo método apresentado no simpósio.</p>
<p><span style="color: #6e0909;"><strong>O Problema dos Tratamentos Antigos</strong></span></p>
<p>Segundo os dados do ambulatório da UNIFESP:</p>
<ul>
<li>Mais de <strong>75%</strong> dos pacientes tentaram vários medicamentos sem resultado</li>
<li>Cerca de <strong>74%</strong> fizeram fisioterapia clássica sem melhora duradoura</li>
<li>Massagem, ventosa, gelo, calor e até acupuntura ajudam, mas <strong>não tratam a causa</strong></li>
</ul>
<p>Por quê?<br />
Porque <strong>a dor mecânica não melhora com alongamento, remédios ou técnicas superficiais</strong>.</p>
<p>O motivo é simples:<br />
<strong>Se o nervo está preso ou comprimido, é preciso liberá-lo.</strong></p>
<p><span style="color: #6e0909;"><strong>O Novo Método: LIN – Liberação de Nervo e Coluna</strong></span></p>
<p>Criado pela equipe da UNIFESP, o método <strong>LIN</strong> combina conhecimentos de FCR, RPG, Mulligan, Maitland e outras técnicas modernas.<br />
É focado especialmente em <strong>doenças neuromusculares</strong>, como a Síndrome Pós Pólio (SPP).</p>
<p><strong>Como funciona?</strong></p>
<ol>
<li><strong>Avaliação completa</strong>
<ul>
<li>Anamnese</li>
<li>Testes de movimento específicos</li>
<li>Identificação do <em>movimento exato</em> que libera o nervo afetado</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Movimento correto = melhora imediata</strong>
<ul>
<li>Muitos pacientes melhoram <strong>na primeira sessão</strong></li>
<li>Dor reduzida e mobilidade aumentada rapidamente</li>
<li>Resultados entre 50% e 100% de melhora em 66% dos atendimentos</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Tratamento em casa por 15 dias</strong>
<ul>
<li>Movimentos simples</li>
<li>Sem dor</li>
<li>Feitos várias vezes ao dia</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Retorno após 15 dias</strong>
<ul>
<li>Ajuste do movimento</li>
<li>Se necessário, inclusão de carga ou nova técnica</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Após 1 mês</strong>
<ul>
<li>Retorno às atividades físicas prazerosas e adaptadas</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p><strong>O que NÃO deve ser feito:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Alongar a região dolorida</strong> (piora a compressão do nervo)</li>
<li>Forçar exercícios sem orientação</li>
<li>Acreditar que “é normal sentir dor”</li>
</ul>
<p><span style="color: #6e0909;"><strong>Por que esse método funciona tão rapidamente?</strong></span></p>
<p>Porque ele vai <strong>direto à causa da dor</strong>, trabalhando a liberação do nervo preso.<br />
Quando o nervo volta a deslizar livremente:</p>
<ul>
<li>A dor diminui</li>
<li>O movimento retorna</li>
<li>A força melhora</li>
<li>Os formigamentos reduzem</li>
<li>A postura se reorganiza naturalmente</li>
</ul>
<p>Os resultados mostraram pacientes que:</p>
<ul>
<li>De dor intensa passaram a <strong>zero dor</strong> imediatamente</li>
<li>Recuperaram amplitude completa de movimentos</li>
<li>Voltaram a caminhar com mais segurança</li>
<li>Relataram melhora na autoestima e disposição</li>
</ul>
<p><span style="color: #6e0909;"><strong>O que você pode fazer agora?</strong></span></p>
<p>Aqui está um plano simples e prático:</p>
<p><strong> Avalie sua dor</strong></p>
<p>Se ela é intermitente, piora com movimento, não melhora com remédio e já dura meses/anos, provavelmente é <strong>dor mecânica</strong>.</p>
<p><strong> Evite alongar regiões doloridas</strong></p>
<p>Alongamento pode piorar quando há compressão neural.</p>
<p><strong> Busque avaliação com profissional treinado no método LIN</strong></p>
<p>É fundamental identificar <strong>o movimento certo para o seu caso</strong>.</p>
<p><strong> Cuide do que influencia a dor</strong></p>
<p>A equipe reforça que dor não é apenas física:</p>
<ul>
<li>Sono ruim aumenta a dor</li>
<li>Estresse, ansiedade e depressão agravam a sensibilidade</li>
<li>Alimentação inflamatória piora o quadro</li>
</ul>
<p>Fortaleça as bases:</p>
<ul>
<li>Sono regular</li>
<li>Alimentos naturais, pouca gordura e açúcar</li>
<li>Acompanhamento psicológico quando necessário</li>
</ul>
<p><strong> Mantenha atividade física adaptada</strong></p>
<p>Após liberação da dor mecânica, mover o corpo é essencial para evitar recidivas.</p>
<p><strong> A Melhor Notícia</strong></p>
<p>O avanço mais importante é este: a<strong> dor da SPP tem tratamento — e pode melhorar rapidamente.</strong></p>
<p>Pacientes que sofreram por 10, 20 e até 40 anos relataram alívio após as primeiras sessões quando receberam o movimento correto. Isso devolve autonomia, autoestima e qualidade de vida.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A dor não precisa ser sua companheira diária. Com avaliação adequada, movimentos precisos e um olhar atual da fisioterapia para doenças neuromusculares, <strong>é possível reduzir dor, recuperar movimento e viver com mais leveza</strong>.</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=5wSi_VFMoQs&amp;list=PL1ubl4u48nG2k3ymqPMyVU1HQJuDEeV90&amp;index=8">https://www.youtube.com/watch?v=5wSi_VFMoQs&amp;list=PL1ubl4u48nG2k3ymqPMyVU1HQJuDEeV90&amp;index=8</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/spp-avancos-no-tratamento-da-dor/">SPP – Avanços no Tratamento da Dor!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nutrição &#038; Vida!</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/nutricao-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6336</guid>

					<description><![CDATA[<p>(baseado na palestra “Nutrição e estilo de vida”, da Dra. Rute H. B. Piovesan no &#8220;IIISIP Brasil Portugal 2025). Por que isso importa Muito antes de “aparecer” como doença, o corpo já dá sinais de que precisa de cuidado: cansaço, mente lenta, pele opaca, imunidade baixa, digestão difícil. A boa notícia: todos os dias você&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/nutricao-vida/">Nutrição &#038; Vida!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>(baseado na palestra “Nutrição e estilo de vida”, da Dra. Rute H. B. Piovesan no </em>&#8220;IIISIP Brasil Portugal 2025<em>).</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que isso importa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muito antes de “aparecer” como doença, o corpo já dá sinais de que precisa de cuidado: cansaço, mente lenta, pele opaca, imunidade baixa, digestão difícil. A boa notícia: todos os dias você renova células — e o que coloca no prato vira “matéria-prima” para construir saúde agora e no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 princípios que simplificam tudo</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Comida de verdade primeiro:</strong> o que vem da natureza, não da prateleira. Desembale menos, descasque mais.</li>
<li><strong>Prato colorido = corpo bem nutrido:</strong> variedade entrega vitaminas, minerais, fibras e fito químicos que suas células precisam.</li>
<li><strong>Mastigação é tratamento:</strong> triture bem (15–25 mastigações por garfada). Estômago não tem dentes.</li>
<li><strong>Intuição com responsabilidade:</strong> coma por <strong>fome física</strong>, pare na <strong>saciedade</strong>; evite usar comida como entretenimento emocional.</li>
<li><strong>Rotina cura:</strong> horários para dormir, acordar, comer e se hidratar estabilizam o corpo — especialmente importante se você lida com fadiga pós pólio.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>O “Prato do Sobrevivente”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Monte cada refeição com três blocos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Energético (carboidrato bom):</strong> arroz integral, milho, mandioca, batata doce, aveia.</li>
<li><strong>Construtor (proteína):</strong> feijão/lentilha/grão-de-bico, ovos, peixe, frango, carnes magras; ajuste textura se necessário.</li>
<li><strong>Regulador (hortifruti):</strong> ½ prato de verduras e legumes variados + 1 porção de fruta ao dia.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gorduras boas:</strong> azeite, abacate, castanhas e sementes (pequenas porções).<br />
<strong>Água:</strong> 30–35 ml/kg/dia como referência (ajuste com seu profissional).</p>
<p style="text-align: justify;">Dica rápida: se faltar tempo, pense “3 de 3” — <strong>1 energético + 1 proteína + 1 hortaliça</strong>. Melhor simples e completo do que “perfeito e inexistente”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para desafios comuns na pós pólio</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Fadiga:</strong> priorize refeições regulares, proteínas em todas as refeições e lanches inteligentes (iogurte natural + fruta; ovo + tomate; homus + cenoura).</li>
<li><strong>Constipação:</strong> 2–3 porções de frutas/dia (mamão, laranja com bagaço, ameixa), legumes diariamente, grãos integrais, <strong>água</strong> e movimento na medida do possível.</li>
<li><strong>Dificuldade para engolir (disfagia):</strong> mastigue devagar, ajuste <strong>textura</strong> (mais macia/úmida), prefira porções pequenas e frequentes. Se engasga ou cansa para mastigar, <strong>procure fonoaudiólogo e nutricionista</strong> para plano seguro e individual.</li>
<li><strong>Ganho de peso e esteatose:</strong> corte ultra processados, reduza açúcar/aditivos, organize janelas regulares de refeição, durma melhor (sono regula fome).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Intestino: o “comandante”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um intestino saudável ajuda a imunidade e humor (serotonina). Fique atento a sinais de <strong>disbiose</strong>: língua muito esbranquiçada, alternância constipação/diarreia, azia, desejo intenso por doces, pele manchada, gases/inchaço, humor instável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como cuidar:</strong> fibra + água + rotina + reduzir ultra processados + cautela com álcool e antibióticos (sempre com orientação médica).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evite tornar rotina:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ultra processados (salgadinhos, bolachas recheadas, macarrão instantâneo, refrigerantes, “barrinhas” cheias de xarope e aditivos).</li>
<li>“Mil linhas” no rótulo = <strong>muitos</strong> aditivos.</li>
<li>Álcool acima de 10 doses/semana; atenção: piora disbiose e fígado gorduroso.</li>
<li>Adoçantes em excesso; molho pronto “milagroso”; temperos prontos ricos em sódio e realçadores.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Troque por: ervas e especiarias (louro, orégano, alecrim, tomilho, hortelã), limão, alho, cebola — dão sabor e são antioxidantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Check-up da mastigação (30 segundos)</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Eu <strong>sentei</strong> para comer (sem telas)?</li>
<li>Dei <strong>15–25 mastigações</strong> por garfada?</li>
<li><strong>Senti o gosto</strong> do alimento?</li>
<li>Parei quando veio a <strong>saciedade</strong> (não quando o prato “acabou”)?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mini rotinas que funcionam</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Manhã:</strong> 1 copo d’água + fruta inteira (com bagaço/casca quando possível) + proteína (ovos/ iogurte) + cereal integral.</li>
<li><strong>Almoço/Jantar:</strong> “3 de 3” no prato + azeite cru no final.</li>
<li><strong>Entre refeições:</strong> se <strong>for fome</strong>, escolha proteína + fibra (queijo branco + maçã; castanhas + uva; homus + pepino).</li>
<li><strong>Respiração para o corpo “entender” que está seguro:</strong> 3 vezes ao dia, 1 minuto de expiração alongada (4 tempos inspira, 6–8 expira). Ajuda a reduzir compulsão por estresse.</li>
<li><strong>Sono é tratamento:</strong> rotina de horários, quarto escuro e fresco, evite telas 1h antes de dormir.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Perguntas bússola antes de comer</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>É <strong>comida de verdade</strong>?</li>
<li>Tenho <strong>os 3 grupos</strong> no prato?</li>
<li>Este alimento me deixa <strong>bem agora</strong> e <strong>melhor amanhã</strong>?</li>
<li>Estou com <strong>fome física</strong> ou tentando “acalmar um sentimento”?</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando buscar apoio profissional</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Perda de peso ou ganho rápido sem explicação.</li>
<li>Engasgos, tosse ao comer, quedas de pressão/“passar mal” durante a refeição.</li>
<li>Constipação ou diarreia persistentes, dores abdominais frequentes.</li>
<li>Diabetes, esteatose, hipertensão, depressão/ansiedade — um <strong>plano nutricional individual</strong> acelera resultados e dá segurança.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em uma frase</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A cada garfada, você informa ao seu corpo o futuro que quer viver.</strong><br />
Escolha cores, mastigue com calma, respeite seus sinais e mantenha uma rotina gentil. É simples, é possível, e funciona.</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=mSGgZm_98-E&amp;list=PL1ubl4u48nG2k3ymqPMyVU1HQJuDEeV90&amp;index=15">https://www.youtube.com/watch?v=mSGgZm_98-E&amp;list=PL1ubl4u48nG2k3ymqPMyVU1HQJuDEeV90&amp;index=15</a></p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/nutricao-vida/">Nutrição &#038; Vida!</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Teoria Polivagal pode ajudar quem vive com SPP?</title>
		<link>https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/teoria-polivagal-pode-ajudar-quem-vive-com-spp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luzia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conviver com a Pós-pólio]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Médicos e de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Pós Pólio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://institutogiorgionicoli.org.br/?p=6326</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é a Teoria Polivagal? A Teoria Polivagal, criada pelo neurocientista Dr. Stephen Porges, explica como o nosso sistema nervoso reage ao estresse, à dor e ao ambiente ao redor. Ela mostra que o corpo tem três modos principais de funcionamento, controlados pelo nervo vago — um nervo que sai do cérebro e chega&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/teoria-polivagal-pode-ajudar-quem-vive-com-spp/">Teoria Polivagal pode ajudar quem vive com SPP?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #800080;"><strong>O que é a Teoria Polivagal?</strong></span></p>
<p>A <strong>Teoria Polivagal</strong>, criada pelo neurocientista <strong>Dr. Stephen Porges</strong>, explica <strong>como o nosso sistema nervoso reage ao estresse, à dor e ao ambiente ao redor</strong>. Ela mostra que o corpo tem <strong>três modos principais de funcionamento</strong>, controlados pelo <strong>nervo vago</strong> — um nervo que sai do cérebro e chega até o coração, pulmões e intestino.</p>
<p><span style="color: #800080;"><strong>Esses três modos são:</strong></span></p>
<p><strong>Modo de Calma e Conexão (vago ventral)</strong></p>
<ul>
<li>Corpo relaxado, respiração tranquila, fala suave.</li>
<li>É o estado de <strong>segurança e equilíbrio</strong>.</li>
<li>Aqui, o corpo <strong>se recupera, reduz a dor e economiza energia</strong>.</li>
</ul>
<p><strong>Modo de Luta ou Fuga (simpático)</strong></p>
<ul>
<li>Coração acelera, músculos tensionam, respiração curta.</li>
<li>É o modo de <strong>alerta</strong>, que ajuda em emergências.</li>
<li>Mas se fica ativado por muito tempo, <strong>aumenta a dor, a fadiga e o cansaço muscular</strong>.</li>
</ul>
<p><strong>Modo de Congelamento (vago dorsal)</strong></p>
<ul>
<li>Corpo “desliga” para se proteger: cansaço extremo, tontura, mente distante.</li>
<li>É comum em quem vive com <strong>dor crônica ou Síndrome Pós Poliomielite</strong>, pois o corpo tenta se “poupar”.</li>
</ul>
<p>A teoria mostra que podemos <strong>treinar o corpo a voltar ao modo de calma e conexão</strong> — e isso <strong>melhora a dor, o sono, a respiração e o foco</strong>.</p>
<p><span style="color: #800080;"><strong>Por que isso é importante para o sobrevivente da pólio</strong></span></p>
<p>Os sobreviventes da pólio convivem com <strong>músculos mais frágeis</strong>, <strong>menor tolerância ao esforço</strong> e <strong>maior sensibilidade à dor</strong>. Quando o sistema nervoso fica em alerta por muito tempo (modo luta/fuga), o corpo gasta mais energia do que tem, o que causa:</p>
<ul>
<li><strong>Cansaço repentino (fadiga pós pólio).</strong></li>
<li><strong>Dores musculares persistentes.</strong></li>
<li><strong>Tensão nas costas, pescoço e ombros.</strong></li>
<li><strong>Sono leve e pouco reparador.</strong></li>
</ul>
<p>Ao aprender <strong>como acalmar o sistema nervoso</strong> usando a Teoria Polivagal, o sobrevivente pode:</p>
<ul>
<li><strong>Diminuir a dor e a tensão muscular.</strong></li>
<li><strong>Melhorar o sono e a respiração.</strong></li>
<li><strong>Aumentar a sensação de segurança e bem-estar.</strong></li>
<li><strong>Aprender a respeitar o ritmo do corpo sem culpa.</strong></li>
</ul>
<p><span style="color: #800080;"><strong>Que tal experimentar em casa?</strong></span></p>
<p><strong>Rotina simples de 10 minutos</strong></p>
<p>Essa rotina é segura, pode ser feita <strong>sentado</strong>, <strong>sem esforço</strong> e <strong>várias vezes ao dia</strong>. O objetivo é <strong>ensinar o corpo a relaxar</strong> e <strong>voltar ao modo de calma e conexão</strong>.</p>
<p><strong>De manhã (3 minutos)</strong></p>
<ul>
<li><strong>Respiração 4–6:</strong> Inspire pelo nariz por 4 segundos e solte devagar pela boca por 6 segundos.  Isso ativa o nervo vago e ajuda o corpo a entrar em ritmo de calma.</li>
<li><strong>&#8220;mmm” suave:</strong> Faça o som “mmm” com os lábios fechados por 30 segundos (como se estivesse cantarolando). Essa vibração massageia o nervo vago e relaxa a garganta e o peito.</li>
</ul>
<p><strong>À tarde (4 minutos)</strong></p>
<ul>
<li><strong>Mãos no peito e barriga:</strong><br />
Coloque uma mão sobre o peito e outra sobre o abdômen. Respire sentindo as mãos subirem e descerem. Ajuda a perceber onde há tensão e a liberar o ar preso.</li>
<li><strong>Pés no chão:</strong><br />
Sente-se e pressione os pés contra o chão por 5 segundos, solte e repita 5 vezes. Traz o corpo “de volta ao presente” e reduz a sensação de fraqueza.</li>
</ul>
<p><strong>À noite (3 minutos)</strong></p>
<ul>
<li><strong>Luz suave + respiração lenta:</strong><br />
Faça novamente 5 respirações 4–6. Ensina o corpo que é hora de descansar.</li>
<li><strong>Ouça música calma ou leia em voz baixa por 1 minuto. </strong>A voz e os sons suaves acalmam o sistema nervoso.</li>
</ul>
<p><span style="color: #800080;"><strong>Dicas práticas para reduzir dor e fadiga</strong></span></p>
<ul>
<li><strong>Beba água ao longo do dia</strong> — o nervo vago funciona melhor com boa hidratação.</li>
<li><strong>Use calor morno</strong> (compressa ou banho) para relaxar músculos tensos.</li>
<li><strong>Respeite o ritmo do corpo:</strong> pare <strong>antes</strong> do cansaço chegar.</li>
<li><strong>Ouça sons agradáveis</strong> — o nervo vago responde bem à música suave.</li>
<li><strong>Anote</strong>: dor, cansaço e o que funcionou. Assim, você aprende o que ajuda mais.</li>
</ul>
<p><span style="color: #800080;"><strong>Resumo rápido para lembrar</strong></span></p>
<ul>
<li><strong>Teoria Polivagal</strong> = corpo aprende a sair do “modo alerta” e voltar à calma.</li>
<li><strong>Nervo vago</strong> = fio de comunicação entre cérebro, coração e intestino.</li>
<li><strong>Quanto mais calma a respiração, mais o corpo desliga o alarme da dor.</strong></li>
<li>Pequenas pausas diárias <strong>mantêm a energia</strong> e <strong>reduzem a dor crônica.</strong></li>
</ul>
<p>Se quiser mais informações sobre a teoria Polivagal, acesse o site: <a href="https://www.institutopolivagal.com/ateoria">https://www.institutopolivagal.com/ateoria</a></p>
<p>Não deixe de fazer a sua experiência a respeito e depois compartilhe o que sentiu com os demais sobreviventes da Pólio!</p>
<p>Fonte:</p>
<p>Palestra II Simpósio Internacional de Portugal = Gondomar – Porto.<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=oheiFOh1UdM&amp;list=PL1ubl4u48nG2MhCwt2LJHb5ghKuYn4rDS&amp;index=7">https://www.youtube.com/watch?v=oheiFOh1UdM&amp;list=PL1ubl4u48nG2MhCwt2LJHb5ghKuYn4rDS&amp;index=7</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br/viver-a-polio/teoria-polivagal-pode-ajudar-quem-vive-com-spp/">Teoria Polivagal pode ajudar quem vive com SPP?</a> apareceu primeiro em <a href="https://institutogiorgionicoli.org.br">Instituto Giorgio Nicoli</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
